EVANGELIZE ENSINANDO

Esta é uma ferramenta apropriada para a Igreja alcançar às pessoas não-crentes para Cristo. É mais que um panfleto: é um curso bíblico no lar. São apenas cinco lições bíblicas que poderão ser ministradas em grupos familiares durante cinco dias alternados.

Todos os crentes em Cristo poderão começar a partir de suas casas, convidando vizinhos e amigos, e uma vez por semana o departamento de missões da sua igreja estará enviando dois evangelizadores para a explanação das lições bíblicas O Caminho da Salvação.

Evangelizar é ensinar. Quando se ensina a Palavra de Deus é impossível não haver alguma transformação na vida de uma pessoa. O ensino da Bíblia salva e edifica.

domingo, 27 de novembro de 2016

CRISTÃOS PODEM SE ALEGRAR COM A MORTE DE FIDEL CASTRO?

O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, morreu à 1h29 (hora de Brasília) deste sábado (26), aos 90 anos, na capital Havana. A informação foi divulgada pelo seu irmão Raul Castro em pronunciamento na TV estatal cubana. Ele foi um ditador sanguinário, perseguidor do cristianismo. Diante da sua morte, ousamos perguntar: “Pode um cristão se alegrar com a morte de Fidel Castro? ”.
Espero responder de forma sucinta e rápida essa questão. Respondo que depende que tipo de alegria estamos falando. Considere:
“Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva”. – Ezequiel 33.11. “Por acaso tenho algum prazer na morte do ímpio? Diz o SENHOR Deus. Por acaso não desejo que se converta dos seus caminhos e viva”? – Ezequiel 18.23
Deus não tem prazer na morte do ímpio! Porém…
…e quando um ditador assassino e maligno morre, podemos nos alegrar? Sim. Nos alegramos pela maldade cessada e pelo juízo que exalta a Glória de Deus. Porém, isso é feito de forma santa e reverente sem demasiada exaltação e irreverência, pois poderia ser conosco esse mesmo juízo. Lembre-se: Você tem a mesma natureza de um ditador. Você não possui em si nada a mais do que ele. Você apenas foi SALVO POR JESUS. O mérito é de Jesus, não seu. Cristãos não deveriam fazer piada com a morte de ninguém.
Não vemos nas páginas do Novo Testamento nenhum apóstolo ou cristão fazendo piada com a morte dos ímpios.
Mas existe alegria na morte de ditadores na escritura? Sim. Vemos louvor pelos justos juízos de Deus contra os assassinos do povo de Deus assim como Fidel.
Apocalipse 19.1-3 diz:
“Depois dessas coisas, ouvi no céu uma forte voz como de uma imensa multidão, que dizia: Aleluia! A salvação, a glória e o poder pertencem ao nosso Deus, pois seus juízos são verdadeiros e justos; ele julgou a grande prostituta que havia corrompido a terra com a sua prostituição, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos. Outra vez disseram: Aleluia! A fumaça que sai dela sobe pelos séculos dos séculos”.
E pasmem, vemos um quadro no mínimo pouco comentado acerca de Jesus. Em Apocalipse 19.13, Jesus com o seu manto salpicado com o sangue dos seus inimigos que foram mortos por Ele.
Se Apocalipse não se juntar aos Evangelhos para nos dar o quadro total sobre quem é Jesus, teremos um grande problema. Não teremos a visão geral da Escritura sobre quem é Jesus. Ele é misericordioso? Sim. Bondoso, amável, generoso e benfeitor com seus inimigos como com Paulo. Porém, Ele também julga com o furor da sua ira e irá matar seus inimigos com uma linda violência santa.
Meu convite é para que você veja o quadro geral da Escritura.
Encerro pedindo que não nos esqueçamos de algumas coisas:
1— Não nos alegramos por nos considerarmos melhores do que os ditadores assassinos.
2— A alegria que existe na morte desses ditadores existe porque sua maldade cessou.
3— Nós não somos um povo que celebra a morte pela morte e/ou que se alegra quando um ímpio não se converte.
4— Temos que ter sempre em mente que a maior alegria sempre será com a conversão.
5— Alegria plena sobre a destruição dos inimigos de Deus se dará de forma escatológica. No futuro.
6— Enquanto estamos do lado de cá da eternidade, temos que cuidar para que nossa alegria não seja pecaminosa. Temos que analisar se não estamos apenas usando a morte de um ditador apenas como um subterfúgio para nos alegrarmos na morte de um homem que era a imagem de Deus.
7— Ficamos tristes por mais um homem que morre sem conversão, desprezando Jesus, mas também nos alegramos pelo fato de sua maldade ter cessado.
Se você olha demais para os Evangelhos, eu te convido a olhar um pouco para Jesus em Apocalipse, onde Ele mata seus inimigos. Porém, se você olha somente para Apocalipse, eu te convido a olhar para os Evangelhos e ter a visão de Jesus perdoando pecadores malditos. Peço que olhe para Atos e veja Jesus salvando e amando Paulo, aquele que perseguia e matava os cristãos, assim como Fidel.
Enfim, que tenhamos a visão do quadro maior das Escrituras e não venhamos escolher apenas uma representação de Jesus em alguma parte.
Pr. Jackson Jacques
http://conscienciacristanews.com.br
(27.11.16)

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

JESUS NOS CHAMARIA DE AMIGOS?

