EVANGELIZE ENSINANDO

Esta é uma ferramenta apropriada para a Igreja alcançar às pessoas não-crentes para Cristo. É mais que um panfleto: é um curso bíblico no lar. São apenas cinco lições bíblicas que poderão ser ministradas em grupos familiares durante cinco dias alternados.

Todos os crentes em Cristo poderão começar a partir de suas casas, convidando vizinhos e amigos, e uma vez por semana o departamento de missões da sua igreja estará enviando dois evangelizadores para a explanação das lições bíblicas O Caminho da Salvação.

Evangelizar é ensinar. Quando se ensina a Palavra de Deus é impossível não haver alguma transformação na vida de uma pessoa. O ensino da Bíblia salva e edifica.

terça-feira, 8 de março de 2016

O SAL DA TERRA

Jesus inicia o Sermão do Monte mostrando o significado das coisas no reino de Deus e atribuindo valores relevantes àquilo que era considerado pelo pensamento humanista da época, desprezível. Pobres, mansos, misericordiosos, pacificadores, desprezados da justiça foram, por sua vez, dignos de reconhecimento e atenção em suas palavras.
Assim Jesus ensinou, em seu primeiro discurso, aos discípulos que estavam próximo a ele, a lição que revela como as coisas perdem ou ganham seu real valor. Ele usa o sal metaforicamente para chamar a atenção da responsabilidade atribuída a seus discípulos e diz-lhes: Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens (Mt 5.13).
Apesar de Ele não está fazendo nenhuma referência à deusa de Salus, à saúde, Ele fala de coisa que é do conhecimento dos discípulos. O sal, em sua época, tinha um valor importante na conservação dos alimentos e também no sabor da comida. Foi uma grande descoberta na Roma antiga. O sal era tão extraordinário que os escravos que trabalhavam nas lavouras de seus senhores recebiam-no como pagamento ou recompensa de seu trabalho. Com isso Ele desejava mostrar, em primeira análise, como as coisas podem perder significado se, em um contexto social, não cumprem seu real papel.
Imaginemos numa coisa como o dinheiro que tem um reconhecimento importante na sociedade atual, no mundo todo, se viesse a se tornar algo irrelevante, por exemplo. Sabemos que dinheiro não é fácil de encontrar, porque agrega muitos valores. Mas não é difícil em um país em que a inflação é muito alta encontrarmos, vez por outra, alguma moeda ou até mesmo uma cédula de pequeno valor por onde passamos, desprezadas. Isso ocorre muitas vezes pela desvalorização da moeda que acrescenta com o passar dos dias, meses e anos, um desgaste em seu valor real de compra.
Quando isso ocorre é necessário que se faça uma reposição monetária para atrair um significado de respeito à moeda. Isso se chama correção inflacionária. Porém a correção inflacionária, embora seja importante, apresenta diversas fraquezas da economia de um país, pois traz consigo sua instabilidade econômica. Ou seja, as perdas se acumulam tanto que deixam o salário do trabalhador irrelevante, sua rentabilidade é diminuída.  
Portanto pior ainda seria se não houvesse nenhuma reposição pecuniária aos salários. Se acontecesse, por acaso, de não haver nenhuma correção, chegar-se-ia a um momento em que o dinheiro se desvalorizava totalmente. E aí a pergunta, nesse caso, seria, para que serve o dinheiro? Como já dizia o poeta: “de que me vale um saco cheio de dinheiro pra comprar um quilo de feijão”? Sua função no mercado econômico perderia o sentido de existência por não se encontrar o valor necessário para as transações peculiares a uma sociedade econômica.
Poderíamos espalhá-lo pelas estradas e lugares por onde passássemos e não nos faria falta alguma, por causa de sua desvalorização. E aí aconteceria que passaríamos até por cima dele, pisaríamos nele, com o tempo, não acreditaríamos mais nele, sempre que olhássemos para ele sentiríamos um mal-estar terrível. Da mesma forma que o sal só serve para ser pisado pelos homens quando se torna insípido, seus seguidores, descritos por Jesus à figura do sal da terra, precisavam estar disponíveis à exigência de um compromisso necessário ao cidadão do reino dos céus cuja justiça deveria exceder a dos escribas e fariseus.
Isso significa que a proposta de Jesus para nós é mais excelente do que a melhor análise teológica dos melhores religiosos da época. A doutrina de Jesus é pura sem nenhuma mistura e no final de todo o discurso, Ele mostra-nos que todo aquele que ouve suas palavras e as pratica é comparado ao homem prudente que edificou sobre a rocha. Nada o faz sucumbir. Não nos apartemos, então, da leitura de sua palavra, da oração para que nos faça cumpridores de sua vontade e dê-nos força para que as boas obras que Jesus realiza através de nós resplandeçam aos homens e eles glorifiquem ao Pai que está nos céus.
Jesus, de fato, quer nos salvar da ira de Deus sobre o mundo que vive sua própria lei pela concepção do pensamento e teoria humanistas que apresentam Deus segundo as necessidades humanas. Portanto mantenhamo-nos firmes, em pé ao seu lado, sem nos deixar abalar por nenhuma coisa. Sabendo que as coisas não estão em nosso controle, mas no domínio dEle. Confiemos inteira e completamente nEle que nos ajuda a vencer todas as catástrofes desse mundo que se afasta de Deus a cada instante.

