EVANGELIZE ENSINANDO

Esta é uma ferramenta apropriada para a Igreja alcançar às pessoas não-crentes para Cristo. É mais que um folheto evangelístico: é um curso bíblico nos lares. São apenas cinco lições aplicadas em cinco encontros, conforme a disponibilidade dos que vão ensinar e dos que irão receber as aulas em suas casas.

Primeiro comece por sua casa se for necessário. Em seguida, por seus amigos, por fim, consulte o guia de orientação da revista e veja como alcançar as pessoas que você não conhece.

Portanto eis uma oportunidade para quem deseja evangelizar. Quando se ensina a Palavra de Deus, ficamos conscientes de que praticamos um evangelismo eficiente e eficaz.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

CRONOLOGIA BÍBLICA

A cronologia bíblica do Antigo Testamento é incerta. Até hoje não se tem uma definição concreta dos fatos para cômputo do tempo antigo. Os escritores da Bíblia cuidavam apenas em registrar os acontecimentos históricos que julgavam mais importantes. Já os assírios e os babilônios tinham certo cuidado em anotar algumas datas eventuais, porém, até onde se conhece, não há uma época eventual que sirva de apoio e referência para se ligar os fatos posteriores. Geralmente as datas eram anotadas ao começar o reinado de um monarca, mas, também, eles não tinham a uniformidade sequencial dos registros das datas. Por isso a cronologia bíblica é sujeita a sofrer interpretações diversas.
Apesar de tão poucas informações quanto ao tempo inicial da família judaica, podemos ter uma noção aproximada com base na história bíblica. O historiador Flávio Josefo, em um trecho do seu livro, diz:
“… pela história que escrevi em grego, sobre o que se passou durante cinco mil anos, que parece, pelas nossas Santas Escrituras, que nossa nação judaica é muito antiga…” [História dos Hebreus - pág. 1427].
(Fig. A)
A contagem cronológica de Cristo a Adão é feita na ordem decrescente. Ao analisar esse período com base em algumas informações do Antigo Testamento, calcula-se quatro mil e quatro anos aproximadamente. Esse período ao ser confrontado com outras pesquisas, é muito divergente, por conseguinte os cálculos não merece muita confiabilidade. Conforme os dados no livro de Gênesis capítulos cinco e sete versículos seis e onze, podemos ver o somatório dos anos que abrange desde a criação do homem até ao dilúvio. No quadro ao lado (Fig. A) vemos que são dez gerações de Adão a Noé, e totalizam aproximadamente 1656 anos.
Para melhor compreender a formação do calendário da Era cristã, tomaremos por base a fundação de Roma em 753 a.C. A contagem do calendário romano em direção a Cristo é crescente (1,2,3,4,... ,753), porém partindo do nascimento de Jesus até Roma, a contagem é decrescente (753 a.C., 752 a.C., 751 a.C., ..., 4 a.C.,3 a.C., 2 a.C., 1 a.C.).
Segundo alguns historiadores, Herodes, “o grande”, morreu no ano 749, ou no ano 750 do calendário romano, e antes de morrer, ele mandou matar todas as crianças de dois anos abaixo, o intuito era eliminar o Senhor Jesus:
Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos” (Mt 2.16).
(Fig. B)
Portanto o ano um (1) do nosso calendário deveria coincidir com o ano 747 (749 – 2 = 747) ou 748 (750 – 2 = 748) do calendário romano, e não com o ano 753 como foi calculado por Agostinho. Assim, uma dessas duas datas seria o primeiro ano do nascimento de Jesus. Já que o calendário da Era cristã foi baseado no ano 753 de Roma, temos aproximadamente cinco anos de atraso na contagem da nossa Era, e por esse tempo Jesus já estava com mais ou menos cinco anos de idade, logicamente. Quando se diz que Jesus nasceu no ano 5 a.C., é devido os anos anteriores que não foram computados (753 – 748 = 5 anos). Veja no quadro a acima (fig. B).

