EVANGELIZE ENSINANDO

Esta é uma ferramenta apropriada para a Igreja alcançar às pessoas não-crentes para Cristo. É mais que um panfleto: é um curso bíblico no lar. São apenas cinco lições bíblicas que poderão ser ministradas em grupos familiares durante cinco dias alternados.

Todos os crentes em Cristo poderão começar a partir de suas casas, convidando vizinhos e amigos, e uma vez por semana o departamento de missões da sua igreja estará enviando dois evangelizadores para a explanação das lições bíblicas O Caminho da Salvação.

Evangelizar é ensinar. Quando se ensina a Palavra de Deus é impossível não haver alguma transformação na vida de uma pessoa. O ensino da Bíblia salva e edifica.

sábado, 1 de agosto de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO EM PARNAMRIM

Pr. Elinaldo apresentando a revista
O Caminho da Salvação para o
ESTUDO BÍBLICO NO LAR (EBL)
“Eu te louvarei, Senhor, com todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas”, (Salmo 9.1).
Louvar ao Senhor e falar das suas maravilhas é bom e agradável aos Seus olhos. Uma das grandes maravilhas que Ele quer que falemos são as Boas Novas de salvação. Essa é uma das coisas importantes que o Senhor mandou seus discípulos fazer. Aqueles que têm a certeza de sua salvação é impossível ficar de braços cruzados sem atentar ao chamado do Senhor para ir evangelizar e formar discípulos.
Louvamos a Deus pela oportunidade em fazer parte da grande comissão de evangelizadores que irão adentrar nos lares com a revista O Caminho da Salvação na cidade de Parnamirim do nosso Estado (RN). A igreja Assembléia de Deus dessa cidade, liderada pelo Pr. Elinaldo Renovato de Lima, está de parabéns.
Revista O Caminho da Salvação
semeando a Palavra de Deus em Parnamirim/RN
A Bíblia diz: “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Há quase cinco anos que estamos trabalhando na implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL), onde utilizamos as lições bíblicas O Caminho da Salvação. Durante esse período, centenas de almas já aceitaram a Cristo, graças a Deus. Desde o início, o Pr. Elinaldo nos apoia nessa grande tarefa, diga-se de passagem, a primeira tiragem da revista foi comprada por ele. No lançamento da revista, no ano de 2011, a igreja em Parnamirim utilizava outro material na evangelização, por isso não foi possível (talvez não fosse o momento oportuno) substituí-lo pela revista O Caminho da Salvação. Sempre que uma nova edição da revista era lançada o Pr. Elinaldo tomava conhecimento, ao ver a qualidade do material, o conteúdo teológico e a praticidade que a revista oferece para se aplicar o estudo bíblico no lar, ele foi percebendo que era o momento oportuno da adesão ao material didático, graças a Deus. Aliás, a primeira página da revista vem recomendada por ele. Essa foi uma das frases, entre outras, que o Pr. Elinaldo Renovato citou ontem no culto de doutrina, em que estava presente todos os obreiros da AD em Parnamirim: “estamos adquirindo a revista O Caminho da Salvação, um material de ótima qualidade, e é com ela que a igreja em nossa cidade irá evangelizar a partir de hoje”. Só temos a agradecer, primeiramente a Deus que nos dá perseverança, e ao Pr. Elinaldo pela compreensão e aquisição da revista O Caminho da Salvação. Que seu exemplo seja seguido por muitos que ainda não abraçaram este projeto de evangelização de grande eficiência e eficácia. A revista O CAMINHO DA SALVAÇÃO é apropriada para grupos familiares não-crentes. Caso queira um treinamento para sua congregação é só nos convidar, não cobramos cachê. Apresente-nos a Deus em suas orações. Amém.

Miss. Clésio Araújo

domingo, 26 de julho de 2015

A RETA JUSTIÇA DE DEUS


Jesus disse que, no antepassado, os pais falavam bem dos falsos profetas. Observem que os falsos profetas eram muito elogiados. Infelizmente há, nos dias atuais, também os que vendem o evangelho e por isso se tornam populares, porém é melhor sermos fiéis a Deus e odiados pelo mundo do que sermos populares a custo de nossas almas.
“Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas”. (Lc 6.27)
Esse trecho bíblico denuncia bem o que existia em forma de domínio e poder por parte dos saduceus e fariseus que, no tempo do Novo Testamento da época de Jesus, formavam o sinédrio, a cúpula de alto escalão em Jerusalém. Os saduceus ocupavam cargos importantes e eram ricos. A esses cabiam os cargos de primeiro sacerdote e o de sumo sacerdote e ainda assumiam a maioria dos lugares dos 71 membros do sinédrio; estavam mais preocupados com o poder político de que com o religioso.
Eles eram os aristocratas da época e não estavam interessados com a justiça que favorecesse os pobres, então todo seu tempo era empregado para agradar o poder político romano. Manter a ordem, naqueles dias, em Jerusalém, era seu trabalho principal. Portanto não se relacionavam bem com o homem comum. Eles eram muito prepotentes e achavam que Deus não estava interessado no seu envolvimento com o cotidiano.
Em contrapartida, os fariseus apesar de fazerem parte da elite política e religiosa da época, eram mais populares. Eles pertenciam a classe média alta da sociedade e por serem empresários tinham mais contato com o povo. No entanto Jesus sabia que, apesar da diferença entre a maneira que eles procediam em suas crenças, iriam se juntar aos saduceus para perseguirem a Ele e aos seus discípulos, pois ambos os grupos lutavam para agradar o governo romano.
Jesus assegura que segui-lo provocaria aos saduceus e fariseus uma afronta. Eles, por sua vez, agiriam com enorme retaliação para aplacar o desejo dos que intentassem pensar ou agir diferentemente de toda ordem que já estava posta. Portanto instigar o povo para uma causa social que levantasse o desejo da verdadeira justiça de Deus, poderia levar alguém aos tribunais, à prisão e até a morte.
Logicamente, nenhum poder que desejasse um clima de paz com o sinédrio, poderia agir da maneira que Jesus atuava e orientava seus seguidores procederem. Nenhum movimento sociopolítico da época de Jesus, seguiria suas orientações sem contrariar o desejo de Roma. Porém quem desejasse ser justo teria que dizer que as coisas da maneira que estavam não iam bem e que, no plano de justiça de Deus, estavam reprovadas.
Então foi exatamente o que fez Jesus. Denunciou toda injustiça dos poderosos e confrontou seus pecados para promover a verdadeira vontade do Pai. Ele também aproveitou a oportunidade para anunciar-lhes alguns ais por desprezarem a justiça de Deus. Ais de seus autoconfortos, de suas farturas e ais de suas alegrias injustas.
Portanto nunca nos esqueçamos da retidão, amor e misericórdia dedicados por Jesus, o Santo de Deus, que mostrou ao mundo seu interesse por nós. Ele contrariou todos os interesses da época para promover a reta justiça de Deus entre os homens, mesmo sabendo que isso o levaria à morte. Ele não se calou diante das afrontas e injustiças desse mundo. Ele provou ser nosso melhor amigo e agora sabemos que, se, porventura, algumas coisas, na vida presente, vierem nos faltar, Ele nos convida a confiar em sua justiça.
Por isso Ele nos pede para que aprendamos a ser pacientes e perseveremos em oração, porque Ele deseja revelar-nos a verdadeira vida com Deus. Ele nos chama para uma convivência consistente em que saberemos que só Ele pode suprir todas as nossas necessidades quer sejam emocionais, sentimentais, físicas ou espirituais.