Pb. Francisco Gomes

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

CONFISSÃO VERDADEIRA

Sermão ministrado pelo Pr. John MacArthur em 1979
À medida que olhamos para o Salmo 51, nós veremos um bonito padrão do caráter da verdadeira confissão, e eu acho que isso ficará claro para você. A verdadeira confissão envolve uma visão correta de três coisas. Uma visão correta do pecado, de Deus e de si mesmo. E a verdadeira confissão só pode ocorrer quando você vê Deus verdadeiramente, quando você vê o pecado pelo o que ele é, e quando você vê a si mesmo pelo o que você é. Deixe eu explicar um pouco sobre o Salmo 51.
Davi era um conquistador das mulheres, de fato. Quando ele queria uma mulher, ele a tomava e não importava para ele a quem ela pertencesse. Se ele visse uma mulher de quem ele gostasse, ele apenas a tomava para si. No auge de seu poder, ele ficou apaixonado pela esposa de um de seus oficiais militares, cuja nome era Bate-Seba, e ele a engravidou. Então, ele precisava fazer algo quanto ao problema que ele havia imposto sobre ela, e decidiu resolver isso mandando o marido de Bate-Seba para uma missão suicida na batalha. Assim, o marido morreu. Convenientemente esquecendo-se da intriga, Davi deu um funeral militar ao homem e logo casou com esposa dele. Mas ele não conseguia se livrar da culpa. E Davi tornou-se obcecado com seu pecado, ele não conseguia se afastar do pecado. Isso se tornou o trágico ponto da disciplina, o que custou a ele o resto de sua vida.
Davi então, tornou-se obcecado com o pecado. E por causa dessa obsessão, ele escreveu o Salmo 51. Ele não conseguia tirar o pecado de seu coração e nem de sua mente. Ele não conseguia tirar o pecado de seus pensamentos dia e noite. E realmente, na totalidade do Salmo, ele ora por quatro coisas. O pecado fez ele sujo, então Davi pede para ser limpo. A culpa tornou-o fisicamente doente, e ele pede para ser curado. A iniquidade quebrou a amizade de Davi com Deus, então ele pede para que seja restaurada. Mas acima de tudo, ele pede por perdão e misericórdia. Então o Salmo 51 é um Salmo de confissão.
Primeiramente, nós podemos observar que a verdadeira confissão exige uma visão correta do pecado. Os versos de 1 a 5 dizem: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue. Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me. Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe”.
É essa a visão de Davi do pecado, e existem várias características que eu quero que você perceba, para futura referência. Para começar, uma visão correta do pecado significa que eu reconheço várias coisas. Davi reconhece primeiramente que o pecado merece julgamento. Ter uma visão correta do pecado significa reconhecer que o pecado merece o julgamento. Verso 1, “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões”. Perceba que Davi pede por misericórdia. Isso é admitir que ele não merece ser absolvido, ou então ele pediria por justiça. Misericórdia, terna misericórdia, “Por favor, Deus, não me dê o que eu mereço”. O pecado merece julgamento, para começar. Na verdadeira confissão, deve haver o reconhecimento de que nós não merecemos ser exonerados. Nós não merecemos ser perdoados. Nós merecemos o julgamento. Então a única coisa a que Davi pode apelar é a misericórdia.
Deixe-me citar outros versos que podem dar a você outro olhar a este pensamento. No Salmo 103, verso 10: “não nos trata conforme os nossos pecados nem nos retribui conforme as nossas iniquidades”. Não devemos nos alegrar por causa disso? Você vê, Ele não nos deu o que nós merecemos. “Pois como os céus se elevam acima da terra, assim é grande o seu amor para com os que o temem”. Louvado seja Deus por sua misericórdia. E é a isso que Davi apela. Ele diz “Deus, por favor, não me dê o que eu mereço”. Perceba, ele reconhece que o pecado merece o julgamento, e ele pede que Deus o poupe disso.
O Salmo 103, verso 3, diz: “É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças”. Se o Senhor der o que as pessoas merecem em termos de pecado, ninguém irá sobreviver. Ninguém. Então Davi pede por misericórdia. Olhando para outras passagens da Bíblia, temos Esdras 9:13, que diz: “E depois de tudo o que nos tem sucedido por causa das nossas más obras, e da nossa grande culpa, porquanto tu, ó nosso Deus, impediste que fôssemos destruídos, por causa da nossa iniquidade, e ainda nos deste um remanescente como este”. Davi diz, “Deus, por causa da misericórdia que Tu nos deste no passado, Tu não nos puniste de acordo com nossas iniquidades, mas Tu deste menos do que nossas iniquidades mereciam, devemos pecar novamente? Devemos pisar em tal misericórdia? Em tal graça”?

Perceba, na confissão em cada uma dessas passagens das Escrituras, que o pecado merece o julgamento. Mas a misericórdia parou a mão do julgamento. Neemias fala sobre o renascimento. E uma das chaves está no capítulo 9, versículo 3, quando o povo se levantou por uma quarta parte do dia e confessou seu pecado. E tendo confessado, claro, eles pediram por misericórdia. Então, veja que uma das coisas que um cristão tem de reconhecer é que ele merece o julgamento. A verdadeira confissão é o reconhecimento de que o pecado merece o julgamento. Jó 11:6, fala: “sabe, pois, que Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade”. Isso não é lindo? Deus requer menos do que o seu pecado merece. (Traduzido por Ana Louise).

sábado, 19 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO 2016.


Dirijo-me a mais de 34 mil pessoas que já acessaram o nosso blog, e a você que acabou de acessá-lo pela primeira vez, para vos desejar um FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO 2016.
Sou grato a Deus pelas bênçãos que Ele nos concedeu, a mim e minha família, durante este ano que se finda. Também a minha gratidão é extensiva a todas as pessoas que nos ajudaram a distribuir a revista O Caminho da Salvação. Dede 2011 até agora já foram distribuídas mais de sessenta cinco mil lições bíblicas, para a glória de Deus. Certamente milhares de pessoas foram evangelizadas durante esse período, ao receberem a Palavra de Deus contida nessas lições. Reconheço que poderíamos ter alcançado muito mais, contudo cremos que Deus se agradou do nosso simples trabalho. De maneira que sem a ajuda dos nossos irmãos em Cristo, não teríamos feito quase nada ou nada.
Como gostaria de mencionar todos os irmãos que nos ajudaram durante esse tempo! Todavia é impossível lembrar de todos eles. A propósito, quero destacar duas pessoas que para mim são especiais e muito importantes, entre outras: primeiro, Maria Francinete, minha amabilíssima esposa que Deus me deu; segundo, meu amigo Francisco Gomes. Que Deus retribua a eles cem vezes mais tudo de bom que desejarem.
Antes do alvorecer do novo ano, ainda há tempo de fazer novos planos. Se possível, reconsidere os equívocos, evite os mesmos erros cometidos até agora, e recomece tudo de novo, aliás, não espere para o amanhã, faça agora. Cremos que Deus está no controle, e somente Ele pode nos ajudar a tomarmos o norte certo. A vida só é bela quando colocamos Deus a nossa frente, dessa maneira podemos realizar todos os nossos sonhos.
Se alguém está passando um momento de turbulência, não se desespere, confie em Deus, novas oportunidades estão surgindo para você, tão somente esteja atento. Há um adágio popular que diz: “oportunidade é careca por trás, quando ela passa, não há como agarrá-la”.
Vamos vivenciar cada dia da nossa vida e aproveitar tudo de bom que vem ao nosso encontro, mas, com bastante cuidado. Lembre-se, é hora de renovar as esperanças, de florescer, de viver de novo, de recomeçar. Que Deus em Cristo nos abençoe. Amém.

