EVANGELIZE ENSINANDO

Esta é uma ferramenta apropriada para a Igreja alcançar às pessoas não-crentes para Cristo. É mais que um folheto evangelístico: é um curso bíblico nos lares. São apenas cinco lições aplicadas em cinco encontros, conforme a disponibilidade dos que vão ensinar e dos que irão receber as aulas em suas casas.

Primeiro comece por sua casa se for necessário. Em seguida, por seus amigos, por fim, consulte o guia de orientação da revista e veja como alcançar as pessoas que você não conhece.

Portanto eis uma oportunidade para quem deseja evangelizar. Quando se ensina a Palavra de Deus, ficamos conscientes de que praticamos um evangelismo eficiente e eficaz.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

GUIA DE ORIENTAÇÃO

Clésio
O planejamento deve ser um pré-requisito em qualquer atividade na vida, principalmente na área em que as potestades do mal imperam. As orientações abaixo irão ajudá-lo a obter excelentes resultados na evangelização.
1. Por onde começar?
ü  Primeiro identifique os que estão dispostos a evangelizar;
ü  Forme grupos de duas pessoas (três no máximo);
ü  Mapeie a área, faça as divisões e distribua entre os grupos;
ü  Inicie as aulas na sua casa, isto é, na casa de cada pessoa do grupo;
ü  Aqueles que não formaram grupos, se possível ceder suas casas;
ü  Convide com antecedência o máximo de pessoas que puder e quiser;
ü  Na véspera, ligue para confirmar a presença dos convidados;
ü  Na sua casa, não é aconselhável você ensinar, convide outro grupo;
ü  Ofereça também esse estudo bíblico a um parente ou a um amigo;
ü  Para alcançar as pessoas desconhecidas, utilize a pesquisa de campo;
ü  No mapa, sinalize as casas com as cores da legenda. Veja Ex.:
Legenda:  O Aplicando as lições        O Estudo concluído                   
2. COMO FAZER A PESQUISA?
ü  Tire cópias do questionário que está neste folder;
ü  Escolha um horário adequado e locais convenientes;
ü  Mantenha o respeito, a boa aparência e uma roupa que vista bem;
ü  Cumprimente as pessoas de forma sorridente e se identifique;
ü  Leia as perguntas com voz audível e tente agendar o estudo;
ü  Fale que está fazendo uma pesquisa sobre a segurança da comunidade;
(Obs.: Isso é uma estratégia apenas para quebrar o “gelo”, o objetivo é o estudo bíblico. Se já conhece a pessoa, não precisa de pesquisa, crie um ambiente e vá direto ao assunto)
3. APLICANDO AS LIÇÕES
ü  Antes de cada encontro, ligue para confirmar, chegue no horário marcado;
ü  Ao entrar na casa, espere ser convidado para se sentar;
ü  Distribua uma revista para cada participante;
ü  Evite a curiosidade de ficar olhando os móveis ou objetos;
ü  Evite ficar sozinho com a pessoa do sexo oposto;
ü  Se houver objeções ao ensino, não debata, responda dentro da Bíblia;
ü  Não debata religião, futebol, política, etc., concentre-se na lição;
ü  Não responda perguntas cujo assunto esteja em outra lição;
ü  Não misture os assuntos: fale a 1ª lição; a 2ª; e assim por diante;
ü  Durante o estudo, o auxiliar deve ajudar a ler a Bíblia, se necessário;
ü  Se o aluno não tiver Bíblia, empreste a sua no momento do estudo;
ü  Seja objetivo, evite tomar mais que o tempo necessário (50 minutos);
4. FINALIZANDO O CURSO
ü  Convide as pessoas para aceitarem a Cristo;
ü  Não insista, quem as convence é o Espírito Santo;
ü  Convide-as para receberem o certificado na congregação;
ü  Tire fotos como lembrança durante a entrega de certificados;
ü  Convide os familiares à cerimônia, além de outras pessoas;
ü  Continue orando pelas pessoas visitadas para que:
·        A Palavra plantada no coração venha nascer, crescer e dar frutos;
·        O Espírito Santo as convença do pecado;
·        Toda força do inimigo contra elas sejam destruídas; e
·        Cristo seja o Senhor de suas vidas. Amém.
5. OBSERVAÇÕES FINAIS
1) Geralmente aos cultos comparecem algumas pessoas que não são do nosso convívio cristão. Aproveite a oportunidade e ofereça o curso bíblico O Caminho da Salvação em suas casas, caso haja aceitação, é só agendar;
2) Os crentes que moram em condomínios fechados, aproveitem as reuniões dos moradores e utilize o questionário da revista ou outro de sua preferência, tente agendar o curso bíblico O Caminho da Salvação.
3) Ao terminar de ensinar essas lições, agradeça a todos que concluíram o curso bíblico. Lembre-se de agendar o dia da entrega do certificado que deverá ser entregue na igreja preferencialmente.
4) Convide-os a participarem da Escola Bíblica Dominical. Se alguém tiver interesse, anote seus dados e entregue ao responsável da sua congregação para ele tomar a devida providência.
Assacioação Internacional o Caminho da Salvação
ASSINCS