Pb. Francisco Gomes

segunda-feira, 13 de julho de 2015

GRATIDÃO

Miss. Clésio, Pr. Martim, e Francinete
“Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”, 1Tss 5.18.
Em primeiro lugar eu louvo a Deus que sempre está comigo, principalmente nas horas mais difíceis. São nessas horas que descobrimos o verdadeiro amigo, e por isso não me canso de agradecer-Lhes por tudo quanto me tem feito. Não somente digo: obrigado Senhor, mas dou glórias, honras e louvores ao Senhor Jesus Cristo de todo o meu coração.
Desde que o Senhor me despertou e me enviou para a obra missionária, tenho experimentado algumas circunstâncias prazerosas e outras, não, porém o Senhor nunca me desamparou, graças a Deus. Ao fazer esse trabalho, tenho encontrado apoio de um lado e algum desafeto de outro, isso o Senhor já havia me revelado em junho de 2006. Gostaria de citar todas as pessoas que me dão as mãos, direta e indiretamente, na distribuição da revista O Caminho da Salvação, todavia, por serem muitas, quero destacar apenas alguns personagens que nos apoiam: a senhora Maria Francinete, minha esposa, amiga, companheira e ajudadora em todas as horas de alegrias e de tristezas; em terceiro lugar, agradeço aos pastores: Pr. José Lúcio Ribeiro, o primeiro pastor com quem falei para prefaciar a revista O Caminho da Salvação; Pr. Elinaldo Renovato de Lima (Pr. da AD em Parnamirim); Pr. Martim Alves da Silva (Pr. presidente da IEADERN e CEMADERN); Pr. Francisco Cícero de Miranda (Pr. da AD em Mossoró); Pb. Gleybson Andrade, consultor teológico de O Caminho da Salvação; e o Pb. Francisco Gomes, amigo bom e fiel, conselheiro, revisor ortográfico, separado por Cristo para me ajudar nessa caminhada. Não posso deixar de agradecer aos pastores do Estado da Paraíba, principalmente ao Pr. José Carlos de Lima (Pr. presidente da ADPB e COMADEP) com toda a diretoria daquela convenção. Todos esses pastores que apoiam e recomendam nosso trabalho, meu muito obrigado.
Pr. José Carlos; Miss. Clésio; Pr. Álvaro
E para finalizar, agradeço também a todos os irmãos de modo geral, os que já adquiriram a revista O Caminho da Salvação para darem estudo bíblico nos lares, e antecipo minha gratidão aos que ainda irão adquiri-la, que Deus sempre dê a cada um o que for útil para suas vidas. Amém. Lembro-me sempre de vocês nas minhas orações, e peço também por mim, e por aqueles que trabalham comigo, intercedam a Deus em nosso favor para alcançarmos outros lugares, querendo Deus. 
Uma das características mais importantes da fé cristã é a gratidão, principalmente a Deus. Vários versículos da Bíblia falam sobre a importância de ser grato a Deus por tudo aquilo que Ele tem feito aos seus filhos. Por esse motivo, a gratidão a Deus e, consequentemente a outras pessoas, deve ser uma das qualidades praticadas por todos nós cristãos. Muitíssimo obrigado.
Miss. Clésio Araújo

quarta-feira, 17 de junho de 2015

A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO

Pr. José Carlos
João Pessoa - Paraíba
Sabemos que evangelizar é comunicar as Boas Novas da salvação que vêm em o nome de Jesus. O evangelismo, realizado pelos diversos grupos existentes na Igreja, é o processo de ganhar pessoas para Cristo, que se tornarão membros da igreja que buscará, por meio do ensino da Bíblia Sagrada, com a ação do Espírito Santo, trabalhá-las para estarem preparadas para se encontrarem com Jesus. Evangelizar, então, significa instruir no Evangelho de Jesus; converter ao cristianismo.
Jesus comissionou a Igreja quando disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”, (Mt 28.18-20).
Na Comissão dada aos discípulos, Jesus não somente lhes indicou a obra, mas deu-lhes a mensagem. Ensinai o povo “a guardar todas as coisas que vos tenho mandado”. Os discípulos deviam ensinar o que Cristo ensinara. O trabalho do evangelista é abrir a Escritura, tornar a mensagem compreensível aos seus ouvintes, sabendo que o Espírito Santo é quem falará aos corações gerando a fé salvífica.
Em II Timóteo 4.1-5, Paulo instrui o Pastor Timóteo a fazer a obra de um evangelista. Sem evangelismo, não há razão para a existência de Igreja. Tire o evangelismo de uma igreja e ela se deteriorará e diminuirá. Uma igreja que trabalha é uma igreja saudável. Como se diz: “uma igreja que não evangeliza, fossiliza”.
É com o objetivo da evangelização e do discipulado que indicamos esse material que você tem em mãos. Nossa oração é que essas lições sejam sementes que floresçam nos corações de todos os que serão alcançados por elas. Em 2018, se o Senhor nos permitir, completaremos cem anos, e a chama que um dia foi acesa, permaneça queimando em nossos corações. Entendemos que a Igreja, enquanto aqui estiver, precisa testemunhar das Boas Novas de salvação a todas as gentes em todo lugar.
Pr. José Carlos de Lima
Pte. da ADPB e COMADEP