Miss. Clésio Araújo

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

SAÚDE E BEM-ESTAR EM JESUS

Todos os nossos esforços se reúnem para nos manter vivos. Essa é uma ação natural da luta de todas as pessoas no desejo de viver, em especial, uma vida saudável. Por isso tomamos cuidado com nossa saúde e buscamos para nosso corpo a maneira mais saudável possível. Na perspectiva da saúde desejada por todos, empenhamos em nos alimentar bem, exercitamos nosso corpo evitando a sedentariedade, ingerimos o líquido necessário para mantermos sua hidratação. Quem goza de boa saúde deve preservá-la, e a maneira mais adequada de viver bem e saudável requer que consultemos, com bastante frequência, profissionais da saúde para entendermos o metabolismo do nosso corpo e recebermos as instruções necessárias de cuidarmos dele. A prevenção, em todo caso, é a maneira correta de evitarmos algumas surpresas desagradáveis ao seu bom funcionamento. Tudo isso porque a saúde é um completo bem estar físico, mental, e espiritual do corpo.
Mas o que fazer quando não tomamos os cuidados necessários com nosso corpo e ele vem adoecer? Sabemos que será necessário buscarmos na medicina curativa algumas substâncias que possam em um curto ou longo prazo devolver nosso bem-estar. Porém há caso de doenças, que não é adquirido. Trata-se das doenças hereditárias, genéticas ou doenças congênitas. Nosso corpo também envelhece e desenvolve algumas predisposições genéticas por causas da morte celulares. Nesse caso, ainda não há definitivamente como fazer o corpo não envelhecer e por esse motivo, estamos fadados a morrer. Isso também nos constitui a ideia de que ter longevidade nem mesmo é muito estimulante por causa dos problemas da velhice.
O que fazermos já que sabemos que a morte é inevitável a todos e, em especial, não desejamos morrer? Da mesma sorte precisamos encontrar uma forma que nos restaure a vida. Nesse caso, como sabemos que a ciência não tem a forma de nos restitui-la, temos que nos contentar, simplesmente, em saber por que isso acontece? Ora se sabemos que não há solução para a morte na ciência humana, precisamos sair da acomodação e verificarmos na própria literatura humana, onde está a saída para essa questão. Sabemos a importância da ciência medicinal, mas não devemos nos contentar apenas com ela, pois para essa questão passa ser apenas um paliativo.
Em se tratando da vida humana, devemos admitir a fragilidade dela e sua complexidade ao desejarmos um final feliz para tudo que já nos permite saber sobre ela. É necessário compreendermos que a matéria que dá forma ao nosso corpo é corrompível, estraga-se com o passar dos anos e por mais que nos esforcemos para encontrar uma luminescência eficaz que retarde o envelhecimento, isso apenas nos permitirá a vivermos alguns anos mais. Temos outra ciência que nos mostra nossa transitoriedade e a fugacidade da vida: a morte. Nisso podemos dizer que a vida é um conto ligeiro.
As coisas ficam tão intrigantes em relação à expectativa de descobertas recentes de solução para algumas doenças que mais incidem em morte na história da humanidade, que ao lermos quaisquer notícias que apontem solução para doenças cardíacas, demências e câncer, achamos que são piadas, logo não as consideramos como coisa séria. Isso nos leva a acreditar que contra a morte não adianta lutar. Admitimos que é uma luta inglória e que pensar que pudemos viver sempre, não passa de uma piada de mau gosto com o ser humano.
Contudo podemos admitir que se houver alguma solução para a maior problemática da vida humana, a morte,  deve partir de outro ponto da ciência superior a essa desenvolvida em toda a história da humanidade, exercida paralelamente à ciência divina. O difícil às vezes é termos que aceitar que o milagre tão desejado pela ciência de produzir um corpo não suscetível à morte, um corpo incorruptível, está no poder transformador da natureza humana em uma natureza divina, em que são necessárias as bases de criação desse novo corpo. Deveremos, para isso, partir da orientação que nos leve olhar pelo ângulo que se possa formar uma humanidade a partir de outra matéria corpórea à já existente. Se de fato houver na ciência humana interesse pela vida eterna, ela deve marchar em direção ao sobrenatural para que se elevem seus conhecimentos racionais e aprofunde-se em conhecer o que ainda lhe é desconhecido: o eterno imaginável.
Recentemente soubemos de uma descoberta feita por cientistas britânicos de um composto chamado AP39 – baseado no sulfeto de hidrogênio, em que se concentrando quantidades desse composto para a mitocôndria, que é responsável para transformar os nutrientes em energia, ajuda a prevenir e até reverter danos à mitocôndria.  Porém isso apesar de ser uma notícia maravilhosa, não resolve definitivamente o problema em debate. Apenas descobre-se um paliativo para essa questão. E, em alguns casos, afastamo-nos mais ainda de uma solução para a humanidade no que diz respeito à cura de algumas doenças. A cardiopatia, o câncer, a AIDS e Alzheimer continuam desenfreadamente levando a óbito multidão de pessoas.
Contrapondo a tudo isso, temos, deliberadamente, a informação de que a solução para toda sorte de males não está especialmente na cura das mais diversas doenças letais, mas na mudança radical da estrutura corpórea humana. Isso nos sugere que a corrida desenfreada em busca da saída e os investimentos feitos para encontrar a resposta definitiva para alguns males que afetam à humanidade, apesar de necessários e justificáveis, tornam-se um desperdício por serem conduzidos na direção contrária ao conhecimento da fragilidade do corpo e da alma humanos, porque só podem apenas amenizar o sofrimento de algumas pessoas e nada mais.
Sofremos muito em perceber muitas vezes que pessoas tão boas morram precocemente de câncer, morram afetadas pelo vírus do HIV, de mal súbito, de Alzheimer e outros tipos de doenças. Porém não precisamos nos lamentar por isso, porque na história da vida humana, há uma esperança para todas as debilidades do homem. Essa solução vem de Deus que usou de misericórdia e viu toda nossa incapacidade de lidarmos com nossas fraquezas e mostrou-se interessado para reverter todo e qualquer que seja nosso sofrimento. Jesus em ocasião da morte de um amigo chamado Lázaro, antes de chorar a dor que separa os parentes e amigos, declarou a forma de alguém que se encontra morto reviver: crer nele. Mas isso apesar de surpreendente, não significa tudo que Ele possa fazer por uma pessoa, pois seu maior desejo é sanar nosso maior problema: o pecado. O fim do pecado põe fim à corrupção humana em todos os aspectos. Portanto Ele deseja antes de qualquer coisa perdoar nossas transgressões.
Entendemos que o mal que nos leva à morte é o pecado. A construção de qualquer pensamento que nos separe de Deus, deixa-nos sem saída para nossos problemas. E o problema da vida humana se transforma em morte ao procurarmos saída para nosso maior sofrimento (a morte) sem a ajuda dele. A tentativa de autossalvação da humanidade é, talvez, o maior pecado que cometemos contra Deus, pois leva-nos ao desinteresse de sua ajuda e passamos a negá-lo com nossa atitude arrogante em pensar que não precisamos dele para nada. Jesus chorou em meio aos fariseus ao ver seu amigo Lázaro, morto. Mas o pranto de Jesus evoca naquela ocasião, pelo menos dois pensamentos.  Primeiro, Ele lamenta a condição de fragilidade e corrupção humana, que o pecado pôde trazer até a seu mais íntimo amigo de Betânia. A morte visita todos que pecam até o melhor dos homens. Ela não respeita quem quer que seja e isso o faz chorar.
Em segundo lugar, Ele chorou, porque viu, em meio à multidão dos amigos de Lázaro, pessoas orgulhosas e autossuficientes que, apesar de serem religiosas, se mostravam terrivelmente contrárias a quaisquer benefícios que Ele pudesse oferecer a seu amigo. Os fariseus admitiam que Ele podia ter evitado que seu amigo tivesse morrido e sabiam que maior problema Jesus os causaria se resolvesse ressuscitá-lo. Eles não suportariam tal derrota, pois não poderiam mais negar seu poder como Filho de Deus. Eles teriam, em vez de um problema, vários outros, inclusive os de negarem a ressurreição dele. Se isso acontecesse eles precisariam matar Jesus e Lázaro para que o povo presente não cresse nele. Os fariseus até ensaiaram um movimento para tentar dispersar a multidão dizendo que Jesus não amava seu amigo como suas irmãs Maria e Marta acreditavam, pois se assim fosse, teria evitado que ele morresse.
No entanto uma coisa seria revelada em meio a todo aquele momento de tristeza e dor da família e dos amigos de Lázaro, que definiria todo aquele ambiente fúnebre e manifestaria a glória de Deus no reavivamento de Lázaro que já cheirava mal, pois já havia quatro dias que havia morrido.  Jesus foi até a sepultura de Lázaro e o chamou para fora e ele obedeceu. Jesus evidenciou naquele ato o controle sobre a vida e a morte, fato que faz temer toda a humanidade diante dele, pois não podemos manipular ainda sequer coisas menores como evitar a contração de infecção por meio de uma bactéria agressiva ao organismo humano cuja infestação se dá às vezes, quando a inalamos. Ele mostraria sua missão a todos, Ele revelaria a glória de Deus que estava nele.
Suas palavras foram poucas naquela ocasião, ao chegar a Betânia, Marta foi ao encontro de Jesus e lamentou sua demora, porém solicitou que pedisse ao Pai o reavivamento de seu irmão. Ele, porém, acrescentou-lhe que tem o poder da ressurreição também. Jesus tem todo o poder no céu e na terra. Isso significa em primeiro lugar, que Ele tem o poder de realizar o que quiser e declara isso, pois Ele é a ressurreição para a vida eterna. Isso envolve que na ressurreição dos mortos, as pessoas ressurgirão para uma nova vida com Deus em um corpo glorioso, constituído de uma matéria incorruptível. Esse corpo não estará mais fadado a fraquezas e debilidades humanas, mas será para a vida eterna.