terça-feira, 8 de abril de 2014

DESPERTA, ESTAMOS NA ÚLTIMA HORA

Miss. Clésio
Porque o Reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha... E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou-lhes: por que estais ociosos todo o dia? Disseram-lhe eles: porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo”. (Mt 20.1,6,7).
Esta parábola trata de convidar trabalhadores à vinha. Ela nos ensina que para pertencer ao Reino dos céus não depende de méritos humanos, ou seja, quem fez mais, ou quem fez menos, mas, simplesmente, de quem atende ao chamado do Senhor. Oh, que grande oportunidade Deus nos concede! Desde o início do dia (fase inicial da igreja) até hoje (hora undécima ou última hora), o Senhor nos chama à vinha. Não podemos limitar esse dia a vinte e quatro horas, pois o tempo aqui está no sentido figurativo. Aliás, “um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia” (2Pe 3.8). Sabemos que Deus começou a chamar os trabalhadores desde o patriarca Abraão, porém, o dia e as horas de que trata essa parábola, iniciou-se com o nascimento de Jesus, e só findará quando ele arrebatar a sua igreja. De lá até hoje, o “Pai de família” (Deus) vem nos alertando: “por que estais ociosos todo o dia”? O escritor aos Hebreus, diz: "Deus antigamente falou muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho".
Alguns pregadores dizem que Deus não chama desocupados à sua obra, até utilizam como referência alguns personagens do Antigo Testamento: Moisés, Davi, Gideão, entre outros. É verdade que eles estavam ocupados; porém Deus chama também os ociosos, conforme vemos na parábola. Agora, depois de atendermos ao chamado e tendo posto a mão no arado, não devemos olhar para trás, pois Deus não tem prazer nos que recuam e “maldito aquele que fizer a obra do Senhor fraudulosamente” (Jr 48.10).
Nos dias hodiernos, há muitos crentes ociosos, acomodados, dementes e improdutivos, mesmo assim, ainda se consideram servos do Senhor! Quem já viu isso? Quem gostaria de ter um servo inútil? Na parábola dos talentos, vemos ali um “servo” desse tipo, porém, o Senhor lhes diz: “mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei; devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o que é meu com os juros... Lançai-o, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes”.
Desperta, estamos na última hora, será que não vês os sinais? Hoje não há mais nenhum sinal a se cumprir ante o arrebatamento da igreja, estamos contemplando o iminente retorno de Jesus. Os sinais indicam que Jesus está voltando! Se há dois mil anos o escritor aos Hebreus dissera ser os "últimos dias", o que diria se estivesse conosco? Não desperdicemos esta oportunidade, hoje o Senhor nos convida a trabalhar na sua vinha, pois muitos estão lá fora precisando saber que estamos na última hora.
Quero citar duas profecias bíblicas do Antigo Testamento que se cumpriram literalmente nessas "últimas horas": (a) O profeta Isaías (700 a.C.) proferiu a seguinte mensagem: “Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos.” (Is 66.8). Nessa época Israel estava muito fragilizado, o reino do norte já não existia. O reino do sul posteriormente havia sido desterrado para Babilônia (596 a.C.) e após setenta anos de cativeiro, retornou para Jerusalém. Poucas tribos de Israel, mais precisamente a de Judá, da qual descende Jesus, permaneceu em Jerusalém até o ano 70 d.C. A partir dessa data, Israel foi varrido da sua terra, ficou sem pátria; mas, Deus, que não dorme, cumpriu com a sua Palavra e fez nascer uma nação num só dia. Foi exatamente em 14/05/1948 que Israel tornou a ser outra vez uma nação. O versículo quinze (Is 66) diz que quando Deus estabelecer Jerusalém e o reino messiânico (no milênio), ele também virá com juízo contra os seus inimigos (ver Zc 14.3; 2Ts 1.7-9; Ap 19.11-21). (b) A outra citação é do ano 535 a.C. O Senhor disse ao profeta Daniel: “tu, porém, Daniel, encerra as palavras, e sela o livro, até o tempo do fim; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará”. Essa profecia se cumpre literalmente nos dias atuais (o tempo do fim). Lembrando que os últimos tempos foi inaugurado por Cristo, também chamado de "era cristã", ou "tempo da Graça", ou ainda "últimos dias", porém, "o tempo do fim" na profecia de Daniel, está associado a outro fato real: à ciência que se multiplicou em nossos dias. Esse "tempo do fim", é o fim da era cristã que Cristo inaugurou. É notório de todos nós que a explosão tecnológica ocorreu no século XX, após a segunda guerra mundial. Os meios de comunicação que temos hoje, não existiam antes desse século. Precisamos entender que o mundo mudou em todos os aspectos, e muito em breve entrará num colapso jamais visto. Deu pra você acordar?
A ociosidade contribui na diminuição do tempo de vida do corpo humano e também tem deixado muitos crentes com caquexia espiritual. Levanta-te, "aí vem o Esposo, saí-lhe ao encontro"! Vamos pôr azeite nas candeias e anunciar ao mundo que Cristo está voltado. Estacionamos em modelos de evangelização herdados que necessitam ser corrigidos. São paradigmas esgotados que já não conseguem responder novos desafios do mundo contemporâneo. Precisamos evangelizar conforme o modelo que Cristo ensinou. O Senhor continua a dizer: “por que estais ociosos todo o dia? Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. Os sãos não precisam de médicos, mas os doentes”. Estamos na última hora!
Miss. Clésio U. de Araújo