segunda-feira, 8 de junho de 2015

DESPERTEMOS DO SONO


Nestes últimos dias estamos vivenciando a parábola das dez virgens: “E tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram”, (Mt 25.5). A parábola das dez virgens prefigura a igreja atual, tendo em vista a vinda de Cristo num tempo desconhecido e inesperado. 
        No tempo dos apóstolos, a evangelização era centrífuga e cristocêntrica, os discípulos saíam ao encontro das almas perdidas (At 5.42). Eles tinham prazer em anunciar Jesus Cristo. Hoje, a evangelização é centrípeta e antropocêntrica. A ambição pelo púlpito tem desviado muitos da ordem divina: “ide, ensinai todas as nações”. A mensagem que Cristo nos deixou ecoa mais alto do que nunca: “Eis que eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa”, (Jo 4.35).
No capítulo quinze do livro de João, vemos que Deus lança fora toda vara que não dá fruto, e limpa a que frutifica para dar mais fruto ainda. As varas infrutíferas são semelhantes as cinco virgens loucas da parábola. Hoje entendemos o porquê do desânimo de muitos não quererem evangelizar: falta-lhes o azeite em suas vidas. O azeite na parábola representa no crente a presença constante do Espírito Santo, aliada à fé verdadeira e à santidade. Será que é possível estar em Cristo e ainda assim permanecer improdutivo? O versículo dois, responde: “toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto”. Quantos não dizem estar em Cristo! Mas, será que Cristo está nos tais? “Quem está em mim, e eu nele”, disse Jesus, “este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer”, (v.4).
Alguns pensam que frutificar é construir templos, porém isso não foi o que Cristo mandou fazer. O verdadeiro fruto é ganhar uma pessoa para Cristo. “Livra os que estão destinados à morte e salva os que são levados para a matança, se os puderes retirar”, (Pv 24.11). Disse Jesus: "produzi frutos dignos de arrependimento". Quem já viu um prédio se arrepender?
Despertemo-nos do sono, vamos proclamar: arrependei-vos, Cristo está voltando. “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas”! (Rm 10.14,15). Maranata.

Miss. Clésio Araújo

sábado, 9 de maio de 2015

REUNIÃO DE OBREIROS EM JOÃO PESSOA/PB

Pastor José Carlos - Presidente da COMADEP
A todos os obreiros da AD do Estado da Paraíba, principalmente ao Pastor José Carlos de Lima, Presidente da COMADEP - Convenção de Ministros da Assembleia de Deus na Paraíba, e demais Pastores que formam a diretoria dessa instituição, segue nossos agradecimentos.
Miss. Clésio Araújo
Durante a reunião o Pr. José Carlos nos cedeu um espaço de vinte minutos para apresentamos a Revista O Caminho da Salvação. Essa literatura é destinada à evangelização das pessoas que ainda não foram alcançadas com as Boas Novas de Salvação. São cinco lições bíblicas a serem ministradas em grupo familiares, podendo ser ministradas em cinco encontros.
Pr. José Carlos
O Pastor presidente e o Pastor Eduardo Leandro Alves, secretário de missões, ficaram interessados pela Revista O Caminho da Salvação e desde já a recomenda a todos os obreiros à missão mais importante da Igreja: à evangelização dos povos. Iremos conversar com os obreiros do Estado da Paraíba, com a aquiescência do Pastor José Carlos, onde estaremos repassando mais informações. A todos os obreiros do SENHOR somos agradecidos em nome de CRISTO JESUS.
Miss. Clésio Araújo
Pb Francisco Gomes

quarta-feira, 18 de março de 2015

O CAMINHO É APERTADO E ESTREITO

O evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo não tem fronteiras, ele é comunicado a todas as nações. A Palavra de Deus sobrepõe a culturas e preconceitos humanos. No sentido lato, a Bíblia forma paradigmas que servem de modelo a ser seguido por todas as gerações. O Evangelho é uma dádiva imerecida da parte de Deus à humanidade, é a Boa Nova de salvação – “pela graça sois salvos, por meio da fé, isso não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). Observe que a salvação é “pela graça”. A salvação não é dada por merecimento. Mesmo assim, o dom de Deus não nos isenta de cumprir com nossos deveres, pelo contrário, exorta-nos a praticar boas obras porque somos salvos, e não para sermos salvos. O crente imbuído da graça de Deus tem força para renunciar a si próprio, do contrário, precisa nascer de novo: “assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33).
O apóstolo Pedro na sua primeira carta diz: “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1.18,19). E Paulo diz: “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1Co 6.20). É obvio que eles estão falando do grande sacrifício que Deus fez por nós. Jamais alguém poderia pagar tão alto preço: “Homem algum pode redimir seu irmão ou pagar a Deus o preço de sua vida, pois o resgate de uma vida não tem preço. Não há pagamento que o livre para que viva para sempre e não sofra decomposição” (Sl 49.7-9). Infelizmente há muito modismo ensinado por alguns líderes religiosos, os quais dizem que para alguém ser salvo é necessário dar tudo que possui, isso não é verdade, o interesse deles é extorquir os bens dos incautos. Repito: não se pode comprar a salvação. Devemos ter muito cuidado com os falsificadores da Palavra, principalmente aqueles que se apresentam com aparência de piedade, mas negam a eficácia dela. Eles cometem todo tipo de pecado, e ainda dizem que são cristãos (ver 2Tm 3.1-7). Tais pessoas ainda não entraram pelo caminho da salvação, ainda não nasceram de novo, elas andam por caminhos largos e descem à perdição. “Esforça-te por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão” (Lc 13.24).
Sabe-se que não é fácil caminhar por um caminho estreito e apertado, principalmente quando se quer conduzir por ele bagagens de todo tamanho, isso é impossível. Agora imagine um caminho na posição vertical em direção ao céu! É como disse o Senhor Jesus: “muitos procurarão entrar, e não poderão”. Cada dia que passa vemos que esse caminho está se afunilando. Eu costumo compará-lo a um funil emborcado, onde a parte mais estreita fica voltada para cima. Realmente é preciso muito esforço! Você acha fácil andar por esse caminho? Se sim, tenha cuidado, talvez ele esteja no sentido oposto em direção ao inferno. Nesse sentido, ele é largo e espaçoso e dá para conduzir qualquer coisa. “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14.12).
Portanto somente a graça de Deus nos possibilita a andar pelo caminho estreito e apertado: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”, disse Jesus. (Veja Mt 7.13).