Essa passagem bíblica mostra-nos que está em Jesus a solução para o maior dilema da humanidade, a morte. No tempo determinado, Ele destruirá o mal que ceifou bilhões de vida no planeta e um novo estilo de vida em corpo totalmente novo sem nenhuma desfiguração da vida será estabelecido aos que creem em Cristo. Isso não é ficção, é real. Essa é a mais bela história de vida da humanidade com Deus. Cristo, ao ser crucificado, garantiu aos que creem em seu nome o perdão de seus pecados e gerou nas pessoas a certeza da vida eterna com Ele. Agora temos a esperança de, um dia, livrar-nos para sempre de nossas debilidades e fragilidades humanas e nunca mais sofreremos nenhum dano que nos afaste dele, pois ele não ficou para sempre na sepultura, Ele ressurgiu dos mortos e voltará para o maior evento da na terra: o dia do arrebatamento da igreja e a ressurreição dos que creem em seu nome.  Com Ele gozaremos para sem de saúde e bem-estar.
Pb Francisco Gomes 

domingo, 8 de novembro de 2015

TODO CAMINHO LEVA A DEUS?

Acredito que muitas pessoas já proferiram o pensamento de que todos os caminhos levam a Deus. Isso é o argumento utilizado por muitos quando desejam afirmar que qualquer religião aponta ao caminho certo a ser seguido para o céu. A racionalidade humana permite encontrar caminhos diferentes para auferir algumas metas através de objetivos diversos. Em alguns casos temos que entender o tratamento dado de uma forma exagerada a todas as coisas e compreendermos a natureza de cada uma delas.
A generalidade de tudo banaliza a ciência absoluta da verdade originária das coisas existentes. Não podemos admitir, por exemplo, que a razão matemática aponte duas alternativas de chegarmos ao final de uma sentença no momento que quisermos atingir um resultado satisfatório. A Matemática tem uma razão lógica que admite único caminho lógico para resolver uma questão ou uma problemática. Se multiplicarmos um número, por exemplo, 5x3, encontraremos como resultado 15. Porém não será aceita que a representação do número 15, neste caso, seja a soma de 5+5+5, muito embora tal soma seja igual a 15. 5x3 é igual à forma 3+3+3+3+3. Chamamos essa fórmula matemática de caminho único para a ciência matemática, visto que se trata de uma ciência exata.
A partir desse pressuposto, podemos olhar para grandeza de Deus e, principalmente, sua perfeição e reconhecermos que para chegarmos a Ele precisamos de um caminho único satisfatório, oriundo de sua própria racionalidade, que revele sua natureza divina, como resultado de um ser absoluto eterno e imutável. Nesse ponto, temos que partir da maneira como Ele se revelou aos homens, fazendo-se homem e habitando com ele, para revelar sua absoluta forma de racionalidade ao mundo. Nesse caso, Deus, mesmo sendo, absoluto, imutável e eterno também é racional. Ele não é um mito ou uma ficção, Ele é real.
Um dos textos bíblicos que pode nos ajudar a compreender com mais objetividade o caminho traçado por Deus para chegar ao homem e poder debater com ele sua natureza divina, encontra-se no evangelho de João capítulo terceiro. Nesse capítulo, Jesus, o Filho de Deus, revela a Nicodemos a forma única de ele ver o reino de Deus: nascer de novo (Jo 3.3). O príncipe dos fariseus estava vendo o reino de Deus pela expressão dos sinais realizados por Jesus; sua visão de Deus era proveniente da impressão que tais sinais lhe causavam. Contudo o Filho de Deus não veio para ser reconhecido como um mero fazedor de milagres, sua real proposição para o religioso Nicodemos foi de mudar seu caráter para um recomeço de vida.
Nesse debate com Nicodemos, Jesus fala de duas coisas que podemos chamar de racionalidade humana e racionalidade divina. Ele evidencia sua admiração e sua rendição.  O mestre viu a atração de seu adorador pelas coisas sobrenaturais quando ele estabelece os sinais de Deus por intermédio de seu Filho. Em Nicodemos estava a representação da natureza humana entusiasmada com os sinais e seus benefícios aos carentes. Sua alma também estava empolgada por algo da sobrenaturalidade divina, cuja força da racionalidade humana não consegue explicar. Sua rendição ao Mestre foi notada por Ele que aproveita a oportunidade para lhe evidenciar o novo nascimento.
Através de dois elementos representantes da relação do estado na apresentação necessária aos judeus para sua purificação, água e carne, símbolo das constantes necessidades da lavagem pelo ritual judaico para purificação humana e o Espírito que sopra em forma de vento, compreensível, pois rememoriza o acontecimento da ressurreição de vidas no Vale de ossos secos narrado no livro de Ezequiel, capítulo trinta e sete é que Jesus apresenta a maneira de o homem chegar ao céu.  Enquanto Ezequiel fala do renascimento da nação judaica pelo poder da palavra de Deus impelida por seu Espírito, Jesus fala àquele fariseu sobre o novo nascimento realizado por Ele. Em ambos os momentos está presente a noção de morte e ressurreição física e espiritual que contempla a promessa de Deus para os que creem em Cristo como o enviado de Deus para salvar o mundo de seus pecados.
Essa forma sobrenatural de renascimento é chamada pela milagrosa forma da racionalidade divina do nascer da água e do espírito. Ela é uma operação da misericórdia divina a qual chamamos de graça, resultado de seu amor. Portanto é a graça de Deus revelada por Jesus Cristo através de sua palavra, que transforma completamente o homem e sua natureza pecaminosa. O novo nascimento jamais será possível à natureza humana, se o homem tentar realizá-lo por si próprio, pois, assim como os sinais feitos por Jesus não se explicam pela racionalização humana, a nova criatura resultado do milagre e poder transformador de Deus também não se cogita por ela.