_____“Jesus, meu melhor amigo”______
Miss. Clésio Araújo

Essa é uma frase bastante comum no meio do povo, principalmente os que creem em Jesus. Mas será que Ele nos chamaria de amigo, também? Para responder essa pergunta, vou destacar alguns versículos da Bíblia, especialmente no Novo Testamento: “vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”, (Jo 15.14).
Nesse versículo, há duas grandes verdades: 1) nem todos são amigos de Jesus; 2) só é amigo de Jesus quem fizer o que Ele manda. A preposição “SE” estabelece uma condição, isto é, serei amigo se eu fizer o que Ele manda, se não, não. Afinal de contas, o que foi que Jesus mandou fazer para sermos amigo dEle?
Antes de qualquer coisa, é bom lembrar que se não fosse as misericórdias do Senhor, ninguém mais existiria (Ec 3.22). Para nossa reflexão, citemos Mateus 5.44: “eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”
Sejamos sinceros: é fácil amar a quem nos faz o mal? O que dizer daqueles que nos fere? É fácil? Não, não é fácil. O homem desprovido da Graça de Deus, jamais terá condições de amar como Jesus amou. Alguém que prega o amor, vive uma vida de oração, só pensa em fazer o bem, mesmo assim, tal pessoa nunca sabe o que é capaz de fazer num momento de terror. Só Deus sabe. A Bíblia diz: “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os rins”, (Jr 17.9,10). 
Ouvi de um policial da reserva, um fato que aconteceu no Rio de Janeiro, o seguinte relato: “certo Pastor foi ao lazer com sua esposa e seus dois filhos, uma moça e um rapaz, e ao chegar lá, de repente foram surpreendidos por três indivíduos perigosos, e enquanto um dos elementos rendia aquele Pastor e o seu filho sob a mira de uma arma de fogo, os outros bandidos estupravam na presença do Pastor a sua esposa e a filha. Depois, obrigaram o Pastor ter ralações com sua própria filha, e o filho com sua mãe. Dias depois, a reação do Pastor não foi outra, ele contratou alguém para exterminar os bandidos, então os tais foram eliminados em poucos dias”. O que você faria no lugar desse Pastor? Essa pergunta eu fiz a um outro Pastor (conheço-o bem de perto) e ele disse: “não sei, depende muito do momento”. Realmente, somente Deus sabe, não temos a noção do que poderá acontecer num momento de terror. Já fui assaltado três vezes a mão armada, tal experiência foi muito desagradável, as imaginações foram as mais horríveis.
Todavia esta é a pergunta que não cala: mediante a tanta violência, será possível fazer o que Jesus mandou? Sim, tudo é possível ao que crê, mas não é fácil, a Bíblia não diz que é fácil, pelo contrário: "nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis", (2Tm 3.1). Quando se estar cheio da Graça de Deus, as dificuldades são superadas e o Espírito Santo de Deus nos conforta. Temos o exemplo de Jó que perdeu toda fortuna, mas Deus lhe deu em dobro tudo de volta. Não entendemos o trabalhar de Deus, tal Ser é completamente incompreensível. Ora, se não conhecemos o nosso coração, imagine o de Deus! É como está escrito: “assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”, (Is 55.9).
Até hoje ainda não vi ninguém fazer o seguinte desafio: “Sede meus imitadores”, disse Paulo, “como eu sou de Cristo”? Será que podemos fazer tamanho desafio? Se não, preparemo-nos. Estamos muito longe da realidade. Preparar-se é a palavra-chave: “prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus”, (Amós 4.12). Deus quer nos usar: hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação”, (Hebreus 3.15). Para se conquistar qualquer coisa nesta vida é necessário se preparar. O soldado só vai à batalha quando se prepara, e, se não lutar legitimamente, não é coroado, (2Tm 2.5); o agricultor ao semear, primeiro prepara o terreno, e ainda tem que cuidar bem da plantação; até as formigas se preparam, buscam o alimento no verão, antes de chegar o inverno, (Pv 6.8). 
Portanto se neste mundo é preciso força para se ter algo na vida, imagine para entrar no Reino dos céus! Vamos reler novamente Mateus 5.44: "eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem"; pra quê? "Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus". Percebam nesse versículo que para ser filho (amigo também) de Deus, é preciso praticar tudo que Jesus falou anteriormente. Querido(a), o Reino dos céus é tomado a força (Mt 11.12), ou alguém pensa que é moleza? Talvez você diga: “irmããão, pare aí... Jesus já pagou o preço por nós, agora é só vitória”. SIM, é verdade, só que existem regras, esqueceu? Quem se arrisca ser um desobediente? Que as misericórdias do SENHOR seja sobre nós. Amem.
Miss. Clésio Araújo


JESUS NOS CHAMARIA DE AMIGOS?

_____“Jesus, meu melhor amigo”______
Miss. Clésio Araújo

Essa é uma frase bastante comum no meio do povo, principalmente os que creem em Jesus. Mas será que Ele nos chamaria de amigo, também? Para responder essa pergunta, vou destacar alguns versículos da Bíblia, especialmente no Novo Testamento: “vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”, (Jo 15.14).
Nesse versículo, há duas grandes verdades: 1) nem todos são amigos de Jesus; 2) só é amigo de Jesus quem fizer o que Ele manda. A preposição “SE” estabelece uma condição, isto é, serei amigo se eu fizer o que Ele manda, se não, não. Afinal de contas, o que foi que Jesus mandou fazer para sermos amigo dEle?
Antes de qualquer coisa, é bom lembrar que se não fosse as misericórdias do Senhor, ninguém mais existiria (Ec 3.22). Para nossa reflexão, citemos Mateus 5.44: “eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”.
Sejamos sinceros: é fácil amar a quem nos faz o mal? O que dizer daqueles que nos fere? É fácil? Não, não é fácil. O homem desprovido da Graça de Deus, jamais terá condições de amar como Jesus amou. Alguém que prega o amor, vive uma vida de oração, só pensa em fazer o bem, mesmo assim, tal pessoa nunca sabe o que é capaz de fazer num momento de terror. Só Deus sabe. A Bíblia diz: “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os rins”, (Jr 17.9,10).
Ouvi de um policial da reserva, um fato que aconteceu no Rio de Janeiro, o seguinte relato: “certo Pastor foi ao lazer com sua esposa e seus dois filhos, uma moça e um rapaz, e ao chegar lá, de repente foram surpreendidos por três indivíduos perigosos, e enquanto um dos elementos rendia aquele Pastor e o seu filho sob a mira de uma arma de fogo, os outros bandidos estupravam na presença do Pastor a sua esposa e a filha. Depois, obrigaram o Pastor ter ralações com sua própria filha, e o filho com sua mãe. Dias depois, a reação do Pastor não foi outra, ele contratou alguém para exterminar os bandidos, então os tais foram eliminados em poucos dias”. O que você faria no lugar desse Pastor? Essa pergunta eu fiz a um outro Pastor (conheço-o bem de perto) e ele disse: “não sei, depende muito do momento”. Realmente, somente Deus sabe, não temos a noção do que poderá acontecer num momento de terror. Já fui assaltado três vezes a mão armada, tal experiência foi muito desagradável, as imaginações foram as mais horríveis.
Todavia esta é a pergunta que não cala: mediante a tanta violência, será possível fazer o que Jesus mandou? Sim, tudo é possível ao que crê, mas não é fácil, a Bíblia não diz que é fácil, pelo contrário: "nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis", (2Tm 3.1). Quando se estar cheio da Graça de Deus, as dificuldades são superadas e o Espírito Santo de Deus nos conforta. Temos o exemplo de Jó que perdeu toda fortuna, mas Deus lhe deu em dobro tudo de volta. Não entendemos o trabalhar de Deus, tal Ser é completamente incompreensível. Ora, se não conhecemos o nosso coração, imagine o de Deus! É como está escrito: “assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”, (Is 55.9).
Até hoje ainda não vi ninguém fazer o seguinte desafio: “Sede meus imitadores”, disse Paulo, “como eu sou de Cristo”? Será que podemos fazer tamanho desafio? Se não, preparemo-nos. Estamos muito longe da realidade. Preparar-se é a palavra-chave: “prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus”, (Amós 4.12). Deus quer nos usar: hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação”, (Hebreus 3.15). Para se conquistar qualquer coisa nesta vida é necessário se preparar. O soldado só vai à batalha quando se prepara, e, se não lutar legitimamente, não é coroado, (2Tm 2.5); o agricultor ao semear, primeiro prepara o terreno, e ainda tem que cuidar bem da plantação; até as formigas se preparam, buscam o alimento no verão, antes de chegar o inverno, (Pv 6.8).
Portanto se neste mundo é preciso força para se ter algo na vida, imagine para entrar no Reino dos céus! Vamos reler novamente Mateus 5.44: "eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem"; pra quê? "Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus". Percebam nesse versículo que para ser filho (amigo também) de Deus, é preciso praticar tudo que Jesus falou anteriormente. Querido(a), o Reino dos céus é tomado a força (Mt 11.12), ou alguém pensa que é moleza? Talvez você diga: “irmããão, pare aí... Jesus já pagou o preço por nós, agora é só vitória”. SIM, é verdade, só que existem regras, esqueceu? Quem se arrisca ser um desobediente? Que as misericórdias do SENHOR seja sobre nós. Amem.
Miss. Clésio Araújo