sexta-feira, 7 de março de 2014

COMO SER AMIGO DE JESUS?


Será que poderíamos dizer que alguém é amigo de outrem, pelo fato desse alguém sempre ajudá-lo? Eu diria que sim? E se alguém pedisse algo a outrem e este não o atendesse poderíamos chamá-lo de amigo? Eu diria que não. Isso foi exatamente o que Cristo mostrou nas seguintes passagens da Bíblia:

"Ide, ensinai todas as nações... Ensinando-as a guardar todas as coisas, que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mateus 28.19,20). Agora leia a conclusão de Jesus em João 15.14: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando". Pare um pouco e reflita a seguinte pergunta: você pode dizer que é amigo de Jesus sem atender ao seu mandado? Não precisa responder.

Quando somos amigos de Jesus, nosso melhor amigo, ao pedirmos alguma coisa a Deus em seu nome, ele nos concede (Jo 15.16), isso é maravilhoso. Lembremo-nos do nosso Criador enquanto temos forças, pois nossa vida é como uma sombra que passa. Quando não pudermos fazer mais nada, ou por causa da muita idade, ou outro impedimento qualquer, ficaremos tranquilos por termos feito o que Cristo mandou, e assim partiremos tranquilos, na certeza de que ouviremos no final de tudo: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25.34).