Por sua grande bondade, Deus prefere dar ao homem um caráter perfeito através do novo nascimento para que sua busca por Ele não parta inicialmente do desejo de resposta ao atendimento de suas necessidades físicas. Ele quer que, ao mesmo tempo em que reconheçamos os benefícios humanos para nossas fraquezas humanas, glorifiquemo-lo pelos benefícios espirituais que nos possibilitam ser nova criatura em Cristo Jesus. Para Deus é necessário que nasçamos de novo (Jo 3.7). Esse é o único caminho pelo qual podemos chegar a Ele: ser uma nova criatura em Cristo (2 Co 5.17). Isso nasceu de sua perfeita vontade e não da nossa. 
Pb. Francisco Gomes

terça-feira, 29 de setembro de 2015

ESTUDO BÍBLICO NO LAR EM ITABAIANA/PB

Pr. Enilson, Miss. Clésio, Pb. Francisco
A equipe da revista O Caminho da Salvação esteve na cidade de Itabaiana/PB (divisa com o Estado de Pernambuco) para a implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL). A igreja AD dessa cidade, liderada pelo Pr. Enilson, ficou muito satisfeita e entusiasmada para evangelizar. O seminário ocorreu na sexta-feira à noite, e no sábado pela manhã, aplicamos a aula prática ao visitarmos algumas casas da cidade. Durante essa aula, foram agendadas onze famílias para receberem o estudo bíblico em suas casas. Essa é uma prova de que as pessoas estão sedentas para ouvirem a Palavra de Deus.
Há quase cinco anos estamos trabalhando a implantação do EBL. Durante esse tempo percebemos que as pessoas que não frequentam a uma igreja evangélica, estão mais abertas para receberem a Palavra de Deus, do que a própria igreja ir até aonde elas estão para as evangelizar. 
             Às vezes fico sem entender porque é que muitos cristãos não têm interesse de falar de Cristo. Será que realmente são cristãos? Todos dizem que Jesus é seu amigo, mas, será que Ele os chamariam de amigos? Sim, claro, porém nem todos, somente os que fazem à vontade do Mestre, segundo a Bíblia. Alguém, talvez, poderá estar se perguntando: o que é que Ele quer que eu faça? Resposta: Mt 28.19,20 – “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”
             O verbo mandar, no contexto acima, é, claramente, uma ordenança do Senhor Jesus. Ao fazermos a exegese desse versículo com o versículo seguinte, descobriremos que o Senhor Jesus nos chama de amigos se tão somente obedecermos a suas ordens: “vos sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando (Jo 15.14). Essa é a única condição para Ele (Cristo) nos chamar de amigos. Já parou para pensar nisso?  (Grifamos o verbo e a preposição - "mandar" e "se").
De modo que agradecemos, carinhosamente, ao Pr. Enilson e a todos os irmãos que fazem a igreja do Senhor em Itabaiana, pela receptividade. Que Deus fortaleça aos que estão desejosos a irem ao campo missionário, pois missões começa na cidade em que moramos. Que muitas almas sejam resgatadas durante o ensino da Palavra de Deus contida nas cinco lições da revista O Caminho da Salvação. Que Deus nos abençoe. Amém.
Equipe:
Miss. Clésio Araújo
Pb. Francisco Gomes

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

PASTOR OU MERCENÁRIO?

Qual a diferença entre o pastor e o mercenário? Em primeiro lugar, vamos ouvir o que nos diz o Senhor Jesus Cristo: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas minhas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; também a essas devo conduzi-las; darão ouvidos à minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10.10-16).
No texto acima, tanto pastor, quanto mercenário foram definidos por Jesus. Que dizem outros recursos literários? “Pastor é aquele que dá pasto; que alimenta”. Os pastores encarregam-se de prover água, alimento e segurança ao rebanho pelos quais é responsável. “É um mentor espiritual; ministro da religião protestante”. Jesus é o pão e a água da vida; é o nosso refúgio, nossa segurança.
Mercenário, é, pois, aquele que visa recompensa, pagamento, salário. Para aquele, a ovelha está em primeiro lugar; para este, as vantagens pecuniárias é o alvo principal. Para aquele, a ovelha é tão importante, que ele dar a vida por ela; para este, o interesse próprio é mais importância; quando consegue ver vir o lobo, abandona a ovelha, porque não é pastor. Veste a roupa de pastor, anda e age como pastor, mas, se seus interesses são ameaçados, despreza a ovelha. É o religioso da ordem da Mercê; requer paga ou recompensa pelo trabalho.
Um abalizado escritor diz sobre essa ordem de pastor: “Expira o amor onde principia o interesse”. O profeta diz que: “Tais cães são gulosos, nunca se fartam; são pastores que nada compreendem, e todos se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, todos sem exceção” (Isaias 56.11).
Alegra-nos saber que Jesus é o Bom Pastor e não nos abandona! Porém, Deus reclama contra os pastores da ordem das Mercês, dizendo: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! Diz o Senhor” (Jeremias 23.1). Agora, o próprio Deus decidiu guardar o Seu rebanho! (Jeremias 23.2-4) Aleluia!

Pr. José Lúcio Ribeiro

sábado, 29 de agosto de 2015

A IGREJA EM JARDIM DE PIRANHAS

Queremos parabenizar a igreja AD em Jardim de Piranhas, região seridoense/RN, especialmente ao Pr. Raimundo Bernardino pela iniciativa de nos convidar para a implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL) nessa cidade. Estamos felizes com a receptividade do Pr. Bernardino e de toda a igreja.
Há quase cinco anos iniciamos esse modelo de evangelização em Natal, onde diversas congregações receberam as lições bíblicas O Caminho da Salvação, e um treinamento. Já implantamos o EBL em mais de trinta cidades do interior de nosso Estado, e mais de quarenta e cinco cidades da Paraíba estão sendo beneficiadas com a revista O Caminho da Salvação. Durante esse tempo, temos vistos centenas de almas libertas pelo poder do ensino bíblico em suas casas, para a glória de Deus. Certamente não temos dúvidas de que muitas almas carentes de salvação, na cidade de Jardim de Piranhas, irão ser beneficiadas com as lições bíblicas O Caminho da Salvação. Ainda que alguém não nos receba em sua casa, dizemos a todos os irmãos que não desanimem de fazer esse trabalho, e também não deixem de retornar em outra oportunidade a suas casas. É comum que algumas pessoas não aceitem o EBL no primeiro momento em que fazemos a pesquisa de campo, entretanto, posteriormente abrirão as portas para O Caminho da Salvação entrar em suas moradias.
Portanto, não deixem de seguir as orientações que repassamos durante o treinamento, e também outras que estão escritas na revista do mestre. Colocamo-nos à inteira disposição do amado Pr. Bernardino, e também de qualquer outro irmão que precisar de ajuda. Para vossa meditação deixamos Eclesiastes 11.6: “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas”. Deus vos abençoe. Amém.
Miss. Clésio Araújo 
Pb. Francisco Gomes

sábado, 1 de agosto de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO EM PARNAMRIM