Miss. Clésio Araújo

segunda-feira, 9 de março de 2015

FORMAR DISCÍPULOS É NOSSA MISSÃO

Pr. Renê, Pr. Dimas, Pb. Francisco e Miss. Clésio
A formação de discípulos é uma responsabilidade que Cristo transferiu à igreja. Disse: "Ide, e fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28.19). O discípulo de Cristo deve ser um partidário declarado de suas doutrinas e ideias. Para isso, é necessário que o cristão cresça na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Não há dúvidas de que a evangelização só se torna auspiciosa quando há comprometimento e obediência ao que nos mandou anunciar as Boas Novas de salvação.
Graças a Deus que tivemos ontem na cidade de São Tomé/RN, mais precisamente na igreja AD liderada pelo Pr. Paulo Renê, e pudemos compartilhar nossas experiências na área do discipulado. Muitos crentes daquela instituição foram orientados e instruídos pela equipe da Revista O Caminho da Salvação, sobre como implantar o Estudo Bíblico no Lar (EBL). Também foi dada uma aula de campo, e deixamos algumas famílias agendadas para receberem o curso bíblico em suas casas. À noite no culto, alguns irmãos demonstraram a satisfação de ter visto e aprendido algumas estratégias de abordagens, e de como as pessoas estão abertas e sedentas para receberem a Palavra de Deus em seus lares.
Essa modalidade de evangelização foi orientada por Cristo aos seus discípulos, ao enviá-los de dois em dois às cidades, para anunciarem o evangelho. Precisamos urgentemente saímos de entre as quatro paredes dos templos ou da área de conforto, para fazermos a obra que o Senhor nos responsabilizou. Se realmente temos Cristo em nossas vidas, é impossível não fazermos o que Ele mandou: "Vós sereis meus amigos SE fizerdes o que eu vos mando" (Jo 15.14).

Parabéns a todos os irmãos da cidade de São Tomé, principalmente ao Pr. Paulo Renê que, desde alguns anos, vem utilizando a revista O Caminho da Salvação para dar Estudo Bíblico nos Lares.
Miss. Clésio Araújo e Pb. Francisco Gomes

quarta-feira, 4 de março de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO NA CONSCIÊNCIA CRISTÃ EM CAMPINA GRANDE/PB

Miss. Clésio Araújo
Depois do encerramento da 17ª Consciência Cristã, realizado na noite da última terça-feira, no Parque do Povo, em Campina, o coordenador geral do evento, Pr. Euder Faber, fez um balanço de tudo o que aconteceu durante o encontro. Para ele, a Consciência Cristã 2015 superou todas as expectativas da organização.
“Creio que essa foi uma das melhores edições do Encontro para a Consciência Cristã de todos os tempos. Havia um certo receio de que as pessoas estivessem vindo ao encontro apenas por causa de preletores como Paul Washer, mas não. Elas estão vindo por causa da Consciência Cristã em si, porque sabem que aqui vão encontrar uma boa palavra, uma boa música, uma boa literatura para adquirir na FELICC, além de ambientes e eventos específicos para jovens e crianças. Isso faz com que a Consciência Cristã seja um evento diferenciado no Brasil, sem sombra de dúvidas. Também nos dá ânimo para, a cada dia, tentarmos melhorar ainda mais o evento, tendo que, no ano que vem, ampliar a estrutura, especialmente no Pavilhão Jovem e na tenda principal. Em suma, a 17ª Consciência Cristã superou as nossas expectativas, em relação ao que foi o evento no ano passado”, disse Euder.
Pr. Euder Faber
O coordenador geral também destacou a importância do trabalho dos voluntários da Consciência Cristã que, esse ano, compunham uma equipe com mais de 700 pessoas.
“O trabalho dos voluntários foi fundamental. Sem essas pessoas, não teríamos como ter realizado este evento. Essa é uma conferência muito grande, que requer o trabalho de muitas pessoas. Por vezes, muitos tendem a achar que eu, sozinho, realizo isso tudo. Mas é impossível fazer algo só, ainda mais, um evento dessa magnitude.”
Apesar do encerramento na terça-feira, Euder afirmou que os organizadores já estão trabalhando para a realização da 18ª Consciência Cristã, que ocorrerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016.
“Já lançamos oficialmente a 18ª Consciência Cristã na última segunda-feira. Agora, vamos ampliar a plêiade de preletores, trabalhando com outros nomes, focando na temática e definindo o foco de cada evento paralelo, para que nada possa fugir do tema principal do evento do ano que vem, que será 'Em nenhum outro há salvação'”, concluiu. (Texto extraído do site da Consciência Cristã).
Irmã Francinete e a irmã Lourdes.
Esposas dos missionários Clésio e Francisco.
Nós que fazemos a Revista O Caminho da Salvação também tivemos a participação no evento da Consciência Cristã. O Pr. Euder nos deu a oportunidade para apresentarmos a Revista O caminho da Salvação, material apropriado para a igreja aplicar nos lares não-evangélicos um curso bíblico em cinco encontros. Apesar do nosso tempo ter sido bastante limitado, muitos irmãos de vários estados do Brasil e de outros países (Portugal, EUA) nos procuraram durante o intervalo do almoço e adquiriram alguns kits da Revista O Caminho da Salvação.
Desde já agradecemos ao Pr. Euder pela oportunidade concedida, em podermos contribuir para o engrandecimento do Reino de Deus. Não devemos ser apenas consciente da nossa responsabilidade para evangelizar, mas obedecer e praticar. Tudo isso é para a glória de Deus. Querendo Deus, estaremos na próxima conferência. Amém.

Miss. Clésio Araújo e Pb. Francisco Gomes

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O QUE DIRÍAMOS DA IGREJA ATUAL?