Miss. Clésio Araújo

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A FÉ EM O NOME DE JESUS

O médico Lucas relata no capítulo três de Atos, logo após o milagre do paralítico que pedia esmola na porta do templo em Jerusalém, o segundo discurso público de Pedro. Ele, mais uma vez, descreve os acontecimentos que envolveram a relação dos dois mais citados discípulos de Jesus: João e Pedro com alguns israelitas após a ressurreição de Jesus. Através de muitas minúcias, Lucas transmite uma mensagem bastante firme ao mostrar detalhes riquíssimos desses fatos. No milagre do paralítico que era levado à porta do templo para pedir esmolas todos os dias, o médico deixa muito clara a convicção do apóstolo Pedro de não poder atender a solicitação do mendigo que lhe pede uma esmola, pois ele não possuía recursos para dirigir ao necessitado algum tipo de ajuda. Porém ele pede ao paralítico que olhe para eles. E a expectativa do pedinte aumentou, pois aguardava alguma coisa deles. Porém, naquela tarde, ele não receberia algo da parte de Pedro e João, mas da parte de Jesus Cristo, o Nazareno. Pedro disse-lhe: “Levanta-te e anda.” A fé em o nome de Jesus deu-lhe perfeita saúde. (At 3.16).
Lucas narra que os pés e os artelhos do homem se firmaram, ele pôs-se em pé e entrou no templo com Pedro e João saltando, andando e glorificando a Deus. Não sabemos se o apóstolo Pedro já havia, em outra ocasião, encontrado aquele homem na porta do templo, mas, provavelmente, pelo fato de ele ser levado todos os dias para aquele lugar, não era um desconhecido. Visto que ele também frequentava o templo nos momentos de oração constantemente. O dia do milagre daquele paralítico chegou. Deus não o queria esmolando e livrou-o daquela situação humilhante. Isso nos faz pensar que Deus tem as respostas para toda necessidade humana e na hora certa ele vai agir e operar o milagre que precisamos. A graça de Deus é dada a toda humanidade. Ainda hoje, precisamente, nesse exato momento, Ele está realizando tantos outros milagres, atendendo as mais diversas carências em todo mundo. Ele não se cansa nem se fadiga e não há limite para seu amor. O mais surpreendente foi a reação daqueles que conheciam o coxo que fora curado. “Eles ficaram cheios de pasmo e assombros” por verem o paralítico curado. Talvez buscassem entender como aquilo se realizara e de onde veio o milagre que o tornara são.
No alpendre de Salomão, o povo encontrou o ex-coxo junto com Pedro e João. O olhar da multidão para eles já os preocupava, pois parecia querer atribuir tal feito a eles. Porém Pedro os advertiu que o milagre operado na vida do paralítico de fazê-lo andar não foi pela sua própria virtude ou santidade. Porém aquele milagre se realizou pela fé em o nome de Jesus. É importante salientar que Pedro não focou a cura do paralítico como resultado de seu mérito ou poder de influência com Jesus. Ele destinou toda a glória para aquele que tem todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18). Ele tinha perfeita consciência de que fora chamado por seu Mestre e enviado ao mundo para ser apenas testemunhas de sua morte e ressurreição. Jesus não o comissionou para ser um fazedor de milagres e atrair muita gente após si. Portanto ele inicia um belo discurso e, pela segunda vez, aponta Jesus Cristo como a razão para tão grande poder entre eles.
Naquele momento, todos, ao ouvirem o discurso de Pedro, pareciam se sentir em um banco de réus. Mas foram aliviados em seus sentimentos, por serem vistos pelo apóstolo Pedro como ignorantes em suas ações. Em vez de ficar lançando culpa sobre os seus coirmãos, ele convoca-os ao arrependimento e à conversão para que o perdão de Deus chegue até eles. Além disso, Pedro lembra-lhes as Escrituras acerca do que elas informam sobre Jesus. Portanto leva-os a compreender que ainda existe um pouco de tempo para que se arrependam e revela-lhes que o Cristo ressuscitado foi enviado primeiro a eles para abençoá-los. (At 3.26).
Ainda hoje, a cura divina e a intervenção miraculosa de Jesus são efetuadas, Ele pode restaurar tanto física quanto espiritualmente a humanidade desmoronada, pois Ele não mudou. (Hb 13.8). Porém estão acontecendo muitas coisas esquisitas em movimentos ditos evangélicos, por alguns líderes religiosos, principalmente, nas últimas duas décadas. Esses se preocupam muito mais em divulgar o nome das suas instituições, e a exaltação dos seus próprios nomes. Eles manipulam com técnicas e muitas charlatanices alguns incautos que se submetem à maldade e ao engano de seus corações. Jesus já nos advertiu que tivéssemos cautela com os tais, eles estão em muitos lugares, espalhados em todo o mundo (Lc 21.8). O apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, certifica-o dos falsos líderes que surgirão, mas orienta-lhe sofrer as aflições de Cristo como um bom soldado. (2Tm 3.1-5; 2Tm 2.3).
Que Deus nos ajude a discernir, pelo Espírito Santo, as astutas ciladas do enganador de nossas almas. Entreguemos toda a nossa vida ao Senhor dos senhores, pois estará para sempre conosco e não poderá morrer jamais. (Mt 28.20b).
Pb Francisco Gomes

TRABALHEMOS ENQUANTO É DIA

O Caminho da Salvação chegou a mais uma igreja do interior do nosso Estado. Dessa vez foi a AD na cidade de Maxaranguape/RN, pastoreada pelo Pr. Joaquim Delfino. Após as orientações dadas aos irmãos daquela igreja, saímos às ruas à aula de campo. Essa é a parte principal do nosso trabalho, pois iremos praticar aquilo que ensinamos. Na aula de campo é onde se aprende as estratégias de abordagens às pessoas que não conhecemos. Das famílias que abordamos em Maxaranguape, todas aceitaram o estudo bíblico em suas casas, o aproveitamento foi cem por cento, graças a Deus. É trabalhando que se aprende, não adianta aulas e mais aulas, cursos e mais cursos sem praticar.
As cinco lições bíblicas da revista O Caminho da Salvação são bastantes elementares, basta tão somente fazer a leitura do conteúdo, e seguir a ideia central do texto em apreço. Ao ministrar cada aula, sem fugir do assunto principal, com certeza os resultados virão. Lembre-se: não trate de outro assunto fora de cada lição.
Se você tem desejo de evangelizar, agora pode realiza-lo adquirindo as revistas O Caminho da Salvação. Temos a do discipulador e a do aluno. Você pode fazer o seu pedido pelos telefones (84) 8737.0605, (84) 9666.8284, ou ir até a livraria O Mundo dos Evangélicos em Natal/RN, no bairro do Alecrim.
Miss. Clésio Araújo e o Pb Francisco Gomes.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A CONTÍNUA PRESENÇA DE JESUS

O médico Lucas é o narrador do livro Atos dos Apóstolos. Baseou sua narrativa em testemunhos e fatos apresentados pelos apóstolos de Jesus. Ao iniciar sua narrativa, em (At 1.1-3), o evangelista menciona uma relação muito íntima de Jesus com seus discípulos e aponta momentos de elevada comunhão entre eles. Seus escritos são dirigidos a Teófilo e, logo, no primeiro versículo, afirma que os fatos narrados são um tratado. Ou seja, um estudo minucioso de tudo que Jesus começou não só fazer, mas a ensinar (At 1.1). Note que a ênfase dada por Lucas naquilo que deseja mostrar a pessoa a quem dirige sua pesquisa está tanto no ensinar quanto no fazer de Jesus.
O que ele pretende focar nesse livro é que o interesse a ser despertado em seus leitores deve ser o aprender como o fazer de Jesus se realizava. E nesse caso, por isso precisou mostrar a expansão rápida do evangelho e o crescimento de seus seguidores que se espalhou da Judéia até Roma.
O fazer de Jesus é uma ação que continua na vida de seus discípulos e que ainda pode ser aprendido nos dias atuais. Não se trata de uma situação do passado, mas acontece no presente e se estende para o futuro. Ele diz: não só fazer, mas a ensinar. Note que a ordem entre os verbos fazer e ensinar nos permite a leitura de ensinar enquanto se faz.
Jesus ensinava suas ações à medida que as tornava práticas. Por isso que Lucas, em princípio, narra os fatos, em seu primeiro tratado, as ocorrências de seu ministério terreno. No primeiro momento, ele apresenta a Teófilo, entre algumas outras coisas, vários sinais, milagres e maravilhas feitos por Jesus. Enquanto que, no segundo momento, no livro dos Atos dos Apóstolos, ele fala dos atos de Jesus ressuscitado, através do Espírito Santo. Isso deveria chamar a atenção de Teófilo para que ele entendesse que Espírito Santo levaria os discípulos de Jesus a continuarem seu poderoso ministério.