A revista O CAMINHO DA SALVAÇÃO traz cinco lições importantíssimas extraídas da BÍBLIA para você evangelizar. Reúna-se com a família, ou parentes ou amigos para ensinar a Palavra de Deus. Essas pessoas, depois de ensinadas, poderão fazer o mesmo que você fez.
Se você tem desejo em evangelizar, envie um e-mail para mim, disponho-me a ajudá-lo no que estiver ao meu alcance. Acesse este endereço, é só clicar  - clesio.5455@yahoo.com.br

SHALOM ADONAI
Miss. Clésio

segunda-feira, 3 de março de 2014

EBL - ESTUDO BÍBLICO NOS LARES, AD DE JARDIM AMÉRICA

Mais uma congregação da AD no setor IV, dirigida pelo Pb Álisson, adere ao modelo de evangelização iniciado por Jesus Cristo há dois mil anos, que é ir de aldeia em aldeia e de casa em casa. A obra da evangelização no mundo só foi possível quando Deus enviou o Espírito Santo no dia de pentecoste, e só cessará quando Cristo arrebatar sua igreja.
Miss. Clésio e o Pb Francisco
A partir daquele dia, os discípulos cheios do Espírito Santo saíram por todos os lugares dizendo que Jesus era o Cristo, e em pouco tempo a quantidade de pessoas que se converteram causou grande admiração. Não tenho dúvida de que se a igreja da atualidade seguir o mesmo exemplo de Cristo e de seus apóstolos, os frutos certamente virão. Nosso objetivo não visa somente difundir as Boas Novas de salvação, mas treinar outras pessoas para darem continuidade ao que Jesus mandou: “ide e ensinai, fazei discípulos de todas as nações”.

O Pb Álisson, dirigente daquela congregação, além de implantar o estudo bíblico nos lares (EBL), deu o exemplo: foi o primeiro a formar o seu grupo (dois ou três no máximo) para ir de casa em casa a ensinar o caminho da salvação, Jesus. Isso serve de lição a todos os demais pastores. A igreja de Jardim América está de parabéns com esse servo do Rei.

Miss. Clésio

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

TERCEIRA EDIÇÃO DA REVISTA

Pr. Kleber e Clésio
Ev. Gonzaga
Sobre tudo que já foi realizado com a revista O Caminho da Salvação, desde 2010 quando saiu a primeira edição, eu agradeço a Deus. Centenas de vidas, tanto em Natal, como no interior do estado e em outros países (Cabo Verde, Portugal, etc.) já foram alcançadas com as cincos lições bíblicas contidas nessa revista. Louvo a Deus pela vida de todos os irmãos que ensinam a Bíblia Sagrada, através dessa literatura de cunho evangelístico, que serve apenas como bússola para direcionar os temas ali abordados.
Pr Jairo Kaylo
Aproveito esta oportunidade para agradecer a todos os coordenadores da igreja Assembléia de Deus da nossa cidade, mais precisamente ao Ev. Gonzaga Jr. e ao diretor do Departamento de Missões, Pr Jairo Kaylo, pelo apoio dado ao lançamento da 3ª edição da revista O Caminho da Salvação, que ocorreu em Candelária, ocasião em que foram discutidas algumas estratégias para a evangelização durante a copa do mundo aqui em Natal. A nossa proposta de Estudos Bíblicos nos Lares – EBL, que vem sendo apoiada pela IEADERN desde a primeira edição, agora terá uma expansão bem maior, para a glória de Deus. A todos, muito obrigado.
Miss. Clésio Araújo

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O QUE SOMOS, RAMO DA OLIVEIRA OU ERVA-DE-PASSARINHO?