domingo, 2 de outubro de 2016

A ESPERANÇA É IMORTAL

Depois que Jesus subiu aos céus, seus discípulos permaneceram em Jerusalém até serem revestidos de poder no dia de Pentecostes. A partir de então, a Boa Nova de salvação foi proclamada com poder e sinais miraculosos, começando por Jerusalém, Judeia, Samaria e, por fim, até aos confins da terra (At 1.1-14).
No início, a proclamação do evangelho limitava-se apenas à cidade de Jerusalém e aldeias muito próximas. Apesar de o hebraico ser o idioma-mãe do povo judeu, o Evangelho era difundido principalmente na língua Grega, idioma predominante naquele tempo. Por essa razão, o Novo Testamento foi escrito em Grego, e isso só veio acontecer vinte anos após o Pentecostes. A construção do Novo Testamento (NT) está fundamentada sobre três âncoras: Antigo Testamento, ensinamentos de Jesus e experiências vividas pelos Apóstolos.
É provável que a maioria dos livros do NT só tenha entrado em circulação depois do concílio de Jerusalém, segundo Jesse L. Hurlbut:
“Na época do concílio de Jerusalém, no ano 50 d.C., não havia sido escrito nenhum dos livros do Novo Testamento. A igreja, para conhecimento da vida e dos ensinos do Salvador, dispunha tão-somente das memórias dos primitivos discípulos. Entretanto, antes do final deste período, 68 a.D. grande parte dos livros do Novo Testamento já estava circulando, inclusive os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas e as epístolas de Paulo, Tiago, 1 Pedro e talvez 2 Pedro, embora questões tenham sido levantadas quanto a autoria dessa última. Deve-se lembrar que é provável que a epístola aos Hebreus tenha sido escrita depois da morte de Paulo, não sendo, portanto, de sua autoria.” [História da Igreja Cristã – pág. 46].
O último livro, o Apocalipse, foi escrito por João Batista.
João encontrava-se exilado na Ilha de Patmos (Ap 1.9). Não se sabe com precisão quando ocorreu o exílio, mas, segundo Irineu (discípulo de Policarpo, que foi discipulado pelo apóstolo João), o Apocalipse foi escrito no final do primeiro século, mais precisamente no ano 96 d.C., término do reinado de Domiciano (81-96 d.C.).
No livro de Atos do Apóstolos, escrito pelo Dr. Lucas, encontra-se a história da igreja. No capítulo dois, lê-se que os irmãos eram perseverantes: “perseveravam na doutrina dos Apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações”. Vemos nessa frase quatro pontos básicos em que a igreja se fortalecia e crescia: doutrina dos apóstolos, comunhão, partir do pão e nas orações.
Quero destacar o vocábulo perseverança: todo aquele que persevera terá esperança, porque a perseverança gera a esperança. Quem persevera, tem firmeza, sabe o que quer na vida. Ainda que as coisas pareçam impossíveis, a pessoa não desiste por qualquer motivo. Temos o exemplo de Jó. Ele perdeu tudo o que possuía, até sua saúde, todavia não perdeu a confiança em Deus.
Quando lemos o livro de Jó, logo no início percebemos o grau de relacionamento que ele tinha com Deus. Depois de várias acusações por seus “amigos” (Elifaz, Bildade e Zofar), Jó declara com muita convicção: “ainda que ele me mate, nele esperarei; contudo, os meus caminhos defenderei diante dele”. Mais adiante diz: “porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros, o verão; e, por isso, o meu coração se consume dentro de mim” (Jó 13.15; 19.25-27). Paulo foi outro que muito sofreu, mas perseverou: “posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp 4.13). Em outra parte ele diz: “tudo o que foi escrito no passado foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança” (Rm 15.4).
Quem é perseverante, além de ser criativo, é também proativo. Alguém que é proativo se previne em todas as áreas. No campo material, por exemplos, podemos citar a manutenção de uma máquina, para evitar que a mesma se desmantele. No campo espiritual não é diferente: “tem cuidado de ti mesmo” disse Paulo “e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1Tm 4.16).
Outra característica de quem persevera é ser flexível, maleável, isto é, aquele que facilmente se curva. A humildade engrandece. Todavia há pessoas que não se curvam com facilidade, mesmo sabendo que erraram. Quem possui a virtude da flexibilidade é compreensivo, sabe recuar ou avançar na hora certa. Para se ter tudo isso, devemos nos esforçar, principalmente aquele que tem o temor a Deus, como diz o salmista: “afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança”. Já dizia Barão de Itararé: “Sábio é o homem que chega a ter consciência de sua ignorância. Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar”.
Muitos deixam de receber bênçãos materiais e espirituais porque não perseveram, acham que Deus não vai atendê-los. Lembremo-nos de que só herdaremos o Reino de Deus se militarmos fielmente até o fim. “Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5.7,8). Não importa o tempo que já passou, ou que ainda há de se passar, Deus não se limita ao nosso tempo, mas age no momento certo, e no seu devido tempo (kairós) que não pode ser medido. Quando Deus age dentro da sua vontade soberana, ninguém pode impedir. Não foi à toa que Jesus ensinou aos seus discípulos a oração do Pai nosso: “...seja feita a tua vontade”.

Portanto já imaginou se os heróis da fé, os primeiros cristãos, não tivessem sido perseverantes? Certamente não teriam escrito o Novo Testamento. Só fizeram isso porque tinham convicção plena que Cristo ressuscitou dos mortos e apareceu a eles antes de subir aos céus. Esperemos mais um pouquinho, pois Cristo prometeu voltar aos que creem. Infelizmente nem todos que esperam são perseverantes, mas os que são perseverantes sabem esperar.
Miss. Clésio Araujo