Pr. Elinaldo apresentando a revista
O Caminho da Salvação para o
ESTUDO BÍBLICO NO LAR (EBL)
“Eu te louvarei, Senhor, com todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas”, (Salmo 9.1).
Louvar ao Senhor e falar das suas maravilhas é bom e agradável aos Seus olhos. Uma das grandes maravilhas que Ele quer que falemos são as Boas Novas de salvação. Essa é uma das coisas importantes que o Senhor mandou seus discípulos fazer. Aqueles que têm a certeza de sua salvação é impossível ficar de braços cruzados sem atentar ao chamado do Senhor para ir evangelizar e formar discípulos.
Louvamos a Deus pela oportunidade em fazer parte da grande comissão de evangelizadores que irão adentrar nos lares com a revista O Caminho da Salvação na cidade de Parnamirim do nosso Estado (RN). A igreja Assembléia de Deus dessa cidade, liderada pelo Pr. Elinaldo Renovato de Lima, está de parabéns.
Revista O Caminho da Salvação
semeando a Palavra de Deus em Parnamirim/RN
A Bíblia diz: “tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Há quase cinco anos que estamos trabalhando na implantação do Estudo Bíblico no Lar (EBL), onde utilizamos as lições bíblicas O Caminho da Salvação. Durante esse período, centenas de almas já aceitaram a Cristo, graças a Deus. Desde o início, o Pr. Elinaldo nos apoia nessa grande tarefa, diga-se de passagem, a primeira tiragem da revista foi comprada por ele. No lançamento da revista, no ano de 2011, a igreja em Parnamirim utilizava outro material na evangelização, por isso não foi possível (talvez não fosse o momento oportuno) substituí-lo pela revista O Caminho da Salvação. Sempre que uma nova edição da revista era lançada o Pr. Elinaldo tomava conhecimento, ao ver a qualidade do material, o conteúdo teológico e a praticidade que a revista oferece para se aplicar o estudo bíblico no lar, ele foi percebendo que era o momento oportuno da adesão ao material didático, graças a Deus. Aliás, a primeira página da revista vem recomendada por ele. Essa foi uma das frases, entre outras, que o Pr. Elinaldo Renovato citou ontem no culto de doutrina, em que estava presente todos os obreiros da AD em Parnamirim: “estamos adquirindo a revista O Caminho da Salvação, um material de ótima qualidade, e é com ela que a igreja em nossa cidade irá evangelizar a partir de hoje”. Só temos a agradecer, primeiramente a Deus que nos dá perseverança, e ao Pr. Elinaldo pela compreensão e aquisição da revista O Caminho da Salvação. Que seu exemplo seja seguido por muitos que ainda não abraçaram este projeto de evangelização de grande eficiência e eficácia. A revista O CAMINHO DA SALVAÇÃO é apropriada para grupos familiares não-crentes. Caso queira um treinamento para sua congregação é só nos convidar, não cobramos cachê. Apresente-nos a Deus em suas orações. Amém.

Miss. Clésio Araújo

domingo, 26 de julho de 2015

A RETA JUSTIÇA DE DEUS


Jesus disse que, no antepassado, os pais falavam bem dos falsos profetas. Observem que os falsos profetas eram muito elogiados. Infelizmente há, nos dias atuais, também os que vendem o evangelho e por isso se tornam populares, porém é melhor sermos fiéis a Deus e odiados pelo mundo do que sermos populares a custo de nossas almas.
“Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas”. (Lc 6.27)
Esse trecho bíblico denuncia bem o que existia em forma de domínio e poder por parte dos saduceus e fariseus que, no tempo do Novo Testamento da época de Jesus, formavam o sinédrio, a cúpula de alto escalão em Jerusalém. Os saduceus ocupavam cargos importantes e eram ricos. A esses cabiam os cargos de primeiro sacerdote e o de sumo sacerdote e ainda assumiam a maioria dos lugares dos 71 membros do sinédrio; estavam mais preocupados com o poder político de que com o religioso.
Eles eram os aristocratas da época e não estavam interessados com a justiça que favorecesse os pobres, então todo seu tempo era empregado para agradar o poder político romano. Manter a ordem, naqueles dias, em Jerusalém, era seu trabalho principal. Portanto não se relacionavam bem com o homem comum. Eles eram muito prepotentes e achavam que Deus não estava interessado no seu envolvimento com o cotidiano.
Em contrapartida, os fariseus apesar de fazerem parte da elite política e religiosa da época, eram mais populares. Eles pertenciam a classe média alta da sociedade e por serem empresários tinham mais contato com o povo. No entanto Jesus sabia que, apesar da diferença entre a maneira que eles procediam em suas crenças, iriam se juntar aos saduceus para perseguirem a Ele e aos seus discípulos, pois ambos os grupos lutavam para agradar o governo romano.
Jesus assegura que segui-lo provocaria aos saduceus e fariseus uma afronta. Eles, por sua vez, agiriam com enorme retaliação para aplacar o desejo dos que intentassem pensar ou agir diferentemente de toda ordem que já estava posta. Portanto instigar o povo para uma causa social que levantasse o desejo da verdadeira justiça de Deus, poderia levar alguém aos tribunais, à prisão e até a morte.
Logicamente, nenhum poder que desejasse um clima de paz com o sinédrio, poderia agir da maneira que Jesus atuava e orientava seus seguidores procederem. Nenhum movimento sociopolítico da época de Jesus, seguiria suas orientações sem contrariar o desejo de Roma. Porém quem desejasse ser justo teria que dizer que as coisas da maneira que estavam não iam bem e que, no plano de justiça de Deus, estavam reprovadas.
Então foi exatamente o que fez Jesus. Denunciou toda injustiça dos poderosos e confrontou seus pecados para promover a verdadeira vontade do Pai. Ele também aproveitou a oportunidade para anunciar-lhes alguns ais por desprezarem a justiça de Deus. Ais de seus autoconfortos, de suas farturas e ais de suas alegrias injustas.
Portanto nunca nos esqueçamos da retidão, amor e misericórdia dedicados por Jesus, o Santo de Deus, que mostrou ao mundo seu interesse por nós. Ele contrariou todos os interesses da época para promover a reta justiça de Deus entre os homens, mesmo sabendo que isso o levaria à morte. Ele não se calou diante das afrontas e injustiças desse mundo. Ele provou ser nosso melhor amigo e agora sabemos que, se, porventura, algumas coisas, na vida presente, vierem nos faltar, Ele nos convida a confiar em sua justiça.
Por isso Ele nos pede para que aprendamos a ser pacientes e perseveremos em oração, porque Ele deseja revelar-nos a verdadeira vida com Deus. Ele nos chama para uma convivência consistente em que saberemos que só Ele pode suprir todas as nossas necessidades quer sejam emocionais, sentimentais, físicas ou espirituais.