No versículo segundo, é nos dito que Jesus deu aos apóstolos que escolhera mandamentos pelo Espírito Santo. Mas o que Jesus ensinou a seus discípulos fazerem? Que instruções foram essas? Como deveriam realizá-las? Note que Ele não ensinou nada mais além do que já havia dito no seu convívio com seus discípulos antes da ressurreição. Quando estava com eles certa vez, notificou-lhes que enviaria o Espírito Santo para lembrar tudo o que lhes havia dito. Com isso entendemos que se havia necessidade da lembrança de seus ensinos era porque seria a vez dos discípulos serem levados pelo Espírito Santo a realizar a obra de Deus à medida que eram também ensinados. Veja que, em um momento da vida ministerial de Cristo, antes de sua morte e ressurreição, aos discípulos foi revelada a salvação de Deus. Porém, após sua ressurreição, eles deveriam lembrar-se de todas as coisas já lhes ensinadas e a principal delas era que Jesus é o fundador da fé cristã e que a estratégia das ações a ser continuada é dada por Ele. O desejo de Jesus é que a fé cristã prolifere abundante e rapidamente em uma ação que se estabeleça em todo o mundo, a prioridade da pregação de seu evangelho para o conhecimento e salvação de toda criatura. 
Portanto o Salvador está vivo e os guiará no caminho da salvação nas ações necessárias a serem feitas até a consumação dos séculos. Sua presença permanecerá para sempre com eles.
Pb Francisco Gomes

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O CAMINHO DA SALVAÇÃO EM IPANGUAÇU


A equipe da Revista O Caminho da Salvação esteve em Ipanguaçu/RN (17 e 18/01/2015) implantando o Estudo Bíblico no Lar (EBL). Foi um trabalho brilhante realizado juntamente com os irmãos da Assembléia de Deus, pastoreada pelo Pr. José Gildenor da Silva. Aquela Igreja agora pode contar com um projeto de evangelização eficiente e eficaz até ao seu arrebatamento.
Aconselhamos aos que irão evangelizar, revestirem-se das armaduras de Deus (Ef 6.10-18), e também crescerem mais e mais na graça e no conhecimento da Sua Palavra. O Apóstolo Paulo diz que é perseverando nestas coisas que salvar-nos-emos e salvaremos também aos que nos ouvem (1Tm 4.16). Lembremo-nos de que se essas virtudes não estiverem, em primeiro lugar, nas nossas vidas, por mais que tenhamos um projeto de evangelização bem elaborado, o fracasso será inevitável.
Ficamos maravilhados com a receptividade do Pr. Gildenor, também da sua família, e de todos os irmãos presentes naquele treinamento. Ao sairmos às ruas para treinamos os grupos evangelizadores, o pastor Gildenor foi conosco também, para ver como se fazia o agendamento de estudo bíblico nos lares. Os irmãos em Cristo daquela igreja estão de parabéns, pois quando o pastor põe a mão no arado na direção do Espírito Santo de Deus, a igreja cresce em número e em qualidade. Isso pudemos ver na AD de Ipanguaçu. É muito importante quando o pastor marca presença fora das quatro paredes do templo, para fazer o que Cristo ordenou; mas, infelizmente, muitos não têm essa coragem, acham que sentados em uma poltrona, só mandando os outros irmão evangelizarem, pensam que estão evangelizando também. Oremos ao Senhor para que envie obreiros para Sua seara.
Agradecemos em primeiríssimo lugar ao Senhor Jesus Cristo por nos conceder essa rica oportunidade. Também agradecemos ao Pr. Gildenor da Silva, sua família, e a todos os irmãos pelo caloroso afeto. Estamos orando por todos vocês.
Miss. Clésio Araújo e o Pb Francisco Gomes

sábado, 20 de dezembro de 2014

NATAL, PARA OS POBRES OU PARA OS RICOS?