terça-feira, 8 de março de 2016

O SAL DA TERRA

Jesus inicia o Sermão do Monte mostrando o significado das coisas no reino de Deus e atribuindo valores relevantes àquilo que era considerado pelo pensamento humanista da época, desprezível. Pobres, mansos, misericordiosos, pacificadores, desprezados da justiça foram, por sua vez, dignos de reconhecimento e atenção em suas palavras.
Assim Jesus ensinou, em seu primeiro discurso, aos discípulos que estavam próximo a ele, a lição que revela como as coisas perdem ou ganham seu real valor. Ele usa o sal metaforicamente para chamar a atenção da responsabilidade atribuída a seus discípulos e diz-lhes: Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens (Mt 5.13).
Apesar de Ele não está fazendo nenhuma referência à deusa de Salus, à saúde, Ele fala de coisa que é do conhecimento dos discípulos. O sal, em sua época, tinha um valor importante na conservação dos alimentos e também no sabor da comida. Foi uma grande descoberta na Roma antiga. O sal era tão extraordinário que os escravos que trabalhavam nas lavouras de seus senhores recebiam-no como pagamento ou recompensa de seu trabalho. Com isso Ele desejava mostrar, em primeira análise, como as coisas podem perder significado se, em um contexto social, não cumprem seu real papel.
Imaginemos numa coisa como o dinheiro que tem um reconhecimento importante na sociedade atual, no mundo todo, se viesse a se tornar algo irrelevante, por exemplo. Sabemos que dinheiro não é fácil de encontrar, porque agrega muitos valores. Mas não é difícil em um país em que a inflação é muito alta encontrarmos, vez por outra, alguma moeda ou até mesmo uma cédula de pequeno valor por onde passamos, desprezadas. Isso ocorre muitas vezes pela desvalorização da moeda que acrescenta com o passar dos dias, meses e anos, um desgaste em seu valor real de compra.
Quando isso ocorre é necessário que se faça uma reposição monetária para atrair um significado de respeito à moeda. Isso se chama correção inflacionária. Porém a correção inflacionária, embora seja importante, apresenta diversas fraquezas da economia de um país, pois traz consigo sua instabilidade econômica. Ou seja, as perdas se acumulam tanto que deixam o salário do trabalhador irrelevante, sua rentabilidade é diminuída.  
Portanto pior ainda seria se não houvesse nenhuma reposição pecuniária aos salários. Se acontecesse, por acaso, de não haver nenhuma correção, chegar-se-ia a um momento em que o dinheiro se desvalorizava totalmente. E aí a pergunta, nesse caso, seria, para que serve o dinheiro? Como já dizia o poeta: “de que me vale um saco cheio de dinheiro pra comprar um quilo de feijão”? Sua função no mercado econômico perderia o sentido de existência por não se encontrar o valor necessário para as transações peculiares a uma sociedade econômica.
Poderíamos espalhá-lo pelas estradas e lugares por onde passássemos e não nos faria falta alguma, por causa de sua desvalorização. E aí aconteceria que passaríamos até por cima dele, pisaríamos nele, com o tempo, não acreditaríamos mais nele, sempre que olhássemos para ele sentiríamos um mal-estar terrível. Da mesma forma que o sal só serve para ser pisado pelos homens quando se torna insípido, seus seguidores, descritos por Jesus à figura do sal da terra, precisavam estar disponíveis à exigência de um compromisso necessário ao cidadão do reino dos céus cuja justiça deveria exceder a dos escribas e fariseus.
Isso significa que a proposta de Jesus para nós é mais excelente do que a melhor análise teológica dos melhores religiosos da época. A doutrina de Jesus é pura sem nenhuma mistura e no final de todo o discurso, Ele mostra-nos que todo aquele que ouve suas palavras e as pratica é comparado ao homem prudente que edificou sobre a rocha. Nada o faz sucumbir. Não nos apartemos, então, da leitura de sua palavra, da oração para que nos faça cumpridores de sua vontade e dê-nos força para que as boas obras que Jesus realiza através de nós resplandeçam aos homens e eles glorifiquem ao Pai que está nos céus.
Jesus, de fato, quer nos salvar da ira de Deus sobre o mundo que vive sua própria lei pela concepção do pensamento e teoria humanistas que apresentam Deus segundo as necessidades humanas. Portanto mantenhamo-nos firmes, em pé ao seu lado, sem nos deixar abalar por nenhuma coisa. Sabendo que as coisas não estão em nosso controle, mas no domínio dEle. Confiemos inteira e completamente nEle que nos ajuda a vencer todas as catástrofes desse mundo que se afasta de Deus a cada instante.

Pb. Francisco Gomes

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

CONFISSÃO VERDADEIRA

Sermão ministrado pelo Pr. John MacArthur em 1979
À medida que olhamos para o Salmo 51, nós veremos um bonito padrão do caráter da verdadeira confissão, e eu acho que isso ficará claro para você. A verdadeira confissão envolve uma visão correta de três coisas. Uma visão correta do pecado, de Deus e de si mesmo. E a verdadeira confissão só pode ocorrer quando você vê Deus verdadeiramente, quando você vê o pecado pelo o que ele é, e quando você vê a si mesmo pelo o que você é. Deixe eu explicar um pouco sobre o Salmo 51.
Davi era um conquistador das mulheres, de fato. Quando ele queria uma mulher, ele a tomava e não importava para ele a quem ela pertencesse. Se ele visse uma mulher de quem ele gostasse, ele apenas a tomava para si. No auge de seu poder, ele ficou apaixonado pela esposa de um de seus oficiais militares, cuja nome era Bate-Seba, e ele a engravidou. Então, ele precisava fazer algo quanto ao problema que ele havia imposto sobre ela, e decidiu resolver isso mandando o marido de Bate-Seba para uma missão suicida na batalha. Assim, o marido morreu. Convenientemente esquecendo-se da intriga, Davi deu um funeral militar ao homem e logo casou com esposa dele. Mas ele não conseguia se livrar da culpa. E Davi tornou-se obcecado com seu pecado, ele não conseguia se afastar do pecado. Isso se tornou o trágico ponto da disciplina, o que custou a ele o resto de sua vida.
Davi então, tornou-se obcecado com o pecado. E por causa dessa obsessão, ele escreveu o Salmo 51. Ele não conseguia tirar o pecado de seu coração e nem de sua mente. Ele não conseguia tirar o pecado de seus pensamentos dia e noite. E realmente, na totalidade do Salmo, ele ora por quatro coisas. O pecado fez ele sujo, então Davi pede para ser limpo. A culpa tornou-o fisicamente doente, e ele pede para ser curado. A iniquidade quebrou a amizade de Davi com Deus, então ele pede para que seja restaurada. Mas acima de tudo, ele pede por perdão e misericórdia. Então o Salmo 51 é um Salmo de confissão.
Primeiramente, nós podemos observar que a verdadeira confissão exige uma visão correta do pecado. Os versos de 1 a 5 dizem: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue. Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me. Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe”.
É essa a visão de Davi do pecado, e existem várias características que eu quero que você perceba, para futura referência. Para começar, uma visão correta do pecado significa que eu reconheço várias coisas. Davi reconhece primeiramente que o pecado merece julgamento. Ter uma visão correta do pecado significa reconhecer que o pecado merece o julgamento. Verso 1, “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões”. Perceba que Davi pede por misericórdia. Isso é admitir que ele não merece ser absolvido, ou então ele pediria por justiça. Misericórdia, terna misericórdia, “Por favor, Deus, não me dê o que eu mereço”. O pecado merece julgamento, para começar. Na verdadeira confissão, deve haver o reconhecimento de que nós não merecemos ser exonerados. Nós não merecemos ser perdoados. Nós merecemos o julgamento. Então a única coisa a que Davi pode apelar é a misericórdia.
Deixe-me citar outros versos que podem dar a você outro olhar a este pensamento. No Salmo 103, verso 10: “não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades”. Não devemos nos alegrar por causa disso? Você vê, Ele não nos deu o que nós merecemos. “Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem”. Louvado seja Deus por sua misericórdia. E é a isso que Davi apela. Ele diz “Deus, por favor, não me dê o que eu mereço”. Perceba, ele reconhece que o pecado merece o julgamento, e ele pede que Deus o poupe disso.
O Salmo 103, verso 3, diz: “É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças”. Se o Senhor der o que as pessoas merecem em termos de pecado, ninguém irá sobreviver. Ninguém. Então Davi pede por misericórdia. Olhando para outras passagens da Bíblia, temos Esdras 9:13, que diz: “E depois de tudo o que nos tem sucedido por causa das nossas más obras, e da nossa grande culpa, porquanto tu, ó nosso Deus, impediste que fôssemos destruídos, por causa da nossa iniquidade, e ainda nos deste um remanescente como este”. Davi diz, “Deus, por causa da misericórdia que Tu nos deste no passado, Tu não nos puniste de acordo com nossas iniquidades, mas Tu deste menos do que nossas iniquidades mereciam, devemos pecar novamente? Devemos pisar em tal misericórdia? Em tal graça”?