Pb. Francisco Gomes

segunda-feira, 13 de julho de 2015

GRATIDÃO

Miss. Clésio, Pr. Martim, e Francinete
“Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”, 1Tss 5.18.
Em primeiro lugar eu louvo a Deus que sempre está comigo, principalmente nas horas mais difíceis. São nessas horas que descobrimos o verdadeiro amigo, e por isso não me canso de agradecer-Lhes por tudo quanto me tem feito. Não somente digo: obrigado Senhor, mas dou glórias, honras e louvores ao Senhor Jesus Cristo de todo o meu coração.
Desde que o Senhor me despertou e me enviou para a obra missionária, tenho experimentado algumas circunstâncias prazerosas e outras, não, porém o Senhor nunca me desamparou, graças a Deus. Ao fazer esse trabalho, tenho encontrado apoio de um lado e algum desafeto de outro, isso o Senhor já havia me revelado em junho de 2006. Gostaria de citar todas as pessoas que me dão as mãos, direta e indiretamente, na distribuição da revista O Caminho da Salvação, todavia, por serem muitas, quero destacar apenas alguns personagens que nos apoiam: a senhora Maria Francinete, minha esposa, amiga, companheira e ajudadora em todas as horas de alegrias e de tristezas; em terceiro lugar, agradeço aos pastores: Pr. José Lúcio Ribeiro, o primeiro pastor com quem falei para prefaciar a revista O Caminho da Salvação; Pr. Elinaldo Renovato de Lima (Pr. da AD em Parnamirim); Pr. Martim Alves da Silva (Pr. presidente da IEADERN e CEMADERN); Pr. Francisco Cícero de Miranda (Pr. da AD em Mossoró); Pb. Gleybson Andrade, consultor teológico de O Caminho da Salvação; e o Pb. Francisco Gomes, amigo bom e fiel, conselheiro, revisor ortográfico, separado por Cristo para me ajudar nessa caminhada. Não posso deixar de agradecer aos pastores do Estado da Paraíba, principalmente ao Pr. José Carlos de Lima (Pr. presidente da ADPB e COMADEP) com toda a diretoria daquela convenção. Todos esses pastores que apoiam e recomendam nosso trabalho, meu muito obrigado.
Pr. José Carlos; Miss. Clésio; Pr. Álvaro
E para finalizar, agradeço também a todos os irmãos de modo geral, os que já adquiriram a revista O Caminho da Salvação para darem estudo bíblico nos lares, e antecipo minha gratidão aos que ainda irão adquiri-la, que Deus sempre dê a cada um o que for útil para suas vidas. Amém. Lembro-me sempre de vocês nas minhas orações, e peço também por mim, e por aqueles que trabalham comigo, intercedam a Deus em nosso favor para alcançarmos outros lugares, querendo Deus. 
Uma das características mais importantes da fé cristã é a gratidão, principalmente a Deus. Vários versículos da Bíblia falam sobre a importância de ser grato a Deus por tudo aquilo que Ele tem feito aos seus filhos. Por esse motivo, a gratidão a Deus e, consequentemente a outras pessoas, deve ser uma das qualidades praticadas por todos nós cristãos. Muitíssimo obrigado.
Miss. Clésio Araújo

quarta-feira, 17 de junho de 2015

A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO

Pr. José Carlos
João Pessoa - Paraíba
Sabemos que evangelizar é comunicar as Boas Novas da salvação que vêm em o nome de Jesus. O evangelismo, realizado pelos diversos grupos existentes na Igreja, é o processo de ganhar pessoas para Cristo, que se tornarão membros da igreja que buscará, por meio do ensino da Bíblia Sagrada, com a ação do Espírito Santo, trabalhá-las para estarem preparadas para se encontrarem com Jesus. Evangelizar, então, significa instruir no Evangelho de Jesus; converter ao cristianismo.
Jesus comissionou a Igreja quando disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”, (Mt 28.18-20).
Na Comissão dada aos discípulos, Jesus não somente lhes indicou a obra, mas deu-lhes a mensagem. Ensinai o povo “a guardar todas as coisas que vos tenho mandado”. Os discípulos deviam ensinar o que Cristo ensinara. O trabalho do evangelista é abrir a Escritura, tornar a mensagem compreensível aos seus ouvintes, sabendo que o Espírito Santo é quem falará aos corações gerando a fé salvífica.
Em II Timóteo 4.1-5, Paulo instrui o Pastor Timóteo a fazer a obra de um evangelista. Sem evangelismo, não há razão para a existência de Igreja. Tire o evangelismo de uma igreja e ela se deteriorará e diminuirá. Uma igreja que trabalha é uma igreja saudável. Como se diz: “uma igreja que não evangeliza, fossiliza”.
É com o objetivo da evangelização e do discipulado que indicamos esse material que você tem em mãos. Nossa oração é que essas lições sejam sementes que floresçam nos corações de todos os que serão alcançados por elas. Em 2018, se o Senhor nos permitir, completaremos cem anos, e a chama que um dia foi acesa, permaneça queimando em nossos corações. Entendemos que a Igreja, enquanto aqui estiver, precisa testemunhar das Boas Novas de salvação a todas as gentes em todo lugar.
Pr. José Carlos de Lima
Pte. da ADPB e COMADEP

segunda-feira, 8 de junho de 2015

DESPERTEMOS DO SONO


Nestes últimos dias estamos vivenciando a parábola das dez virgens: “E tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram”, (Mt 25.5). A parábola das dez virgens prefigura a igreja atual, tendo em vista a vinda de Cristo num tempo desconhecido e inesperado. 
        No tempo dos apóstolos, a evangelização era centrífuga e cristocêntrica, os discípulos saíam ao encontro das almas perdidas (At 5.42). Eles tinham prazer em anunciar Jesus Cristo. Hoje, a evangelização é centrípeta e antropocêntrica. A ambição pelo púlpito tem desviado muitos da ordem divina: “ide, ensinai todas as nações”. A mensagem que Cristo nos deixou ecoa mais alto do que nunca: “Eis que eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa”, (Jo 4.35).
No capítulo quinze do livro de João, vemos que Deus lança fora toda vara que não dá fruto, e limpa a que frutifica para dar mais fruto ainda. As varas infrutíferas são semelhantes as cinco virgens loucas da parábola. Hoje entendemos o porquê do desânimo de muitos não quererem evangelizar: falta-lhes o azeite em suas vidas. O azeite na parábola representa no crente a presença constante do Espírito Santo, aliada à fé verdadeira e à santidade. Será que é possível estar em Cristo e ainda assim permanecer improdutivo? O versículo dois, responde: “toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto”. Quantos não dizem estar em Cristo! Mas, será que Cristo está nos tais? “Quem está em mim, e eu nele”, disse Jesus, “este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer”, (v.4).
Alguns pensam que frutificar é construir templos, porém isso não foi o que Cristo mandou fazer. O verdadeiro fruto é ganhar uma pessoa para Cristo. “Livra os que estão destinados à morte e salva os que são levados para a matança, se os puderes retirar”, (Pv 24.11). Disse Jesus: "produzi frutos dignos de arrependimento". Quem já viu um prédio se arrepender?
Despertemo-nos do sono, vamos proclamar: arrependei-vos, Cristo está voltando. “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue? E como pregarão se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas”! (Rm 10.14,15). Maranata.