Nestes últimos dias, estamos vivenciando a parábola das dez virgens: “E tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram” (Mt 25.5). No princípio, a evangelização era centrífuga e cristocêntrica, os discípulos saíam ao encontro das almas perdidas a anunciar Cristo (At 5.42). Hoje, ela tornou-se centrípeta e antropocêntrica. A maioria dos que se dizem cristãos espera que as almas venham ao seu encontro. A ambição pelo púlpito tem desviado muitos da prioridade divina: ir ao encontro das almas perdidas. A mensagem que Cristo nos deixou, ecoa mais alto do que nunca: “Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa” (Jo 4.35). A ceifa tanto pode ser de frutos bons como de maus. Em João capítulo quinze, Jesus se compara à Videira verdadeira, e nós somos seus ramos. Nesse capítulo, encontramos ramos estranhos, todavia eles são cortados e jogados fora. Mas os que brotam da Videira verdadeira não cessam de dar bons frutos.
Na natureza existem ervas parasitas que brotam da fissura do caule de outras plantas e retira dali a seiva de que necessitam. Um exemplo disso é a erva-de-passarinho, pois quando as aves se alimentam de seus frutos, suas sementes grudam em seus bicos, e para limpá-los, esfregam-nos no caule das árvores, e dali brota esse tipo de erva. Às vezes, há semelhança na cor das suas folhas com aquela árvore, porém os seus frutos são diferentes. A mesma coisa acontece na igreja, onde há pessoas que não nascem da Videira verdadeira, elas grudam em seus ramos, camuflam-se e se aproveitam, porém seus frutos denunciam o que está oculto. “Porventura se colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?” (Mt 7.16).
Portanto é hora de sair da letargia, Jesus está voltando. “Ide, ensinai a todas as nações. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!” (Mt 28.19; Jo 15.14; Rm 10.14,15). Maranata.

Miss. Clésio U. de Araújo

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O CASAMENTO AZEDOU? ADOCE!

Mis. Clésio Araújo
O casamento é uma união afetiva legal entre o homem e a mulher objetivando a formação da prole, a célula máter da sociedade. A palavra casamento vem do latim “casamentum” e é derivada do vocábulo “casa”. Quanto ao aspecto construtivo, tanto o casamento como a moradia tem alguma semelhança entre si. Para se construir um prédio, é necessário primeiro conhecer o terreno, depois se procura os órgãos públicos para liberação do alvará de licença, isso é o correto. A mesma coisa acontece quando alguém vai se casar. Primeiro se conhece a pessoa durante o namoro, depois de certo tempo é declarado marido e mulher por algum órgão oficial. Quando se constrói uma casa, não se faz para durar poucos dias, mas, a vida toda e até mais que isso; assim deve ser a união conjugal. Não é à toa que o termo acima deriva-se da palavra casa. São muitos os materiais que não podem faltar na construção de um prédio, destacaremos apenas três itens, sem eles jamais alguém poderá construir: areia, água e cimento. Para a perfeita união desses materiais, é necessário que eles estejam bem medidos e misturados, só assim poderão ser cimentados e petrificados, e dos três elementos o principal é a água para uni-los. Partindo desse princípio, podemos dizer que casar é a mesma coisa que cimentar ou petrificar, e isso só é possível se houver os os seguintes componentes: o homem, a mulher e o amor, e desses três, o amor é o principal deles para uni-los. Assim como os materiais jamais serão petrificados sem a água, a união conjugal só será possível se existir o verdadeiro amor. E existe verdadeiro amor? Vejamos:
A definição do verdadeiro amor se encontra na Bíblia: “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha” (1Co 13). Há muitos casamentos destruídos porque falta o amor verdadeiro. Na construção de uma casa se as medições dos materiais não estiverem dentro do padrão antes de aplicá-los, ela poderá desabar ou rachar. O mesmo pode acontecer no casamento, o amor é o fundamento. Como descobrir um amor falsificado? É muito fácil, é só observar se os frutos da pessoa se chocam com a definição acima. Amar não é apoderar-se de alguém para se autobeneficiar; pelo contrário, é doar-se para completar o outro, e isso só acontece se houver renúncia. Quem constrói um lar sobre as emoções, logo aparecem rachaduras na “estrutura da casa”, se não houver conserto, ela poderá cair. Não se aprende a amar trocando a cada dia de parceiro, mas, sobre tudo, mantendo o respeito mútuo. “Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida pelos seus amigos” (Jo 15,12). “Dar a vida” não quer dizer que temos que morrer em lugar de; mas viver a vida toda em prol de. “Deus nos colocou neste mundo para servir”. Às vezes reclamamos porque não somos amados, mas será que amamos primeiro? Muitos casamentos têm azedado por faltar o tempero do amor, mas não se preocupe, se o teu relacionamento chegou a esse ponto, há uma solução: reconhecer o erro, pedir perdão e começar tudo outra vez. O amor tem muitas faces: a compreensão, a aceitação do outro, falar a verdade, a paciência, a sinceridade, a fidelidade, a bondade, o perdão, etc., tudo isso deve ser o “material” para se construir uma "casa" que não se abala. Dizem que o leite quando azeda é possível transforma-lo em doce. Portanto se o teu casamento azedou, adoce com o verdadeiro amor.  