“E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir. Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem e quando vos separarem, e vos injuriarem, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem. Folgai nesse dia, exultai; porque eis que é grande o vosso galardão no céu, pois assim faziam os seus pais aos profetas. Mas ai de vós, ricos! porque já tendes a vossa consolação. Ai de vós, os que estais fartos, porque tereis fome. Ai de vós, os que agora rides, porque vos lamentareis e chorareis. Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas”. (Lc 6.20-26)
Todos os anos, em várias partes do mundo, o comércio enfeita suas portas, as ruas das cidades ficam mais iluminadas e belas e os lares se enchem de cores para comemorar o Natal. Muitas pessoas, nessa época, saem em busca de presentes para fazer a chamada confraternização pela troca deles.
A indústria de brinquedos, por sua vez, aproveita o ensejo para produzir mais novidades e deixar seus consumidores mais satisfeitos pelas variedades de ofertas que lhes são apresentadas.
E é nesse clima de muita festa, que a figura do Papai-Noel também ganha destaque por se apresentar muito interessada em doar presentes.
Infelizmente, nós, cristãos, temos nos envolvido também nesse espírito natalino que aponta para uma visão de conforto em que associamos o Natal à troca de presentes. Isso indica um tipo equivocado de se confraternizar, que se resume entre apenas os que doam presentes na intenção de receber outros presentes.  Quem não pode comprar presentes para doar ou quem não pode receber presente, porque não pode recompensá-lo, não está inserido nesse tipo de espírito natalino.
Porém isso tudo destoa do verdadeiro Natal. Para entendermos a missão do real nascimento de Jesus Cristo, vamos iniciar olhando o capítulo seis de Lucas dos versos vinte a vinte e seis que falam do benefício de Deus aos pobres.    
Em primeiro lugar, quem são os pobres a quem Jesus se refere? Pobre, na expressão de Jesus, significa aquele que padece necessidade por falta de suas condições básicas de sobrevivência, e é destituído de qualquer reconhecimento e honra.
No entanto Jesus nasceu para evangelizar os rejeitados desse mundo, os desvalidos. (Lc 4.18) Natal nada mais é do que Filho de Deus trazendo seus benefícios físicos e espirituais do seu Reino aos pobres.
Na Bíblia, a condição dos pobres é mostrada e chama-nos atenção pelas qualidades indignas em que ela se apresenta. Eles viviam nos campos, levantavam muito cedo para caçar animais, colherem erva para alimentar a eles próprios e aos seus filhos, segavam nas vinhas dos ricos que eram deixadas para trás, andavam nus no relento e, no frio da noite, não se aqueciam, ficavam expostos à chuva e ao sereno.
Eles eram bastante explorados e humilhados. Seus filhos eram retirados do peito de suas mães por penhor de dívidas contraídas que não eram pagas, trabalhavam para os ricos e não tinham direito de se suster com o produto de seu trabalho. Durante o inverno por não terem lugar seguro para habitar se refugiavam nas grutas das montanhas e poucos que habitavam na cidade mendigando, eram mortos à noite pelos ímpios. (Jó 24.2-14)
Então podemos definir, pela bíblia, que todos aqueles que não conseguem ter seus direitos respeitados por causa de sua fragilidade e sofrem opressão dos prepotentes são considerados pobres.
No livro de Isaías, no capítulo primeiro, do décimo versículo ao vinte e oito, vamos encontrar Deus criticando os sacrifícios apresentados pelo povo de Israel a Ele. Dessa vez, a crítica não era pela qualidade do que era sacrificado, mas pelas iniquidades dos ofertantes.  Deus rejeitou as ofertas daquele povo pelo fato de seus príncipes serem rebeldes e companheiros dos ladrões, por eles amarem os subornos contra o pobre; não fazerem justiça ao órfão e desprezarem a causa das viúvas.
A opressão ao pobre era tão grande que outro profeta chamado Amós argumenta por que Deus não retirava o castigo da nação israelita. Os ricos, opressores dos pobres, vendiam o justo como escravo por um par de sapatos. Eles dormiam com as roupas empenhadas e cobravam dos pobres suas dívidas que se convertiam na perda de suas vinhas para eles.
Portanto é importante notar que não vale só que nosso dever religioso esteja bem perante o Senhor para que Ele se agrade de nós. Precisamos atentar para a maneira que Ele constitui e nos ensina a viver em seu Reino, onde o principal mandamento de Deus une-se e irrompe-se extraordinariamente em benefício do necessitado, para que amemos a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos.
O grande desafio nosso é andar pelos caminhos ensinados por Jesus e, cada dia, nos aproximarmos do modelo de vida por Ele ressaltado. Precisamos mostrar ao mundo que somos novas criaturas geradas por Cristo e que, apesar do padrão mundano ser bastante atraente, estamos dispostos a seguir suas orientações que nos possibilitam um novo viver pela fé em o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
O mundo precisa ver nosso testemunho cristão e glorificar a Deus pelo excelente modelo de vida traçado por Ele e vivido por nós, que nos guia à verdadeira vida. Não necessitamos de ter a preocupação de sermos parecidos com o mundo. Tudo isso somente para mostrar ao mundo que somos semelhantes a ele.
Portanto Deus clamava por justiça aos chefes da casa de Jacó e aos maiorais da casa de Israel que abominavam o juízo e pervertiam todo o direito. (Mq 3.9) Segundo o profeta Miqueias, os anciãos davam sentença por presentes, os sacerdotes ensinavam por interesse próprios e os profetas adivinhavam por dinheiro. Estava instalada, em Israel, uma abominável perversão contra o Senhor.
Porém a justiça de Deus é requerida em favor dos pobres e oprimidos, dos famintos e dos doentes. Um rei justo sempre se levantará em favor dos pobres, dos órfãos e das viúvas, porque são os desvalidos desse mundo que necessitam ter seus direitos respeitados.
Jesus afirmou a justiça do Reino de Deus quando entrou em uma sinagoga, na sua cidade Nazaré, num dia de sábado e foi lhe dada a oportunidade para ler. Ele abriu o livro do profeta Isaías no lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor”. (Lc 4.18,19)
Então, do início de seu ministério até chegar a Jerusalém onde foi sacrificado, Jesus tornou pública sua vocação de enviado de Deus para desenvolver a verdadeira justiça aos pobres e oprimidos. Ele vai ao encontro de todas as necessidades físicas e espirituais. Compadece-se das multidões que chegam a Ele em busca de solução para os mais diversos problemas e estende a mão aos pecadores e publicanos, prostitutas e gentios.  
Jesus viu que todos os marginalizados precisavam de sua ajuda e não lhes negou nenhum benefício. Ele alimenta a multidão faminta e estende sua mão aos cansados e abatidos pelo desprezo dos outros. Usou de misericórdia com os pecadores e ofereceu-lhes seu perdão. (Mt 4.16).
Nos dias atuais, poderíamos qualificar os pobres pelos índices de cálculos feitos pela ONU ou pela União Europeia, que apontam respectivamente rendas per capta de um dólar e vinte cinco centavos por dia e sessenta por cento da renda média da população do país. No Brasil, define-se por pobre quem ganha até R$ 140,00 por mês. Não importa o índice econômico que delineia a pobreza no mundo, basta só que estejamos interessados por Jesus, para Ele nos ajudar.