Precisamos seguir o exemplo do Apóstolo Paulo, um missionário sem interesse próprio. A igreja daquele tempo não ficava acomodada esperando que os pecadores fossem ao seu encontro. Já dizia Billy Graham: A Bíblia não manda que os pecadores procurem a Igreja; mas, que a Igreja saia em busca dos pecadores. No início, os irmãos saíam ao encontro dos perdidos em todos os lugares (At 5.45), sabe por quê? Porque estavam cheios do Espírito Santo. Foi o período em que a Igreja mais cresceu, haja vista às perseguições. O que diríamos da Igreja atual? ... e modernizou-se e enclausurou-se entre quatro paredes. Percebe-se, na atualidade, que o amor ao próximo cada vez mais está diminuindo, se é que existe! Esse é um dos sinais que antecede a vinda de Jesus.
No início da minha fé, propus em meu coração visitar todas as casas do bairro onde morei para entregar panfletos bíblicos. Fiz isso por duas vezes. Eu pensava que estava evangelizando. Lembro-me de que, um dia, cheguei a certo local, onde havia algumas pessoas debaixo de uma árvore, então pedi permissão para falar com elas. Ao entrar naquele ambiente, vi um cidadão sacrificando uma galinha preta, então, olhando bem, percebi que acabara de entrar em um terreiro de macumba, porém não me intimidei. Distribuí alguns panfletos, falei do amor de Jesus e saí em paz, graças a Deus. Depois aprendi que panfletar é diferente de evangelizar. Dediquei-me durante vinte e cinco anos como professor na Escola Bíblica Dominical, além de outras atividades internas da igreja. No final desses anos, vivenciei alguns momentos difíceis.
Em junho do ano 2006, apareceu na minha face um câncer de pele, todavia o Senhor curou-me, graças a Deus. Nesse mesmo mês, tive uma visão impressionante: o dia vinha raiando quando vi no céu duas dimensões interligadas por uma ponte estreita. Na dimensão do lado esquerdo havia árvores e muita gente. Algumas pessoas levantavam suas Bíblias com as mãos e seguiam em direção àquela ponte. A outra dimensão, a do lado direito, eu não podia olhar bem, pois o fulgor era muito forte. Vi também uma multidão caindo num abismo totalmente escuro. As pessoas que caminhavam sobre a ponte, jogavam cordas e gritavam: venham, este é o caminho. Algumas pessoas eram puxadas para cima; outras, em vez de subirem, seguravam as cordas e puxavam as de cima para baixo, todavia elas não caíam. Até hoje aquelas imagens ficaram impregnadas em meu subconsciente.
A partir dessa visão fui incomodado por Deus a sair de entre as quatro paredes dos templos, para ir em busca das pessoas que estão no mundo sem Deus e sem salvação. Procurei um material apropriado nas livrarias, que pudesse levar um curso bíblico aos lares, mas não o encontrei. Foi daí que comecei a escrever a Revista O Caminho da Salvação, com cinco lições bíblicas: Conhecendo a Bíblia; A origem e a queda do homem; A identidade de Jesus; Sinais que precedem a volta de Jesus e; O que devo fazer para ser salvo. Podemos dizer, ilustrativamente, que essas lições são “cordas” que estão sendo jogadas aos que vão descendo ao abismo.
Certo dia ouvi um “pastor” dizer: “evangelizar de casa em casa está ultrapassado, agora é pela internet”. Isso lembra a seguinte frase: “quando não queremos fazer algo, apresentamos uma desculpa; mas quando é do nosso interesse, damos um jeito”. Um outro disse: “vou sair por aí de porta em porta e pôr as mãos nas cabeças das pessoas e orar por elas”. Oh, que ideia brilhante! Ele só teve a ideia. Orar não é a mesma coisa que evangelizar. A internet, o rádio e a televisão são muito importantes quando bem utilizados, mas jamais substituem o contato pessoal. Se os meios de comunicação fossem a forma mais eficiente de se evangelizar, Jesus só teria deixado para vir nos tempos hodiernos.
Quem visita o doente é quem está com saúde, e não o contrário: os sãos não precisam de médico, mas, sim, os que estão doentes” (Mt 9.12). O paralítico é quem precisa de ajuda. Assim são as pessoas que vivem no pecado, elas necessitam do nosso apoio, pois estão paralisadas pelo pecado, e por isso não podem caminhar. Nosso Senhor, deixou-nos o maior exemplo: Ele ia de casa em casa para evangelizar e curar os enfermos. Sigamos suas pegadas.
A Igreja que não evangeliza deve ser chamada de outra coisa, menos de Igreja. Hoje existe igreja para todo gosto, algumas são piores que clubes exclusivistas. Humanamente falando, ser sócio de um clube ou agremiação torna-se bem mais salutar pelo esporte e lazer oferecidos, a participar de algumas reuniões egocêntricas meramente religiosas.
Infelizmente a politicagem dentro da Igreja está sufocando a principal missão ordenada por Cristo: “ide e fazei discípulos”. Muitos líderes religiosos não se preocupam com as multidões que vivem na sarjeta do pecado. A prioridade deles é o interesse próprio. Isso lembra a Europa, o berço da reforma protestante, que vem sofrendo desse mal há anos. Ela transformou-se num continente pós-cristão e apóstata. Hoje, o estado de morbidez não é um problema local, mas, mundial. A apostasia é um sinal da volta de Jesus (1Tm 4.1).
A igreja que conserva a doutrina dos Apóstolos, não fica morgada nas “arquibancadas” a ver milhões de humanos digladiando-se à semelhança dos torcedores de um clube de futebol. Não foi para isso que o Senhor Jesus constituiu a igreja; mas, para levar o “remédio” aos dilacerados pelo “gladiador”.
Portanto em que posição nos encontramos: sobre a ponte jogando as “cordas” da salvação aos que estão descendo ao abismo; ou do lado de baixo em direção ao inferno? “Se não fizermos nossa parte agora, e se quisermos fazer amanhã, talvez não dê mais tempo”. (Andressa Barragana). Abracemos a missão que o Senhor nos incumbiu. Maranata.
Miss. Clésio

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

UM GRANDE AVIVAMENTO NA AD DE NOVA CRUZ

A Assembléia de Deus na cidade de Nova Cruz, sob a responsabilidade do Pr. Francisco Flávio Epifânio, visando à expansão do Reino de Deus, recebeu a equipe da Revista O Caminho da Salvação, para a implantação do EBL - Estudo Bíblico no Lar.
Depois que os irmãos ouviram os palestrantes dentro do templo, pela manhã e tarde, saíram às ruas à aula de campo. Todos ficaram impressionados com a forma de abordagem, e da receptividade das pessoas que aceitaram o curso bíblico em suas casas. A Igreja pôde contemplar, verdadeiramente, que as almas estão sedentas a ouvir a Palavra de Deus. Já é comprovado desde o princípio, que quando a Igreja se dispõe ao modelo de evangelização praticado e ensinado por Cristo aos seus discípulos, não tem como dar errado.
A proposta central da Revista O Caminho da Salvação, é a evangelização fora das quatro paredes do templo, conforme o padrão bíblico. Quem ler as Santas Escrituras sabe que esse é o nosso papel como igreja do Senhor. Quem não brilha nas trevas, ainda não é igreja, infelizmente. É como disse o Senhor: “...Portanto, se a luz que está dentro de você são trevas, que tremendas trevas são! (Mt 6.23). “A Bíblia não manda que os pecadores procurem a igreja, mas ordena que a igreja saia em busca dos pecadores” (Billy Graham).
Desde já agradecemos ao Pr. Flávio e sua família, e, também, a todos os irmãos, pelo carinho com que nos acolheram. Caso precisem de mais algum apoio, estamos à disposição.
Concluímos com as palavras do Apóstolo Paulo: “Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de Cristo, para que assim, quer eu vá e os veja, quer apenas ouça a seu respeito em minha ausência, fique eu sabendo que vocês permanecem firmes num só espírito, lutando unânimes pela fé evangélica, sem de forma alguma deixar-se intimidar por aqueles que se opõem a vocês. Para eles isso é sinal de destruição, mas para vocês de salvação, e isso da parte de Deus; pois a vocês foi dado o privilégio de não apenas crer em Cristo, mas também de sofrer por Ele, já que estão passando pelo mesmo combate que me viram enfrentar e agora ouvem que ainda enfrento” (Fl 1.27-30) – (Referências bíblicas da versão NVI).
Miss. Clésio Ursulino e Pb. Francisco Gomes