Mis. Clésio Araújo

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O PRIMEIRO NATAL

Pb Francisco Gomes
José e Maria
Quando pensamos no Natal, logo desejamos que seja sem obstáculos para lidarmos com eles. Porém o primeiro Natal para José e Maria foi de muitas dificuldades. Para José, em princípio, o Natal foi de um casamento frustrado, de uma gravidez que não lhe trouxe alegria, de ansiedade para cuidar da mãe e da criança, da falta de estalagem para Jesus nascer. Para Maria, não foi diferente, pois o Natal para ela foi de bastante desconforto. Foi a época da desaprovação da opinião pública, de uma viagem muito difícil e desconfortável para Jerusalém em um jumento e de uma relação estranha e talvez tensa com José. Portanto é possível que ao comemorarmos o Natal este ano, tenhamos algumas dificuldades também. Muitas coisas podem estar acontecendo em muitas famílias: alguém enfrentando solidão, desemprego, enfermidades, relacionamentos tensos, etc. Porém assim como José e Maria precisamos vencer os mais duros obstáculos que se apresentam em nossa vida e sermos fiéis a Deus. Lembremo-nos de que somos amados do Pai. Ele segura em nossas mãos em toda situação e Ele promete que nada vai nos separar do seu amor. Então não percamos o foco e mantenhamos nossa mente nas verdades eternas e não nas circunstâncias. Não percamos jamais a esperança em Jesus Cristo nosso Salvador. Focalizemos tudo em Jesus, pois ele está voltando e precisamos levar essa mensagem a outras pessoas. Feliz Natal!