Então, ao sabermos que Deus se incomoda conosco, só precisamos agora crer que, por mais que algumas coisas, nesse mundo, possam nos faltar, Ele pode nos ajudar independentemente de quais sejam nossos problemas. Ele nos conhece individualmente, sabe as nossas fraquezas, por isso se interessa em nos socorrer. Ele verdadeiramente nos ama. 

Pb Francisco Gomes

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

OU SERÁ QUE JESUS ESTÁ ERRADO?


Qual o tipo de evangelização mais eficiente?

Seria a evangelização pessoal? Ou jogar no espaço um monte de informações por meio de um som muito potente? Ah, eu quase esqueci! Certo dia um pastor me disse: “a evangelização pessoal está ultrapassada, agora é pela internet”, você concorda? Já que esse pastor não quer ir evangelizar no lugar certo, pergunto: o que ele está fazendo dentro do templo? Culto de doutrina? Oração? Reuniões e mais reuniões? É isso que ele faz? Que faça..., mas, pelo menos, deveria fazer o serviço mais importante da igreja: evangelização. Ou será que o campo missionário é dentro do templo? Seria bom que ele fizesse tudo pela internet: culto de doutrina, escola dominical, casamento..., aliás, nem precisaria de templos. Se eu fosse ele, venderia o patrimônio da igreja e compraria computadores para os irmãos que não podem comprar, e, se sobrasse dinheiro, ainda daria para fazer outros benefícios à comunidade - que tal?
Quero que todos saibam que não sou contra a divulgação da Palavra de Deus por nenhum veículo: seja pela televisão, pelo rádio, carro de som, internet ou outro tipo qualquer, porém nenhum desses meios de comunicação substitui perfeitamente o contato pessoal. Se o contato pessoal não fosse o modelo mais eficiente, Jesus não teria vindo naquele tempo quando nada existia, teria deixado para vir somente agora por causa da internet.
Na evangelização pessoal acontecem discussões interessantes: tiram-se dúvidas, aprende enquanto se ensina, contam-se experiências e ainda fazem-se novas amizades. Você se lembra da mulher samaritana que encontrou-se com Jesus no poço de Jacó? O que aconteceu? Em pouco tempo ela tornou-se uma missionária, sim ou não? Sabe por quê? Porque houve interação. Esse é o melhor jeito de formar discípulos e, diga-se de passagem, com eficiência e eficácia. Para uma pessoa tornar-se seguidora de outra, poderá levar pouco tempo, ou mais tempo, irá depender do transmissor-receptor.
Vejamos um exemplo na área secular: numa faculdade, um professor de odontologia treinou vinte alunos para serem odontólogos. Depois de certo tempo, todos terminaram o curso. Eles viram que era preciso investir altos valores para se montar um gabinete odontológico, mas nem todos tiveram condições. Desses vinte alunos, apenas oito conseguiram equipar o consultório. O restante, alguns foram ser comerciantes, outros foram ser professores de uma escola, e outros, empregaram-se numa fábrica. Quantas pessoas podemos dizer que são odontólogas? Todas não terminam o curso? E por que só podemos contar com oito pessoas? Sabe por quê? É porque elas exercem o ofício. Assim é em qualquer área da vida.
Portanto o sujeito só pode ser chamado de discipulador ou evangelizador se praticar, porém se alguém não evangeliza, não deve dizer que é evangélico. Sejamos mais obedientes ao Senhor Jesus, e pratiquemos o modelo mais eficiente que Ele nos ensina através das Santas Escrituras, pois é impossível dar errado. A evangelização pessoal é muito simples, e seu custo é quase nada. Ora, será que Jesus está errado, e o "bendito" pastor acima é quem tem razão? Vigiemos, o mundo está cheio de pessoas cavilosas!
Miss. Clésio

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O CANDELABRO

O candelabro ou castiçal é o famoso menorah de Deus, é um dos símbolos mais expressivos do judaísmo, todo feito de ouro puro batido. Ele é formado por sete hastes ocas: três delas ficam à esquerda e três à direita, da haste central. O mastro central está apoiado sobre sua base, onde se põe o azeite. Por dentro dessas hastes estão os pavios que alimentam as lâmpadas com esse azeite. Uma vez abastecido, o fogo não se apaga nem de dia e nem de noite. Somente o sacerdote estava autorizado por Deus a abastecer o candelabro. Esse era o único ornamento que iluminava os quatro cantos do Lugar Santo do Tabernáculo. Um detalhe: não era feito sob medida, sua função principal era emitir raios de luzes. O candelabro feito por Moisés, alegoricamente, aponta para Cristo, a verdadeira luz que alumia o mundo inteiro e que não pode ser medida. Seus "raios de luzes" são insondáveis. O Apóstolo Paulo diz: “ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos”! (Rm 11.33).
Enquanto a luz do Candelabro preenchia apenas os quatro cantos do santuário, e vista somente pelos sacerdotes, a luz de Cristo preenche os quatro canto do mundo, que brilha sobre a humanidade inteira. Só não vê que não quer. Aliás, essa luz está além do nosso entendimento, ela preenche os céus e a terra.
“O povo, que estava assentado em trevas, viu uma GRANDE LUZ; aos que estavam assentados na região e sombra da morte, a Luz raiou” (Mateus 4.16). “Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (João 1.4). "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8.12), disse Jesus.
A marca do cristão é reluzir o brilho de Cristo. Se realmente temos esse brilho, é impossível não resplandecer em densas trevas. Quanto mais trevas, mais luz
“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5.14-16).
Comparando o candelabro com a videira, vemos que eles são muito semelhantes, enquanto o primeiro gera a luz, o segundo gera a vida. As hastes laterais do candelabro só tinham luzes se os seus pavios estivessem ligados na haste central. Da mesma forma são os galhos da videira, eles só têm vida se estiverem ligados ao seu tronco, isto é, na haste central. Ao ler João capítulo 15, entende-se perfeitamente que o próprio Jesus se compara ao tronco da videira e nós somos comparados aos seus ramos:
“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito”.