domingo, 1 de fevereiro de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO CHEGA A CERRO CORÁ

A Igreja Assembléia de Deus em Cerro Corá, que está sob a liderança do Pr. Joel Avelino, abraça o projeto de Estudo Bíblico no Lar (EBL). Nós que formamos a equipe da Revista O Caminho da Salvação, reconhecendo a honra e o acolhimento dispensados a nós pelo Pastor Joel, por sua esposa Iracema, por seus filhos e, também, pela igreja do Senhor naquela localidade, desde já agradecemos de coração o apoio e o carinho a nós dispensados. Que Deus dê em dobro a todos vocês, tudo quanto foi feito em nosso favor.
O treinamento dado aos irmãos dentro do Templo, iniciou-se na sexta-feira à noite, e continuou no sábado pela manhã. A aula de campo, que aqueles irmãos receberam, mostrou-lhes como se aborda uma família para o curso bíblico em sua residência. Os irmão ficaram encantados com a estratégia, e perceberam que esse trabalho é muito importante, pois viram que as pessoas estão sedentas de Deus. É comum alguma pessoa apresentar dificuldades ao tratar-se de um curso bíblico, e, ainda mais, na casa da própria pessoa, porém, depois de certos argumentos, elas acabam cedendo.
        Após o treinamento, a equipe se reuniu no templo para avaliar o trabalho realizado, e corrigir algumas falhas consideradas normais.
Parabéns ao Pr. Joel, que Deus seja sempre contigo e com toda a igreja, e dizemos com muita sinceridade: o senhor realmente foi escolhido por Deus para pastorear. Estamos orando a Deus pelo senhor, por sua família e a Igreja, e pedimos que não deixem de levar o curso bíblico aos lares. Que esta Igreja venha ser um modelo para todas as outras coirmãs, em praticar a obra que o Senhor Jesus fez e mandou-nos fazer: evangelizar de casa-em-casa, e de aldeia-em-aldeia. A Revista O Caminho da Salvação foi feita para esse propósito, aproveite bem e, com certeza, os frutos virão. Parabéns para toda a Igreja de Cerro Corá.

Miss. Clésio Araújo e o Pb. Francisco Gomes.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

CRONOLOGIA BÍBLICA

A cronologia bíblica do Antigo Testamento é incerta. Até hoje não se tem uma definição concreta dos fatos para cômputo do tempo antigo. Os escritores da Bíblia cuidavam apenas em registrar os acontecimentos históricos que julgavam mais importantes. Já os assírios e os babilônios tinham certo cuidado em anotar algumas datas eventuais, porém, até onde se conhece, não há uma época eventual que sirva de apoio e referência para se ligar os fatos posteriores. Geralmente as datas eram anotadas ao começar o reinado de um monarca, mas, também, eles não tinham a uniformidade sequencial dos registros das datas. Por isso a cronologia bíblica está sujeita a sofrer interpretações diversas.
Apesar de tão poucas informações quanto ao tempo inicial da família judaica, podemos ter uma noção cronológica aproximada com base na história bíblica. O historiador Flávio Josefo, em um trecho do seu livro, diz:
“… pela história que escrevi em grego, sobre o que se passou durante cinco mil anos, que parece, pelas nossas Santas Escrituras, que nossa nação judaica é muito antiga…” [História dos Hebreus - pág. 1427].
(Fig. A)
A contagem cronológica a partir de Cristo a Adão é feita na ordem decrescente. Ao analisar esse período, com base em algumas informações do Antigo Testamento, calcula-se quatro mil e quatro anos aproximadamente. Esse período ao ser confrontado com outras pesquisas, é muito divergente, por conseguinte os cálculos não merecem muita confiabilidade. Conforme os dados no livro de Gênesis - capítulos cinco e capítulo sete, versículos seis e onze - podem ser vistos o somatório dos anos que abrange desde a criação do homem até ao dilúvio. No quadro ao lado (Fig. A), vemos que se passaram dez gerações de Adão a Noé, e essas gerações se delimitam num período aproximadamente de 1656 anos.
Para melhor compreender a formação do calendário da Era atual em que vivemos, tomaremos por base a fundação de Roma em 753 a.C. A contagem do calendário romano desde sua fundação em direção ao nascimento de Cristo é na ordem crescente (1,2,3,4,... ,753), porém do nascimento de Jesus em direção à fundação de Roma, a contagem é na ordem inversa. Em outras palavras, Jesus é o centro do calendário, onde podemos ver a história dividida em dois tempos: antes e depois de Cristo.
Não se sabe o ano em que Herodes, "o grande", morreu. Segundo alguns historiadores, ele morreu no ano 749 do calendário romano, já outros acham que foi no ano 750. Sabe-se pela Bíblia que ele antes de morrer, mandou matar todas as crianças de dois anos abaixo. Sua intenção era eliminar aquele que havia nascido em Belém da Judeia - Jesus:
Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos” (Mt 2.16).
(Fig. B)
Portanto o ano um (1) do nosso calendário deveria coincidir com o ano 747 (749 – 2 = 747) ou 748 (750 – 2 = 748) do calendário romano, e não com o ano 753, como foi calculado por Agostinho. Uma dessas duas datas seriam o primeiro ano do nascimento de Jesus. Já que o primeiro ano da Era cristã foi baseado no ano 753 de Roma, temos aproximadamente cinco anos de atraso no calendário atual. Por esse tempo, Jesus já estava com mais ou menos cinco anos de idade, logicamente. Quando se diz que Jesus nasceu no ano 5 a.C., é porque está se referindo aos anos anteriores que não foram computados (753 – 748 = 5 anos). Talvez o quadro acima (fig. B) ajude esclarecer um pouco mais. Que Deus seja conosco. Amém.