Pb Francisco Gomes

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

JULGAMENTO DE PÔNCIO PILATOS

Miss. Clésio
“Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso” (Mt 27.24).
Toda a cidade estava alvoroçada, a pressão do povo era grande, principalmente dos sacerdotes, para eliminar a vida de Jesus que só fez o bem. Nada provava as acusações dos algozes, por isso, “desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os judeus clamavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César” (Jo 19.12). O gesto de Pilatos em lavar as mãos não o isenta da cumplicidade na tortura e na morte de Jesus. Ele fez isso para tentar eximir-se de um crime feroz, cruel e desumano, simplesmente com o objetivo de se tornar famoso. Até hoje, a maioria dos políticos (para não dizer todos) têm imitado ao longo da história, algum ato de selvageria e "doméstico". Não foi à toa em que certa ocasião Jesus chamou Pilatos de raposa, animal traiçoeiro, astucioso e oportunista, às vezes age como lobo, bicho feroz, selvagem, devorador e difícil de domesticá-lo; e, às vezes, age como cachorro, demonstrando ser amigo do homem.
A infidelidade tira a tranquilidade e a paz de qualquer pessoa. Pilatos traiu sua própria consciência, cometendo um crime bárbaro sobre um inocente. Alguns historiadores comentam que Pilatos suicidou-se. Infelizmente todos os que se levantaram contra Jesus, principalmente lideranças do povo, tiveram um final triste: ou foram assassinados, ou suicidaram-se ou foram comidos por tapurus ainda em vida.
Após lavar as mãos, Pilatos entregou Jesus para ser crucificado. Como esse tipo de morte era uma prática romana, era preciso justifica-la, então Pilatos lavrou a sentença de Jesus com base nas falsas acusações dos judeus. A seguir veja a cópia fiel do processo que Pilatos exarou e que se encontra no Museu da Espanha:
"No Ano Dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia QUINTO SERGIO, sob o regimento e governador da cidade de JERUSALÉM, PRESIDENTE GRATÍSSIMO, PONCIO PILATOS, regente na Baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS: pontífice do Sumo Sacerdote, CAIFAS: magnos do templo, ALIS AI MAEL ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos a cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME, e SIXTO RUSTO, no mês de Março e dia XXV do ano presente, – EU, PONCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e aqui-residência, julgo condeno e sentencio à morte, JESUS, chamado pela plebe – CRISTO NAZARENO – e Galileu de nação, homem sedicioso, contra Lei Mosaica – contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CESAR.
Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo á CESAR, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém.
Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, com espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM.
Mando também que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente a impedir a justiça por mim mandada, administrada e executada com todo rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano.
Testemunhas da nossa sentença:
Pelas doze tribos de Israel: RABAIM DANIEL, RABAIM JOAQUIM BANICAR, BANBASU, LARE PETUCULANI.
Pelos Fariseus: BULLIENIEL, SIMÃO, RANOL, BABBINE, MANDOANI, BANCURFOSSI.
Pelos Hebreus: MATUMBERTO.
Pelo Império Romano pelo Presidente de Roma: LUCIO SEXTLO e AMACIO CHILICIO".
Percebemos na sentença acima que Jesus foi comparado aos piores malfeitores. Ele foi julgado por duas categorias que ainda hoje se acham o dono da verdade: religiosos e políticos. Jamais encontraremos alguém capaz de julgar o Mestre dos mestres. É muito fácil enxergar defeito nos outros, difícil é olhar para dentro de si. Que Deus tenha misericórdia de nós.


Miss. Clésio Araújo

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

JESUS É SURPREENDENTE

Miss. Clésio Araújo
Pouco se sabe sobre a infância de Jesus. Nos evangelhos, lemos alguma coisa sobre a infância de Jesus: o seu nascimento; a fuga para o Egito; e, quando retornou de lá com seus pais, indo morar em Nazaré. Todos os anos ele ia à Festa da Páscoa, com seus pais, em Jerusalém. O doutor Lucas, diz que "o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele”. O último registro sobre a infância de Jesus, encontra-se capítulo 2 de Lucas. Nessa passagem, ele diz que Jesus tinha doze anos quando foi encontrado no templo entre os doutores. Até Cristo tornar público o seu ministério, passaram-se cerca de 18 anos.
José, pai de Jesus, era carpinteiro, ele ensinou a seu filho esse ofício. Segundo historiadores (BEP), Maria ficou viúva, antes de Jesus ser proclamado o salvador do mundo. Mediante esse fato, Jesus assumiu a responsabilidade em manter a sua mãe e a seus irmãos. O profeta Isaías diz que ele era homem de dores e experimentado nos trabalhos (Is 53.3). Durante sua vida aqui na terra, ele causou grande admiração.
Portanto Jesus quando criança surpreendeu os doutores; quando adulto, operou grandes maravilhas em três anos de ministério; quando julgado, ele entregou sua vida por nós, ninguém a tirou; quando pendurado na cruz, perdoou o ladrão que estava ao seu lado e intercedeu pelos pecadores dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”; quando deu o último suspiro, bradou: “está consumado, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. O centurião vendo o que tinha acontecido, admirou-se disse: “Na verdade, este homem era justo”; quando o puseram na sepultura, depois de três dias ele ressuscitou, e desafiou a força da gravidade subindo ao céu. Seus discípulos vendo aquela sena, foi surpreendido por dois anjos, os quais lhes disseram: "Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir". Vigiemos, Jesus virá de surpresa.
Miss. Clésio Araújo