Portanto os sacerdotes sempre cuidavam de pôr o azeite no castiçal, para o pavio não fumegar. Caso fumegasse, o sacerdote procurava solucionar o problema, pois a lâmpada não podia ficar sem brilhar. Trazendo isso para os dias hodiernos, há muitas igrejas que só têm fumaça, o pavio está fumegando há tempo, falta o azeite. Biblicamente o azeite representa o Espírito Santo. Quando alguém só tem fumaça, certamente há alguma coisa errada. O principal problema para deixarmos de brilhar, é o pecado. Para isso, é preciso primeiro lavar-se no sangue do Cordeiro que tira o pecado do mundo, pois o Espírito Santo só habita em casa limpa. Um crente cheio do Espírito Santo tem prazer na leitura da Bíblia, na oração e procura compartilhar o evangelho de Jesus Cristo aos seus semelhantes. Que Deus nos ajude a brilhar. Amém.

Miss. Clésio

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

AJUDEM-NOS A AJUDAR

Quarta edição da Revista O caminho da Salvação
 pronta para se evangelizar.
Pb Francisco Gomes e o Miss. Clésio
Desde o ano 2011 que evangelizamos com a revista O Caminho da Salvação, e ao ser convidado, ajudamos aqueles que estão à frente das congregações. Muitos que têm adquirido a Revista O Caminho da Salvação já evangelizaram centenas de pessoas. Sabemos que o método mais eficiente para se evangelizar é o aquele que Jesus Cristo utilizou e ordenou: "ide e ensinai". Esse é o modelo que nossa literatura propõe durante cinco encontro na casa das pessoas, onde debate-se cinco temas de grande relevância.
Pasta do aluno para
guardar os fascículos.
Na foto acima, à esquerda, temos o Pb Francisco Gomes que o Senhor tem usado neste trabalho. Desde 2012, ele não mede esforços para nos ajudar. Sou grato a Deus por sua vida. Como seria bom se os que fazem parte do ministério da igreja, tivessem a visão, disposição e simplicidade que esse homem de Deus tem! Creio que milhões de pessoas não teriam morrido sem serem evangelizadas.
Revista do Mestre
Pasta com fascículos
Há muitos que não conhecem a Revista O Caminho da Salvação. Ontem quando apresentei a certo pastor o conteúdo do material, as estratégias e sua qualidade, disse-me: “estou impressionado com o que estou vendo, eu pensava que você era mais um vendedor de revistas, mas acabo de crer que esse material é muito útil para a igreja adquiri-lo, e é o que vou fazer de hoje por diante”. Não pense você assim como esse pastor, pois todos que tomam conhecimento da Revista O Caminho da Salvação ficam inteirados que o custo-benefício do material é superior a qualquer obstáculo, graças a Deus.
Quero esclarecer, portanto, que o dinheiro arrecadado com a venda da Revista O Caminho da Salvação, o lucro não dá para cobrir as despesas da viagem, quando vamos dar o treinamento na congregação, se o pastor não nos ajudar, fica inviável o deslocamento. Portanto o material é repassado praticamente abaixo do preço de custo. Ore por nós e ajudem-nos a ajudar.
Miss. Clésio

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

4ª EDIÇÃO DA REVISTA

Neste dia 03 de novembro foi lançada a 4ª edição da Revista O Caminho da Salvação no Templo sede da Assembleia de Deus em Natal/RN, pelo Pr. Martim Alves. Na ocasião ele falou que a Revista O Caminho da Salvação é uma ótima ferramenta de grande utilidade para a Igreja evangelizar nesses últimos dias que antecede a vinda de Jesus, e pediu a todos os obreiros que adquirissem o material.
Também foi facultada a oportunidade a minha pessoa para dá uma breve palavra sobre a nova edição da Revista.
A 4ª edição vem com um diferencial bastante interessante. A Revista do aluno vem com cinco fascículos dentro de uma pasta, e eles deverão ser entregues na proporção em que as aulas vão sendo dadas.
Juntamente com a 4ª edição da Revista O Caminho da Salvação, foi lançado também o livro do Pb Francisco Gomes, com o título “De Volta Ao Paraíso”. Esse livro será bastante útil para igreja presentear principalmente aos novos convertidos, o qual deverá ser entregue na ocasião em que eles forem receber o certificado do curso bíblico O Caminho da Salvação. Lembrando que todo o dinheiro arrecadado com venda desse material, será revertido para a obra missionária.

Portando, acima de tudo, agradecemos a DEUS que tem nos dado condições para chegar até aqui, e não temos dúvidas que ele há de suprir todas as coisas que virão pela frente. Em segundo lugar, agradecemos ao Pr. Martim Alves, presidente da IEADERN, que juntamente com todos os pastores da Capital e do interior do Estado têm nos dado total apoio na implantação deste projeto: Estudo Bíblico no Lar – EBL.
Miss. Clésio