Miss. Clésio Araújo

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A FÉ EM O NOME DE JESUS

O médico Lucas relata no capítulo três de Atos, logo após o milagre do paralítico que pedia esmola na porta do templo em Jerusalém, o segundo discurso público de Pedro. Ele, mais uma vez, descreve os acontecimentos que envolveram a relação dos dois mais citados discípulos de Jesus: João e Pedro com alguns israelitas após a ressurreição de Jesus. Através de muitas minúcias, Lucas transmite uma mensagem bastante firme ao mostrar detalhes riquíssimos desses fatos. No milagre do paralítico que era levado à porta do templo para pedir esmolas todos os dias, o médico deixa muito clara a convicção do apóstolo Pedro de não poder atender a solicitação do mendigo que lhe pede uma esmola, pois ele não possuía recursos para dirigir ao necessitado algum tipo de ajuda. Porém ele pede ao paralítico que olhe para eles. E a expectativa do pedinte aumentou, pois aguardava alguma coisa deles. Porém, naquela tarde, ele não receberia algo da parte de Pedro e João, mas da parte de Jesus Cristo, o Nazareno. Pedro disse-lhe: “Levanta-te e anda.” A fé em o nome de Jesus deu-lhe perfeita saúde. (At 3.16).
Lucas narra que os pés e os artelhos do homem se firmaram, ele pôs-se em pé e entrou no templo com Pedro e João saltando, andando e glorificando a Deus. Não sabemos se o apóstolo Pedro já havia, em outra ocasião, encontrado aquele homem na porta do templo, mas, provavelmente, pelo fato de ele ser levado todos os dias para aquele lugar, não era um desconhecido. Visto que ele também frequentava o templo nos momentos de oração constantemente. O dia do milagre daquele paralítico chegou. Deus não o queria esmolando e livrou-o daquela situação humilhante. Isso nos faz pensar que Deus tem as respostas para toda necessidade humana e na hora certa ele vai agir e operar o milagre que precisamos. A graça de Deus é dada a toda humanidade. Ainda hoje, precisamente, nesse exato momento, Ele está realizando tantos outros milagres, atendendo as mais diversas carências em todo mundo. Ele não se cansa nem se fadiga e não há limite para seu amor. O mais surpreendente foi a reação daqueles que conheciam o coxo que fora curado. “Eles ficaram cheios de pasmo e assombros” por verem o paralítico curado. Talvez buscassem entender como aquilo se realizara e de onde veio o milagre que o tornara são.
No alpendre de Salomão, o povo encontrou o ex-coxo junto com Pedro e João. O olhar da multidão para eles já os preocupava, pois parecia querer atribuir tal feito a eles. Porém Pedro os advertiu que o milagre operado na vida do paralítico de fazê-lo andar não foi pela sua própria virtude ou santidade. Porém aquele milagre se realizou pela fé em o nome de Jesus. É importante salientar que Pedro não focou a cura do paralítico como resultado de seu mérito ou poder de influência com Jesus. Ele destinou toda a glória para aquele que tem todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18). Ele tinha perfeita consciência de que fora chamado por seu Mestre e enviado ao mundo para ser apenas testemunhas de sua morte e ressurreição. Jesus não o comissionou para ser um fazedor de milagres e atrair muita gente após si. Portanto ele inicia um belo discurso e, pela segunda vez, aponta Jesus Cristo como a razão para tão grande poder entre eles.
Naquele momento, todos, ao ouvirem o discurso de Pedro, pareciam se sentir em um banco de réus. Mas foram aliviados em seus sentimentos, por serem vistos pelo apóstolo Pedro como ignorantes em suas ações. Em vez de ficar lançando culpa sobre os seus coirmãos, ele convoca-os ao arrependimento e à conversão para que o perdão de Deus chegue até eles. Além disso, Pedro lembra-lhes as Escrituras acerca do que elas informam sobre Jesus. Portanto leva-os a compreender que ainda existe um pouco de tempo para que se arrependam e revela-lhes que o Cristo ressuscitado foi enviado primeiro a eles para abençoá-los. (At 3.26).
Ainda hoje, a cura divina e a intervenção miraculosa de Jesus são efetuadas, Ele pode restaurar tanto física quanto espiritualmente a humanidade desmoronada, pois Ele não mudou. (Hb 13.8). Porém estão acontecendo muitas coisas esquisitas em movimentos ditos evangélicos, por alguns líderes religiosos, principalmente, nas últimas duas décadas. Esses se preocupam muito mais em divulgar o nome das suas instituições, e a exaltação dos seus próprios nomes. Eles manipulam com técnicas e muitas charlatanices alguns incautos que se submetem à maldade e ao engano de seus corações. Jesus já nos advertiu que tivéssemos cautela com os tais, eles estão em muitos lugares, espalhados em todo o mundo (Lc 21.8). O apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, certifica-o dos falsos líderes que surgirão, mas orienta-lhe sofrer as aflições de Cristo como um bom soldado. (2Tm 3.1-5; 2Tm 2.3).
Que Deus nos ajude a discernir, pelo Espírito Santo, as astutas ciladas do enganador de nossas almas. Entreguemos toda a nossa vida ao Senhor dos senhores, pois estará para sempre conosco e não poderá morrer jamais. (Mt 28.20b).
Pb Francisco Gomes

TRABALHEMOS ENQUANTO É DIA

O Caminho da Salvação chegou a mais uma igreja do interior do nosso Estado. Dessa vez foi a AD na cidade de Maxaranguape/RN, pastoreada pelo Pr. Joaquim Delfino. Após as orientações dadas aos irmãos daquela igreja, saímos às ruas à aula de campo. Essa é a parte principal do nosso trabalho, pois iremos praticar aquilo que ensinamos. Na aula de campo é onde se aprende as estratégias de abordagens às pessoas que não conhecemos. Das famílias que abordamos em Maxaranguape, todas aceitaram o estudo bíblico em suas casas, o aproveitamento foi cem por cento, graças a Deus. É trabalhando que se aprende, não adianta aulas e mais aulas, cursos e mais cursos sem praticar.
As cinco lições bíblicas da revista O Caminho da Salvação são bastantes elementares, basta tão somente fazer a leitura do conteúdo, e seguir a ideia central do texto em apreço. Ao ministrar cada aula, sem fugir do assunto principal, com certeza os resultados virão. Lembre-se: não trate de outro assunto fora de cada lição.
Se você tem desejo de evangelizar, agora pode realiza-lo adquirindo as revistas O Caminho da Salvação. Temos a do discipulador e a do aluno. Você pode fazer o seu pedido pelos telefones (84) 8737.0605, (84) 9666.8284, ou ir até a livraria O Mundo dos Evangélicos em Natal/RN, no bairro do Alecrim.
Miss. Clésio Araújo e o Pb Francisco Gomes.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A CONTÍNUA PRESENÇA DE JESUS