Perceba, na confissão em cada uma dessas passagens das Escrituras, que o pecado merece o julgamento. Mas a misericórdia parou a mão do julgamento. Neemias fala sobre o renascimento. E uma das chaves está no capítulo 9, versículo 3, quando o povo se levantou por uma quarta parte do dia e confessou seu pecado. E tendo confessado, claro, eles pediram por misericórdia. Então, veja que uma das coisas que um cristão tem de reconhecer é que ele merece o julgamento. A verdadeira confissão é o reconhecimento de que o pecado merece o julgamento. Jó 11:6, fala: “sabe, pois, que Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade”. Isso não é lindo? Deus requer menos do que o seu pecado merece. (Traduzido por Ana Louise).

sábado, 19 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO 2016.


Dirijo-me a mais de 34 mil pessoas que já acessaram o nosso blog, e a você que acabou de acessá-lo pela primeira vez, para vos desejar um FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO 2016.
Sou grato a Deus pelas bênçãos que Ele nos concedeu, a mim e minha família, durante este ano que se finda. Também a minha gratidão é extensiva a todas as pessoas que nos ajudaram a distribuir a revista O Caminho da Salvação. Dede 2011 até agora já foram distribuídas mais de sessenta cinco mil lições bíblicas, para a glória de Deus. Certamente milhares de pessoas foram evangelizadas durante esse período, ao receberem a Palavra de Deus contida nessas lições. Reconheço que poderíamos ter alcançado muito mais, contudo cremos que Deus se agradou do nosso simples trabalho. De maneira que sem a ajuda dos nossos irmãos em Cristo, não teríamos feito quase nada ou nada.
Como gostaria de mencionar todos os irmãos que nos ajudaram durante esse tempo! Todavia é impossível lembrar de todos eles. A propósito, quero destacar duas pessoas que para mim são especiais e muito importantes, entre outras: primeiro, Maria Francinete, minha amabilíssima esposa que Deus me deu; segundo, meu amigo Francisco Gomes. Que Deus retribua a eles cem vezes mais tudo de bom que desejarem.
Antes do alvorecer do novo ano, ainda há tempo de fazer novos planos. Se possível, reconsidere os equívocos, evite os mesmos erros cometidos até agora, e recomece tudo de novo, aliás, não espere para o amanhã, faça agora. Cremos que Deus está no controle, e somente Ele pode nos ajudar a tomarmos o norte certo. A vida só é bela quando colocamos Deus a nossa frente, dessa maneira podemos realizar todos os nossos sonhos.
Se alguém está passando um momento de turbulência, não se desespere, confie em Deus, novas oportunidades estão surgindo para você, tão somente esteja atento. Há um adágio popular que diz: “oportunidade é careca por trás, quando ela passa, não há como agarrá-la”.
Vamos vivenciar cada dia da nossa vida e aproveitar tudo de bom que vem ao nosso encontro, mas, com bastante cuidado. Lembre-se, é hora de renovar as esperanças, de florescer, de viver de novo, de recomeçar. Que Deus em Cristo nos abençoe. Amém.