domingo, 2 de novembro de 2014

PADRÃO BÍBLICO PARA O LAR

“[...] mas a mulher é glória do homem. O homem não foi feito da mulher e sim a mulher do homem. Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher por causa do homem”. E mais: “No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher. Porque, como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus”. (I Coríntios 11.7b-12)
Estes ensinos são: Tanto para o homem, quanto para a mulher. Há, no entanto, um destaque: “No Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher” e aponta as razões porque é assim no Senhor: “Porque, como provém a mulher do homem, assim também, o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus”.
Pr. José Lúcio com uma Joia preciosa ao seu lado.
Quem já parou para avaliar essa questão? No momento de definir quem é quem, geralmente, o egoísmo não cede lugar à humildade, a arrogância não atende à tolerância, e a contenda cria às crises existenciais no lar. Está definido: Ninguém é maior do que ninguém; o princípio divino estabelece a ordem na família:
1º) - Cristo é o cabeça de todo homem. - “Sem mim, nada podeis fazer”
2º) - O homem, cabeça da mulher; - para dela cuidar com amor.
3º) - Deus, cabeça de Cristo. - O casal está debaixo da Tri-Unidade.
O Padrão Bíblico Para o Lar fundamenta-se num comando hierárquico. Isto, se bem observado, por um casal temente a Deus, exclui qualquer possibilidade de separação, ou de um futuro divórcio, tão odiado por Deus, como revela o profeta: “Porque o Senhor, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio [...] portanto, cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis”. (Malaquias 2.16) Por isto, ao marido está reservada a posição de autoridade primária, e à mulher, a secundária. Se exercida tal autoridade com a vida pessoal em ordem, o esposo saberá colocar também, a vida da família em ordem, porém, se não sabe como exercer o governo da casa, como então, pode ser um cabeça capaz de assegurar boa direção à sua família? Mandar, para alguns, pode ser fácil; difícil é, no entanto, saber mandar. Negar-se a si mesmo, pode ser a solução. Parar, pensar e decidir o que a vontade de Deus determina é preciso.
Ev. José Lúcio

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

EM QUE POSIÇÃO VOCÊ ESTÁ?

Precisamos seguir o exemplo do Apóstolo Paulo, entre muitos outros, o qual não mediu esforços para fazer missões sem interesse próprio. A igreja daquele tempo não ficava esperando que as pessoas fossem ao seu encontro, e, diga-se de passagem, não havia os recursos que temos hoje: rádio, televisão, internet etc.; mas, ela ia ao encontro das pessoas de casa em casa (At 5.45), porque estava cheia do Espírito Santo, que é o maior e o melhor recurso. Foi o período em que a Igreja mais cresceu, haja vista às perseguições. O que diríamos da Igreja atual? ..., e modernizou-se e enclausurou-se entre quatro paredes. Percebe-se nos dias atuais, que o amor ao próximo cada vez mais está diminuindo. Esse é um dos sinais em vigor que antecede a vinda de Jesus.
Certo dia ouvi um pastor dizer: “evangelizar de casa em casa está ultrapassado, agora é pela internet”. Isso lembra uma outra frase que diz: “quando não se quer fazer algo, apresenta-se uma desculpa; mas quando é de interesse próprio, procura-se um jeito”. Um outro disse: “vou sair por aí de porta em porta e pôr as mãos nas cabeças das pessoas e orar por elas”. Oh, que ideia brilhante! Mas orar não é evangelizar, aliás, ele só teve a ideia de sair por aí pondo as mãos nas cabeças das pessoas.
É bem verdade que não se deve desprezar os meios de comunicação, porém é impossível eles substituírem o contato pessoal. É comprovado que uma visita é mais importante que qualquer veículo de comunicação. A Igreja não deve esperar pelas pessoas; mas ir ao encontro delas para evangelizá-las. Quem visita o doente é quem está com saúde, e não o contrário: “os são não precisão de médico, mas, sim, os que estão doentes”, disse Jesus. O pecado é uma doença que paralisa qualquer pessoa, logo, o "paralítico" é quem precisa de ajuda, pois não pode caminhar. Foi assim que Jesus fez - ia de aldeia em aldeia evangelizando e curando os enfermos e mandou-nos que fizéssemos também.
A Igreja que não evangeliza deve ser chamada de outra coisa, menos de Igreja evangélica. Hoje existe igreja para todo gosto, algumas são piores que clubes exclusivistas. Aliás, humanamente falando, ser sócio de um clube ou agremiação torna-se bem mais atraente pelo esporte e lazer oferecidos ali, a participar de reunião política-religiosa nos templos ou em qualquer outro lugar.
Ultimamente ouve-se falar mais de política dentro da Igreja do que da principal missão ordenada por Cristo: evangelizar. Não há preocupação em muitos líderes religiosos para com as multidões que vivem na sarjeta do pecado. A prioridade de tais líderes está no interesse pessoal, buscam se promoverem de todo jeito. A maioria das reuniões dentro dos templos são mais egocêntricas que cristocêntricas. Isso lembra a Europa, o berço da reforma protestante, que vem sofrendo desse mal há anos, onde transformou-se num continente pós-cristão e apóstata. Hoje, o estado de morbidez não é um problema local, mas mundial.
A igreja que conserva a doutrina dos Apóstolos, não fica enclausurada, não senhores, ela não fica sentada nas “arquibancadas” a ver milhões de humanos digladiando-se à semelhança dos torcedores de um clube de futebol, quando vão assistirem seus times jogarem. Não foi para isso que o Senhor constituiu a igreja; mas, para levar o “remédio” aos dilacerados pelo “gladiador”.
Em que posição você prefere estar: do lado de cima a jogar às “cordas de salvação” aos que estão descendo ao abismo; ou do lado de baixo em direção ao inferno? Abracemos a missão que o Senhor nos incumbiu. “Se não fizermos nossa parte agora, e se quisermos fazer amanhã, talvez não dê mais tempo”. (Andressa Barragana). Infelizmente o investimento em evangelização deixa muito a desejar. Maranata.
Miss. Clésio Araújo

terça-feira, 29 de julho de 2014

SE BOM JESUS ERA BOM, AGORA FICOU MELHOR

A cidade de Bom Jesus está sendo evangelizada com o modelo que o Senhor Jesus ensinou aos seus discípulos. Não temos dúvidas de que a evangelização mais eficiente é quando se ensina a Palavra, aliás evangelizar significa ensinar. É normal os dirigentes de igrejas mandarem
os irmãos panfletarem (nada contra, continuem), e a noite nos púlpitos eles comentam que foram evangelizadas cem, duzentas... casas. Eu entendo que eles fazem assim porque foram ensinados assim. Pregar, panfletar e ensinar são três coisas diferentes, mas ensinar é mais eficiente. Quem duvida?