BOAS NOVAS AOS POBRES

Pb Francisco Goems 
Todos os anos, em várias partes do mundo, o comércio enfeita suas portas, as ruas das cidades ficam mais iluminadas e belas e os lares se enchem de cores para comemorar o Natal. Muitas pessoas, nessa época, saem em busca de presentes para fazer a chamada confraternização pela troca deles. A indústria de brinquedos, por sua vez, aproveita o ensejo para produzir mais novidades e deixar seus consumidores mais satisfeitos pelas variedades de ofertas que lhes são apresentadas. E é nesse clima de muita festa, que a figura do Papai-Noel também ganha destaque por se apresentar muito interessada em doar presentes. Porém isso tudo destoa do verdadeiro Natal. Para entendermos a missão de Jesus Cristo, vamos iniciar analisando o capítulo quatro de Lucas no verso 18 que diz: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Em primeiro lugar, quem são os pobres a quem Jesus se refere? Pobre, na expressão de Jesus, significa aquele que é destituído de riqueza, influência, posição e honra. São os excluídos. Portanto Jesus nasceu para evangelizar os rejeitados desse mundo. Natal nada mais é do que Jesus destinando seus benefícios aos pobres. Portanto, se você não tem talentos notáveis, dinheiro para comprar roupas de grife, não pode ter o brinquedo caro que os outros têm, não é intelectualmente dotado e é uma pessoa comum, não se desespere, porque as boas novas de Jesus são destinadas a você. Só basta agora que esteja interessado no que Jesus tem para anunciá-lo. É preciso que creia que ele sabe diferenciar as pessoas, pois sabe o que cada pessoa sente na vida. Jesus vê você e sabe onde você está; creia que ele pode ajudá-lo. O interesse de Jesus por você se chama amor. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).
Ele verdadeiramente o ama e não veio a esse mundo para condená-lo, mas para concedê-lo perdão. Há apenas uma coisa: é que nós ainda somos pecadores e precisamos pagar pelos nossos pecados. Deus não tem o culpado como inocente, por isso ele enviou Jesus ao mundo com a missão de providenciar a maneira de sermos perdoados. Pelo seu perdão ele nos faz filhos dele, portanto precisamos crer em sua habilidade e no seu poder de nos livrar da condenação eterna. Jesus é nosso substituto para pagar o preço do nosso pecado. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um, muitos serão feitos justos (Rm 5.19). Pela morte de Jesus em nosso lugar, definitivamente Deus mostra que somos alvo de seu amor e não de sua ira. Pense nisso.
Pb Francisco Gomes

sábado, 14 de dezembro de 2013

ISSO É AVIVAMENTO?

Show Góspel
Em um texto postado no Facebook, o reverendo Augustus Nicodemus Lopes explica os motivos que o levam a não acreditar que o Brasil esteja passando por um avivamento espiritual.
Enquanto muitos chamam de avivamento as cruzadas de evangelização, os shows gospel, e as manifestações do Espírito, o pastor presbiteriano diz que há outros fatores a serem considerados para afirmar que há avivamento.
“Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, Estados Unidos, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários”, diz.
Vamos evangelizar????????
Outro ponto citado é referente ao mercado gospel, há muitos shows acontecendo em todas as partes do Brasil, mas para Augustus Nicodemus sobra música e falta ensino bíblico. “Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus.”
O reverendo lembra-se do avivamento da época de Esdras em Israel quando as pessoas ficaram por horas em pé somente para ouvir a Palavra de Deus. “Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias”, explica ele.
Ainda falando sobre adoração, ele afirma que “há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade”.
O despertamento dos corações também é outro fator que caracteriza o avivamento, assim como a união dos verdadeiros crentes, assim como o conhecimento da verdade do Evangelho.

“Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo”, continua Nicodemus que lamenta que muitos cristãos reformados falem pouco sobre o tema e não orem pelo avivamento no país.
Pr. Augustus Nicodemus 
Ig Presbiteriana