Miss. Clésio Araújo

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

SAÚDE E BEM-ESTAR EM JESUS

Todos os nossos esforços se reúnem para nos manter vivos. Essa é uma ação natural da luta de todas as pessoas no desejo de viver, em especial, uma vida saudável. Por isso tomamos cuidado com nossa saúde e buscamos para nosso corpo a maneira mais saudável possível. Na perspectiva da saúde desejada por todos, empenhamos em nos alimentar bem, exercitamos nosso corpo evitando a sedentariedade, ingerimos o líquido necessário para mantermos sua hidratação. Quem goza de boa saúde deve preservá-la, e a maneira mais adequada de viver bem e saudável requer que consultemos, com bastante frequência, profissionais da saúde para entendermos o metabolismo do nosso corpo e recebermos as instruções necessárias de cuidarmos dele. A prevenção, em todo caso, é a maneira correta de evitarmos algumas surpresas desagradáveis ao seu bom funcionamento. Tudo isso porque a saúde é um completo bem estar físico, mental, e espiritual do corpo.
Mas o que fazer quando não tomamos os cuidados necessários com nosso corpo e ele vem adoecer? Sabemos que será necessário buscarmos na medicina curativa algumas substâncias que possam em um curto ou longo prazo devolver nosso bem-estar. Porém há caso de doenças, que não é adquirido. Trata-se das doenças hereditárias, genéticas ou doenças congênitas. Nosso corpo também envelhece e desenvolve algumas predisposições genéticas por causas da morte celulares. Nesse caso, ainda não há definitivamente como fazer o corpo não envelhecer e por esse motivo, estamos fadados a morrer. Isso também nos constitui a ideia de que ter longevidade nem mesmo é muito estimulante por causa dos problemas da velhice.
O que fazermos já que sabemos que a morte é inevitável a todos e, em especial, não desejamos morrer? Da mesma sorte precisamos encontrar uma forma que nos restaure a vida. Nesse caso, como sabemos que a ciência não tem a forma de nos restitui-la, temos que nos contentar, simplesmente, em saber por que isso acontece? Ora se sabemos que não há solução para a morte na ciência humana, precisamos sair da acomodação e verificarmos na própria literatura humana, onde está a saída para essa questão. Sabemos a importância da ciência medicinal, mas não devemos nos contentar apenas com ela, pois para essa questão passa ser apenas um paliativo.
Em se tratando da vida humana, devemos admitir a fragilidade dela e sua complexidade ao desejarmos um final feliz para tudo que já nos permite saber sobre ela. É necessário compreendermos que a matéria que dá forma ao nosso corpo é corrompível, estraga-se com o passar dos anos e por mais que nos esforcemos para encontrar uma luminescência eficaz que retarde o envelhecimento, isso apenas nos permitirá a vivermos alguns anos mais. Temos outra ciência que nos mostra nossa transitoriedade e a fugacidade da vida: a morte. Nisso podemos dizer que a vida é um conto ligeiro.
As coisas ficam tão intrigantes em relação à expectativa de descobertas recentes de solução para algumas doenças que mais incidem em morte na história da humanidade, que ao lermos quaisquer notícias que apontem solução para doenças cardíacas, demências e câncer, achamos que são piadas, logo não as consideramos como coisa séria. Isso nos leva a acreditar que contra a morte não adianta lutar. Admitimos que é uma luta inglória e que pensar que pudemos viver sempre, não passa de uma piada de mau gosto com o ser humano.
Contudo podemos admitir que se houver alguma solução para a maior problemática da vida humana, a morte,  deve partir de outro ponto da ciência superior a essa desenvolvida em toda a história da humanidade, exercida paralelamente à ciência divina. O difícil às vezes é termos que aceitar que o milagre tão desejado pela ciência de produzir um corpo não suscetível à morte, um corpo incorruptível, está no poder transformador da natureza humana em uma natureza divina, em que são necessárias as bases de criação desse novo corpo. Deveremos, para isso, partir da orientação que nos leve olhar pelo ângulo que se possa formar uma humanidade a partir de outra matéria corpórea à já existente. Se de fato houver na ciência humana interesse pela vida eterna, ela deve marchar em direção ao sobrenatural para que se elevem seus conhecimentos racionais e aprofunde-se em conhecer o que ainda lhe é desconhecido: o eterno imaginável.
Recentemente soubemos de uma descoberta feita por cientistas britânicos de um composto chamado AP39 – baseado no sulfeto de hidrogênio, em que se concentrando quantidades desse composto para a mitocôndria, que é responsável para transformar os nutrientes em energia, ajuda a prevenir e até reverter danos à mitocôndria.  Porém isso apesar de ser uma notícia maravilhosa, não resolve definitivamente o problema em debate. Apenas descobre-se um paliativo para essa questão. E, em alguns casos, afastamo-nos mais ainda de uma solução para a humanidade no que diz respeito à cura de algumas doenças. A cardiopatia, o câncer, a AIDS e Alzheimer continuam desenfreadamente levando a óbito multidão de pessoas.
Contrapondo a tudo isso, temos, deliberadamente, a informação de que a solução para toda sorte de males não está especialmente na cura das mais diversas doenças letais, mas na mudança radical da estrutura corpórea humana. Isso nos sugere que a corrida desenfreada em busca da saída e os investimentos feitos para encontrar a resposta definitiva para alguns males que afetam à humanidade, apesar de necessários e justificáveis, tornam-se um desperdício por serem conduzidos na direção contrária ao conhecimento da fragilidade do corpo e da alma humanos, porque só podem apenas amenizar o sofrimento de algumas pessoas e nada mais.
Sofremos muito em perceber muitas vezes que pessoas tão boas morram precocemente de câncer, morram afetadas pelo vírus do HIV, de mal súbito, de Alzheimer e outros tipos de doenças. Porém não precisamos nos lamentar por isso, porque na história da vida humana, há uma esperança para todas as debilidades do homem. Essa solução vem de Deus que usou de misericórdia e viu toda nossa incapacidade de lidarmos com nossas fraquezas e mostrou-se interessado para reverter todo e qualquer que seja nosso sofrimento. Jesus em ocasião da morte de um amigo chamado Lázaro, antes de chorar a dor que separa os parentes e amigos, declarou a forma de alguém que se encontra morto reviver: crer nele. Mas isso apesar de surpreendente, não significa tudo que Ele possa fazer por uma pessoa, pois seu maior desejo é sanar nosso maior problema: o pecado. O fim do pecado põe fim à corrupção humana em todos os aspectos. Portanto Ele deseja antes de qualquer coisa perdoar nossas transgressões.
Entendemos que o mal que nos leva à morte é o pecado. A construção de qualquer pensamento que nos separe de Deus, deixa-nos sem saída para nossos problemas. E o problema da vida humana se transforma em morte ao procurarmos saída para nosso maior sofrimento (a morte) sem a ajuda dele. A tentativa de autossalvação da humanidade é, talvez, o maior pecado que cometemos contra Deus, pois leva-nos ao desinteresse de sua ajuda e passamos a negá-lo com nossa atitude arrogante em pensar que não precisamos dele para nada. Jesus chorou em meio aos fariseus ao ver seu amigo Lázaro, morto. Mas o pranto de Jesus evoca naquela ocasião, pelo menos dois pensamentos.  Primeiro, Ele lamenta a condição de fragilidade e corrupção humana, que o pecado pôde trazer até a seu mais íntimo amigo de Betânia. A morte visita todos que pecam até o melhor dos homens. Ela não respeita quem quer que seja e isso o faz chorar.
Em segundo lugar, Ele chorou, porque viu, em meio à multidão dos amigos de Lázaro, pessoas orgulhosas e autossuficientes que, apesar de serem religiosas, se mostravam terrivelmente contrárias a quaisquer benefícios que Ele pudesse oferecer a seu amigo. Os fariseus admitiam que Ele podia ter evitado que seu amigo tivesse morrido e sabiam que maior problema Jesus os causaria se resolvesse ressuscitá-lo. Eles não suportariam tal derrota, pois não poderiam mais negar seu poder como Filho de Deus. Eles teriam, em vez de um problema, vários outros, inclusive os de negarem a ressurreição dele. Se isso acontecesse eles precisariam matar Jesus e Lázaro para que o povo presente não cresse nele. Os fariseus até ensaiaram um movimento para tentar dispersar a multidão dizendo que Jesus não amava seu amigo como suas irmãs Maria e Marta acreditavam, pois se assim fosse, teria evitado que ele morresse.
No entanto uma coisa seria revelada em meio a todo aquele momento de tristeza e dor da família e dos amigos de Lázaro, que definiria todo aquele ambiente fúnebre e manifestaria a glória de Deus no reavivamento de Lázaro que já cheirava mal, pois já havia quatro dias que havia morrido.  Jesus foi até a sepultura de Lázaro e o chamou para fora e ele obedeceu. Jesus evidenciou naquele ato o controle sobre a vida e a morte, fato que faz temer toda a humanidade diante dele, pois não podemos manipular ainda sequer coisas menores como evitar a contração de infecção por meio de uma bactéria agressiva ao organismo humano cuja infestação se dá às vezes, quando a inalamos. Ele mostraria sua missão a todos, Ele revelaria a glória de Deus que estava nele.
Suas palavras foram poucas naquela ocasião, ao chegar a Betânia, Marta foi ao encontro de Jesus e lamentou sua demora, porém solicitou que pedisse ao Pai o reavivamento de seu irmão. Ele, porém, acrescentou-lhe que tem o poder da ressurreição também. Jesus tem todo o poder no céu e na terra. Isso significa em primeiro lugar, que Ele tem o poder de realizar o que quiser e declara isso, pois Ele é a ressurreição para a vida eterna. Isso envolve que na ressurreição dos mortos, as pessoas ressurgirão para uma nova vida com Deus em um corpo glorioso, constituído de uma matéria incorruptível. Esse corpo não estará mais fadado a fraquezas e debilidades humanas, mas será para a vida eterna.

Essa passagem bíblica mostra-nos que está em Jesus a solução para o maior dilema da humanidade, a morte. No tempo determinado, Ele destruirá o mal que ceifou bilhões de vida no planeta e um novo estilo de vida em corpo totalmente novo sem nenhuma desfiguração da vida será estabelecido aos que creem em Cristo. Isso não é ficção, é real. Essa é a mais bela história de vida da humanidade com Deus. Cristo, ao ser crucificado, garantiu aos que creem em seu nome o perdão de seus pecados e gerou nas pessoas a certeza da vida eterna com Ele. Agora temos a esperança de, um dia, livrar-nos para sempre de nossas debilidades e fragilidades humanas e nunca mais sofreremos nenhum dano que nos afaste dele, pois ele não ficou para sempre na sepultura, Ele ressurgiu dos mortos e voltará para o maior evento da na terra: o dia do arrebatamento da igreja e a ressurreição dos que creem em seu nome.  Com Ele gozaremos para sem de saúde e bem-estar.
Pb Francisco Gomes 

domingo, 8 de novembro de 2015

TODO CAMINHO LEVA A DEUS?