Miss. Clésio Araújo

sábado, 9 de maio de 2015

REUNIÃO DE OBREIROS EM JOÃO PESSOA/PB

Pastor José Carlos - Presidente da COMADEP
A todos os obreiros da AD do Estado da Paraíba, principalmente ao Pastor José Carlos de Lima, Presidente da COMADEP - Convenção de Ministros da Assembleia de Deus na Paraíba, e demais Pastores que formam a diretoria dessa instituição, segue nossos agradecimentos.
Miss. Clésio Araújo
Durante a reunião o Pr. José Carlos nos cedeu um espaço de vinte minutos para apresentamos a Revista O Caminho da Salvação. Essa literatura é destinada à evangelização das pessoas que ainda não foram alcançadas com as Boas Novas de Salvação. São cinco lições bíblicas a serem ministradas em grupo familiares, podendo ser ministradas em cinco encontros.
Pr. José Carlos
O Pastor presidente e o Pastor Eduardo Leandro Alves, secretário de missões, ficaram interessados pela Revista O Caminho da Salvação e desde já a recomenda a todos os obreiros à missão mais importante da Igreja: à evangelização dos povos. Iremos conversar com os obreiros do Estado da Paraíba, com a aquiescência do Pastor José Carlos, onde estaremos repassando mais informações. A todos os obreiros do SENHOR somos agradecidos em nome de CRISTO JESUS.
Miss. Clésio Araújo
Pb Francisco Gomes

quarta-feira, 18 de março de 2015

O CAMINHO É APERTADO E ESTREITO

O evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo não tem fronteiras, ele é comunicado a todas as nações. A Palavra de Deus sobrepõe a culturas e preconceitos humanos. No sentido lato, a Bíblia forma paradigmas que servem de modelo a ser seguido por todas as gerações. O Evangelho é uma dádiva imerecida da parte de Deus à humanidade, é a Boa Nova de salvação – “pela graça sois salvos, por meio da fé, isso não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). Observe que a salvação é “pela graça”. A salvação não é dada por merecimento. Mesmo assim, o dom de Deus não nos isenta de cumprir com nossos deveres, pelo contrário, exorta-nos a praticar boas obras porque somos salvos, e não para sermos salvos. O crente imbuído da graça de Deus tem força para renunciar a si próprio, do contrário, precisa nascer de novo: “assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo” (Lc 14.33).
O apóstolo Pedro na sua primeira carta diz: “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” (1.18,19). E Paulo diz: “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1Co 6.20). É obvio que eles estão falando do grande sacrifício que Deus fez por nós. Jamais alguém poderia pagar tão alto preço: “Homem algum pode redimir seu irmão ou pagar a Deus o preço de sua vida, pois o resgate de uma vida não tem preço. Não há pagamento que o livre para que viva para sempre e não sofra decomposição” (Sl 49.7-9). 

Infelizmente há muito modismo ensinado por alguns líderes religiosos, os quais dizem que para alguém ser salvo é necessário dar tudo que possui, isso não é verdade, o interesse deles é extorquir os bens dos incautos. Repito: não se pode comprar a salvação. Devemos ter muito cuidado com os falsificadores da Palavra, principalmente aqueles que se apresentam com aparência de piedade, mas negam a eficácia dela. Eles cometem todo tipo de pecado, e ainda dizem que são cristãos (ver 2Tm 3.1-7). Tais pessoas ainda não entraram pelo caminho da salvação, ainda não nasceram de novo, elas andam por caminhos largos e descem à perdição. “Esforça-te por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão” (Lc 13.24).
Sabe-se que não é fácil caminhar por uma vereda estreita e apertada, principalmente quando se quer conduzir por ela "bagagens" de todo tamanho, isso é impossível. Agora imagine um caminho na posição vertical em direção ao céu! É como disse o Senhor Jesus: “muitos procurarão entrar, e não poderão”. Cada dia que passa vemos que o Caminho da salvação está se afunilando. Eu costumo compará-lo a um funil emborcado. Sabe-se que um funil funciona normalmente com a parte mais estreita para baixo, agora imagine no sentido oposto! Realmente é preciso muito esforço. Você acha fácil andar por esse caminho? Se sim, tenha cuidado, talvez ele esteja na direção para baixo, isto é, para o inferno. Nesse sentido, ele é largo e espaçoso e dá para conduzir tudo que não presta. “Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14.12).
Portanto somente a graça de Deus nos possibilita a andar pelo caminho estreito e apertado: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”, disse Jesus. (Veja Mt 7.13).

Miss. Clésio Araújo

segunda-feira, 9 de março de 2015

FORMAR DISCÍPULOS É NOSSA MISSÃO

Pr. Renê, Pr. Dimas, Pb. Francisco e Miss. Clésio
A formação de discípulos é uma responsabilidade que Cristo transferiu à igreja. Disse: "Ide, e fazei discípulos de todas as nações" (Mt 28.19). O discípulo de Cristo deve ser um partidário declarado de suas doutrinas e ideias. Para isso, é necessário que o cristão cresça na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Não há dúvidas de que a evangelização só se torna auspiciosa quando há comprometimento e obediência ao que nos mandou anunciar as Boas Novas de salvação.
Graças a Deus que tivemos ontem na cidade de São Tomé/RN, mais precisamente na igreja AD liderada pelo Pr. Paulo Renê, e pudemos compartilhar nossas experiências na área do discipulado. Muitos crentes daquela instituição foram orientados e instruídos pela equipe da Revista O Caminho da Salvação, sobre como implantar o Estudo Bíblico no Lar (EBL). Também foi dada uma aula de campo, e deixamos algumas famílias agendadas para receberem o curso bíblico em suas casas. À noite no culto, alguns irmãos demonstraram a satisfação de ter visto e aprendido algumas estratégias de abordagens, e de como as pessoas estão abertas e sedentas para receberem a Palavra de Deus em seus lares.
Essa modalidade de evangelização foi orientada por Cristo aos seus discípulos, ao enviá-los de dois em dois às cidades, para anunciarem o evangelho. Precisamos urgentemente saímos de entre as quatro paredes dos templos ou da área de conforto, para fazermos a obra que o Senhor nos responsabilizou. Se realmente temos Cristo em nossas vidas, é impossível não fazermos o que Ele mandou: "Vós sereis meus amigos SE fizerdes o que eu vos mando" (Jo 15.14).

Parabéns a todos os irmãos da cidade de São Tomé, principalmente ao Pr. Paulo Renê que, desde alguns anos, vem utilizando a revista O Caminho da Salvação para dar Estudo Bíblico nos Lares.
Miss. Clésio Araújo e Pb. Francisco Gomes