O médico Lucas é o narrador do livro Atos dos Apóstolos. Baseou sua narrativa em testemunhos e fatos apresentados pelos apóstolos de Jesus. Ao iniciar sua narrativa, em (At 1.1-3), o evangelista menciona uma relação muito íntima de Jesus com seus discípulos e aponta momentos de elevada comunhão entre eles. Seus escritos são dirigidos a Teófilo e, logo, no primeiro versículo, afirma que os fatos narrados são um tratado. Ou seja, um estudo minucioso de tudo que Jesus começou não só fazer, mas a ensinar (At 1.1). Note que a ênfase dada por Lucas naquilo que deseja mostrar a pessoa a quem dirige sua pesquisa está tanto no ensinar quanto no fazer de Jesus.
O que ele pretende focar nesse livro é que o interesse a ser despertado em seus leitores deve ser o aprender como o fazer de Jesus se realizava. E nesse caso, por isso precisou mostrar a expansão rápida do evangelho e o crescimento de seus seguidores que se espalhou da Judéia até Roma.
O fazer de Jesus é uma ação que continua na vida de seus discípulos e que ainda pode ser aprendido nos dias atuais. Não se trata de uma situação do passado, mas acontece no presente e se estende para o futuro. Ele diz: não só fazer, mas a ensinar. Note que a ordem entre os verbos fazer e ensinar nos permite a leitura de ensinar enquanto se faz.
Jesus ensinava suas ações à medida que as tornava práticas. Por isso que Lucas, em princípio, narra os fatos, em seu primeiro tratado, as ocorrências de seu ministério terreno. No primeiro momento, ele apresenta a Teófilo, entre algumas outras coisas, vários sinais, milagres e maravilhas feitos por Jesus. Enquanto que, no segundo momento, no livro dos Atos dos Apóstolos, ele fala dos atos de Jesus ressuscitado, através do Espírito Santo. Isso deveria chamar a atenção de Teófilo para que ele entendesse que Espírito Santo levaria os discípulos de Jesus a continuarem seu poderoso ministério.

No versículo segundo, é nos dito que Jesus deu aos apóstolos que escolhera mandamentos pelo Espírito Santo. Mas o que Jesus ensinou a seus discípulos fazerem? Que instruções foram essas? Como deveriam realizá-las? Note que Ele não ensinou nada mais além do que já havia dito no seu convívio com seus discípulos antes da ressurreição. Quando estava com eles certa vez, notificou-lhes que enviaria o Espírito Santo para lembrar tudo o que lhes havia dito. Com isso entendemos que se havia necessidade da lembrança de seus ensinos era porque seria a vez dos discípulos serem levados pelo Espírito Santo a realizar a obra de Deus à medida que eram também ensinados. Veja que, em um momento da vida ministerial de Cristo, antes de sua morte e ressurreição, aos discípulos foi revelada a salvação de Deus. Porém, após sua ressurreição, eles deveriam lembrar-se de todas as coisas já lhes ensinadas e a principal delas era que Jesus é o fundador da fé cristã e que a estratégia das ações a ser continuada é dada por Ele. O desejo de Jesus é que a fé cristã prolifere abundante e rapidamente em uma ação que se estabeleça em todo o mundo, a prioridade da pregação de seu evangelho para o conhecimento e salvação de toda criatura. 
Portanto o Salvador está vivo e os guiará no caminho da salvação nas ações necessárias a serem feitas até a consumação dos séculos. Sua presença permanecerá para sempre com eles.
Pb Francisco Gomes

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO EM IPANGUAÇU


A equipe da Revista O Caminho da Salvação esteve em Ipanguaçu/RN (17 e 18/01/2015) implantando o Estudo Bíblico no Lar (EBL). Foi um trabalho brilhante realizado juntamente com os irmãos da Assembléia de Deus, pastoreada pelo Pr. José Gildenor da Silva. Aquela Igreja agora pode contar com um projeto de evangelização eficiente e eficaz até ao seu arrebatamento.
Aconselhamos aos que irão evangelizar, revestirem-se das armaduras de Deus (Ef 6.10-18), e também crescerem mais e mais na graça e no conhecimento da Sua Palavra. O Apóstolo Paulo diz que é perseverando nestas coisas que salvar-nos-emos e salvaremos também aos que nos ouvem (1Tm 4.16). Lembremo-nos de que se essas virtudes não estiverem, em primeiro lugar, nas nossas vidas, por mais que tenhamos um projeto de evangelização bem elaborado, o fracasso será inevitável.
Ficamos maravilhados com a receptividade do Pr. Gildenor, também da sua família, e de todos os irmãos presentes naquele treinamento. Ao sairmos às ruas para treinamos os grupos evangelizadores, o pastor Gildenor foi conosco também, para ver como se fazia o agendamento de estudo bíblico nos lares. Os irmãos em Cristo daquela igreja estão de parabéns, pois quando o pastor põe a mão no arado na direção do Espírito Santo de Deus, a igreja cresce em número e em qualidade. Isso pudemos ver na AD de Ipanguaçu. É muito importante quando o pastor marca presença fora das quatro paredes do templo, para fazer o que Cristo ordenou; mas, infelizmente, muitos não têm essa coragem, acham que sentados em uma poltrona, só mandando os outros irmão evangelizarem, pensam que estão evangelizando também. Oremos ao Senhor para que envie obreiros para Sua seara.
Agradecemos em primeiríssimo lugar ao Senhor Jesus Cristo por nos conceder essa rica oportunidade. Também agradecemos ao Pr. Gildenor da Silva, sua família, e a todos os irmãos pelo caloroso afeto. Estamos orando por todos vocês.
Miss. Clésio Araújo e o Pb Francisco Gomes