Acredito que muitas pessoas já proferiram o pensamento de que todos os caminhos levam a Deus. Isso é o argumento utilizado por muitos quando desejam afirmar que qualquer religião aponta ao caminho certo a ser seguido para o céu. A racionalidade humana permite encontrar caminhos diferentes para auferir algumas metas através de objetivos diversos. Em alguns casos temos que entender o tratamento dado de uma forma exagerada a todas as coisas e compreendermos a natureza de cada uma delas.
A generalidade de tudo banaliza a ciência absoluta da verdade originária das coisas existentes. Não podemos admitir, por exemplo, que a razão matemática aponte duas alternativas de chegarmos ao final de uma sentença no momento que quisermos atingir um resultado satisfatório. A Matemática tem uma razão lógica que admite único caminho lógico para resolver uma questão ou uma problemática. Se multiplicarmos um número, por exemplo, 5x3, encontraremos como resultado 15. Porém não será aceita que a representação do número 15, neste caso, seja a soma de 5+5+5, muito embora tal soma seja igual a 15. 5x3 é igual à forma 3+3+3+3+3. Chamamos essa fórmula matemática de caminho único para a ciência matemática, visto que se trata de uma ciência exata.
A partir desse pressuposto, podemos olhar para grandeza de Deus e, principalmente, sua perfeição e reconhecermos que para chegarmos a Ele precisamos de um caminho único satisfatório, oriundo de sua própria racionalidade, que revele sua natureza divina, como resultado de um ser absoluto eterno e imutável. Nesse ponto, temos que partir da maneira como Ele se revelou aos homens, fazendo-se homem e habitando com ele, para revelar sua absoluta forma de racionalidade ao mundo. Nesse caso, Deus, mesmo sendo, absoluto, imutável e eterno também é racional. Ele não é um mito ou uma ficção, Ele é real.
Um dos textos bíblicos que pode nos ajudar a compreender com mais objetividade o caminho traçado por Deus para chegar ao homem e poder debater com ele sua natureza divina, encontra-se no evangelho de João capítulo terceiro. Nesse capítulo, Jesus, o Filho de Deus, revela a Nicodemos a forma única de ele ver o reino de Deus: nascer de novo (Jo 3.3). O príncipe dos fariseus estava vendo o reino de Deus pela expressão dos sinais realizados por Jesus; sua visão de Deus era proveniente da impressão que tais sinais lhe causavam. Contudo o Filho de Deus não veio para ser reconhecido como um mero fazedor de milagres, sua real proposição para o religioso Nicodemos foi de mudar seu caráter para um recomeço de vida.
Nesse debate com Nicodemos, Jesus fala de duas coisas que podemos chamar de racionalidade humana e racionalidade divina. Ele evidencia sua admiração e sua rendição.  O mestre viu a atração de seu adorador pelas coisas sobrenaturais quando ele estabelece os sinais de Deus por intermédio de seu Filho. Em Nicodemos estava a representação da natureza humana entusiasmada com os sinais e seus benefícios aos carentes. Sua alma também estava empolgada por algo da sobrenaturalidade divina, cuja força da racionalidade humana não consegue explicar. Sua rendição ao Mestre foi notada por Ele que aproveita a oportunidade para lhe evidenciar o novo nascimento.
Através de dois elementos representantes da relação do estado na apresentação necessária aos judeus para sua purificação, água e carne, símbolo das constantes necessidades da lavagem pelo ritual judaico para purificação humana e o Espírito que sopra em forma de vento, compreensível, pois rememoriza o acontecimento da ressurreição de vidas no Vale de ossos secos narrado no livro de Ezequiel, capítulo trinta e sete é que Jesus apresenta a maneira de o homem chegar ao céu.  Enquanto Ezequiel fala do renascimento da nação judaica pelo poder da palavra de Deus impelida por seu Espírito, Jesus fala àquele fariseu sobre o novo nascimento realizado por Ele. Em ambos os momentos está presente a noção de morte e ressurreição física e espiritual que contempla a promessa de Deus para os que creem em Cristo como o enviado de Deus para salvar o mundo de seus pecados.
Essa forma sobrenatural de renascimento é chamada pela milagrosa forma da racionalidade divina do nascer da água e do espírito. Ela é uma operação da misericórdia divina a qual chamamos de graça, resultado de seu amor. Portanto é a graça de Deus revelada por Jesus Cristo através de sua palavra, que transforma completamente o homem e sua natureza pecaminosa. O novo nascimento jamais será possível à natureza humana, se o homem tentar realizá-lo por si próprio, pois, assim como os sinais feitos por Jesus não se explicam pela racionalização humana, a nova criatura resultado do milagre e poder transformador de Deus também não se cogita por ela.

Por sua grande bondade, Deus prefere dar ao homem um caráter perfeito através do novo nascimento para que sua busca por Ele não parta inicialmente do desejo de resposta ao atendimento de suas necessidades físicas. Ele quer que, ao mesmo tempo em que reconheçamos os benefícios humanos para nossas fraquezas humanas, glorifiquemo-lo pelos benefícios espirituais que nos possibilitam ser nova criatura em Cristo Jesus. Para Deus é necessário que nasçamos de novo (Jo 3.7). Esse é o único caminho pelo qual podemos chegar a Ele: ser uma nova criatura em Cristo (2 Co 5.17). Isso nasceu de sua perfeita vontade e não da nossa. 
Pb. Francisco Gomes

terça-feira, 29 de setembro de 2015

ESTUDO BÍBLICO NO LAR EM ITABAIANA/PB

Pr. Enilson, Miss. Clésio, Pb. Francisco
A equipe da revista O Caminho da Salvação esteve na cidade de Itabaiana/PB (divisa com o Estado de Pernambuco) para a implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL). A igreja AD dessa cidade, liderada pelo Pr. Enilson, ficou muito satisfeita e entusiasmada para evangelizar. O seminário ocorreu na sexta-feira à noite, e no sábado pela manhã, aplicamos a aula prática ao visitarmos algumas casas da cidade. Durante essa aula, foram agendadas onze famílias para receberem o estudo bíblico em suas casas. Essa é uma prova de que as pessoas estão sedentas para ouvirem a Palavra de Deus.
Há quase cinco anos estamos trabalhando a implantação do EBL. Durante esse tempo percebemos que as pessoas que não frequentam a uma igreja evangélica, estão mais abertas para receberem a Palavra de Deus, do que a própria igreja ir até aonde elas estão para as evangelizar. 
             Às vezes fico sem entender porque é que muitos cristãos não têm interesse de falar de Cristo. Será que realmente são cristãos? Todos dizem que Jesus é seu amigo, mas, será que Ele os chamariam de amigos? Sim, claro, porém nem todos, somente os que fazem à vontade do Mestre, segundo a Bíblia. Alguém, talvez, poderá estar se perguntando: o que é que Ele quer que eu faça? Resposta: Mt 28.19,20 – “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”
             O verbo mandar, no contexto acima, é, claramente, uma ordenança do Senhor Jesus. Ao fazermos a exegese desse versículo com o versículo seguinte, descobriremos que o Senhor Jesus nos chama de amigos se tão somente obedecermos a suas ordens: “vos sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando (Jo 15.14). Essa é a única condição para Ele (Cristo) nos chamar de amigos. Já parou para pensar nisso?  (Grifamos o verbo e a preposição - "mandar" e "se").
De modo que agradecemos, carinhosamente, ao Pr. Enilson e a todos os irmãos que fazem a igreja do Senhor em Itabaiana, pela receptividade. Que Deus fortaleça aos que estão desejosos a irem ao campo missionário, pois missões começa na cidade em que moramos. Que muitas almas sejam resgatadas durante o ensino da Palavra de Deus contida nas cinco lições da revista O Caminho da Salvação. Que Deus nos abençoe. Amém.
Equipe:
Miss. Clésio Araújo
Pb. Francisco Gomes

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

PASTOR OU MERCENÁRIO?

Qual a diferença entre o pastor e o mercenário? Em primeiro lugar, vamos ouvir o que nos diz o Senhor Jesus Cristo: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; também a essas devo conduzi-las; darão ouvidos à minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10.10-16).
No texto acima, tanto pastor, quanto mercenário foram definidos por Jesus. Que dizem outros recursos literários? “Pastor é aquele que dá pasto; que alimenta”. Os pastores encarregam-se de prover água, alimento e segurança ao rebanho pelos quais é responsável. “É um mentor espiritual; ministro da religião protestante”. Jesus é o pão e a água da vida; é o nosso refúgio, nossa segurança.
Mercenário, é, pois, aquele que visa recompensa, pagamento, salário. Para aquele, a ovelha está em primeiro lugar; para este, as vantagens pecuniárias é o alvo principal. Para aquele, a ovelha é tão importante, que ele dar a vida por ela; para este, o interesse próprio é mais importância; quando consegue ver vir o lobo, abandona a ovelha, porque não é pastor. Veste a roupa de pastor, anda e age como pastor, mas, se seus interesses são ameaçados, despreza a ovelha. É o religioso da ordem da Mercê; requer paga ou recompensa pelo trabalho.
Um abalizado escritor diz sobre essa ordem de pastor: “Expira o amor onde principia o interesse”. O profeta diz que: “Tais cães são gulosos, nunca se fartam; são pastores que nada compreendem, e todos se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, todos sem exceção” (Isaias 56.11).
Alegra-nos saber que Jesus é o Bom Pastor e não nos abandona! Porém, Deus reclama contra os pastores da ordem das Mercês, dizendo: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! Diz o Senhor” (Jeremias 23.1). Agora, o próprio Deus decidiu guardar o Seu rebanho! (Jeremias 23.2-4) Aleluia!

Pr. José Lúcio Ribeiro

sábado, 29 de agosto de 2015

A IGREJA EM JARDIM DE PIRANHAS

Queremos parabenizar a igreja AD em Jardim de Piranhas, região seridoense/RN, especialmente ao Pr. Raimundo Bernardino pela iniciativa de nos convidar para a implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL) nessa cidade. Estamos felizes com a receptividade do Pr. Bernardino e de toda a igreja.
Há quase cinco anos iniciamos esse modelo de evangelização em Natal, onde diversas congregações receberam as lições bíblicas O Caminho da Salvação, e um treinamento. Já implantamos o EBL em mais de trinta cidades do interior de nosso Estado, e mais de quarenta e cinco cidades da Paraíba estão sendo beneficiadas com a revista O Caminho da Salvação. Durante esse tempo, temos vistos centenas de almas libertas pelo poder do ensino bíblico em suas casas, para a glória de Deus. Certamente não temos dúvidas de que muitas almas carentes de salvação, na cidade de Jardim de Piranhas, irão ser beneficiadas com as lições bíblicas O Caminho da Salvação. Ainda que alguém não nos receba em sua casa, dizemos a todos os irmãos que não desanimem de fazer esse trabalho, e também não deixem de retornar em outra oportunidade a suas casas. É comum que algumas pessoas não aceitem o EBL no primeiro momento em que fazemos a pesquisa de campo, entretanto, posteriormente abrirão as portas para O Caminho da Salvação entrar em suas moradias.
Portanto, não deixem de seguir as orientações que repassamos durante o treinamento, e também outras que estão escritas na revista do mestre. Colocamo-nos à inteira disposição do amado Pr. Bernardino, e também de qualquer outro irmão que precisar de ajuda. Para vossa meditação deixamos Eclesiastes 11.6: “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas”. Deus vos abençoe. Amém.
Miss. Clésio Araújo 
Pb. Francisco Gomes

sábado, 1 de agosto de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO EM PARNAMRIM

Pr. Elinaldo apresentando a revista
O Caminho da Salvação para o
ESTUDO BÍBLICO NO LAR (EBL)
“Eu te louvarei, Senhor, com todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas”, (Salmo 9.1).
Louvar ao Senhor e falar das suas maravilhas é bom e agradável aos Seus olhos. Uma das grandes maravilhas que Ele quer que falemos são as Boas Novas de salvação. Essa é uma das coisas importantes que o Senhor mandou seus discípulos fazer. Aqueles que têm a certeza de sua salvação é impossível ficar de braços cruzados sem atentar ao chamado do Senhor para ir evangelizar e formar discípulos.
Louvamos a Deus pela oportunidade em fazer parte da grande comissão de evangelizadores que irão adentrar nos lares com a revista O Caminho da Salvação na cidade de Parnamirim do nosso Estado (RN). A igreja Assembléia de Deus dessa cidade, liderada pelo Pr. Elinaldo Renovato de Lima, está de parabéns.
Revista O Caminho da Salvação
semeando a Palavra de Deus em Parnamirim/RN
A Bíblia diz: “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Há quase cinco anos que estamos trabalhando na implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL), onde utilizamos as lições bíblicas O Caminho da Salvação. Durante esse período, centenas de almas já aceitaram a Cristo, graças a Deus. Desde o início, o Pr. Elinaldo nos apoia nessa grande tarefa, diga-se de passagem, a primeira tiragem da revista foi comprada por ele. No lançamento da revista, no ano de 2011, a igreja em Parnamirim utilizava outro material na evangelização, por isso não foi possível (talvez não fosse o momento oportuno) substituí-lo pela revista O Caminho da Salvação. Sempre que uma nova edição da revista era lançada o Pr. Elinaldo tomava conhecimento, ao ver a qualidade do material, o conteúdo teológico e a praticidade que a revista oferece para se aplicar o estudo bíblico no lar, ele foi percebendo que era o momento oportuno da adesão ao material didático, graças a Deus. Aliás, a primeira página da revista vem recomendada por ele. Essa foi uma das frases, entre outras, que o Pr. Elinaldo Renovato citou ontem no culto de doutrina, em que estava presente todos os obreiros da AD em Parnamirim: “estamos adquirindo a revista O Caminho da Salvação, um material de ótima qualidade, e é com ela que a igreja em nossa cidade irá evangelizar a partir de hoje”. Só temos a agradecer, primeiramente a Deus que nos dá perseverança, e ao Pr. Elinaldo pela compreensão e aquisição da revista O Caminho da Salvação. Que seu exemplo seja seguido por muitos que ainda não abraçaram este projeto de evangelização de grande eficiência e eficácia. A revista O CAMINHO DA SALVAÇÃO é apropriada para grupos familiares não-crentes. Caso queira um treinamento para sua congregação é só nos convidar, não cobramos cachê. Apresente-nos a Deus em suas orações. Amém.

Miss. Clésio Araújo