Quero parabenizar ao Pr. Misael Dantas, pela grande iniciativa que tomou, e digo que estou à disposição em qualquer apoio que o senhor precisar, quanto ao evangelismo pessoal. Agradeço também à todos o irmãos da igreja que compareceram ao treinamento, e, também, aos irmãos que esteve conosco na implantação desse trabalho: Pr. Nascimento e o Pr. Francisco Gomes. Forte abraços.
Miss. Clésio

sábado, 28 de junho de 2014

FALA DO Pr. MARTIM ALVES AOS OBREIROS

Pr. Martim Alves
Presidente da IEADERN
Louvamos a Deus pela vida do nosso irmão Clésio Ursulino de Araújo, e pela brilhante ideia que o Senhor lhe concedeu para esboçar uma obra que estratifique, de uma maneira bem sistemática e inteligente, os passos para a salvação dos que crerão em Jesus, através do trabalho de evangelização nos lares, com a revista “O Caminho da Salvação”. As estratégias de evangelização são importantíssimas: são cinco lições que serão explicitadas em cinco encontros nos lares, onde é apresentado, paulatinamente, o caminho da salvação aos pecadores, com objetividade e simplicidade.
Esta é uma ótima oportunidade para todos que almejam implantar, em sua igreja, um projeto duradouro e consistente. Visto que a proclamação da salvação a toda criatura em todo o mundo é o alvo que deve ser seguido por toda igreja de Jesus Cristo na terra, especialmente, nesses últimos dias, em que se aproxima, ainda mais, sua volta para arrebatar sua Igreja. Jesus, certamente, espera uma dedicação bem mais eficaz por parte de seus servos, no que diz respeito à comunicação do evangelho aos pecadores.
Evidentemente, temos que aproveitar todas as pessoas disponíveis nesta obra e usarmos estratégias bastante consistentes para atingirmos o alvo principal da igreja: ensinar a Palavra de Deus aos que se encontram no parapeito desta vida, inclinados para o inferno. Pregar o evangelho é nossa obrigação (1Co 9.16).
Se compararmos a evangelização como uma corrida de revezamento e entendermos o evangelho como um bastão, veremos que precisamos correr um pouco mais ainda para alcançar os perdidos nesses últimos dias. Jesus é o iniciador da evangelização pessoal e depois passou o bastão para seus discípulos e, consequentemente, essa responsabilidade chegou até nós. O técnico de uma corrida de revezamento costuma deixar o maior velocista à reta de chegada. Agora entendemos, porque Jesus disse aos seus discípulos que obras maiores do que a dele eles fariam. Se considerarmos isso como uma necessidade de acelerar a obra de evangelização na terra, somos os últimos corredores da evangelização e por isso precisamos ter pressa. O apóstolo Paulo se esmerava na Obra da evangelização e chegou a fazer a seguinte assertiva: “Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, ...” (1Co 9.26).
Portanto, amados irmãos e igreja do Senhor, devemos obedecer à orientação de Jesus para evangelização pessoal, uma das mais eficazes formas de evangelização. Assim, apelo a todos os obreiros do Senhor que estão à frente das igrejas filiais e congregações da nossa igreja, para que adquiram a revista O Caminho da Salvação, destinada ao EBL – Estudo Bíblico no Lar.
Deus abençoe ao irmão Clésio Ursulino, por esta iniciativa magnífica, e que venha dar muitos frutos para o Reino de Deus, em nome de Jesus Cristo. Amém.
Pr. Martim Alves da Silva
Presidente da IEADERN e CEMADERN

terça-feira, 17 de junho de 2014

A MELHOR MANEIRA DE SE EVANGELIZAR

Aux. Flávio e Camila
Miss. Clésio e Camila
Graças a Deus que continuamos evangelizando nos lares com a revista O Caminho da Salvação. Mais uma etapa foi concluída nos lares e várias famílias foram evangelizadas. Dessa vez foi a congregação do Conjunto do Bancários, Pitimbu, Setor XVI. Houve algumas decisões para Cristo. Oremos por essas pessoas, algumas não estiveram presentes para receber certificados por alguns motivos.
Parabéns ao Pr. Francisco Canindé, obreiro do Senhor da AD nesse bairro. Meus agradecimentos aos demais irmãos que estão empenhados no EBL – Estudo Bíblico no Lar, mui especialmente ao meu amigo Pb Francisco Gomes, que ministrou o estudo das lições bíblicas O Caminho da Salvação na minha residência, que Deus o retribua com bênçãos materiais e espirituais, extensiva a toda sua família.
Pb. Francisco e Rafael
Pr. Fco. Canindé e Glaice
Parabéns a todos que receberam esse estudo bíblico, em suas casas. Estamos orando por todos vocês para que a Palavra de Deus plantada nos vossos corações venha nascer, crescer e dar frutos; o Espírito Santo de Deus as convença do pecado; toda força do inimigo contra vocês seja destruída; e que Cristo seja o Senhor de vossas vidas. Amém.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

CRISTO VEM ARREBATAR SUA NOIVA, NÃO É PAREDE, NÃO.

Miss. Clésio

“Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.” (Sl 126.6).
Louvamos a Deus pelo trabalho realizado no setor IV, Cidade da Esperança, com as lições bíblicas O CAMINHO DA SALVAÇÃO. Mais de 30 certificados foram entregues em um (1) mês, e entre aqueles que concluíram o curso bíblico em suas casas, várias pessoas entregaram suas vidas a Cristo. Poderia ter sido maior o número de pessoas, se houvesse mais evangelizadores envolvidos nesse trabalho. A missão dada à Igreja não foi ficar entre as quatro paredes; mas ir aonde estão às pessoas. O modelo de evangelizar mais eficiente, foi ensinado por Jesus: "ide e ensinai".
O que se vê nas igrejas é campanha e mais campanha, ensaio e mais ensaios, festas e mais festas, retiro e mais retiros, construções e mais construções...; minha gente, Cristo está voltando! CRISTO VEM ARREBATAR SUA NOVA, NÃO É PAREDE, NÃO! Enquanto a Igreja se ocupa com tudo isso, as almas lá fora estão perecendo. Lembremos de que quem está com saúde é quem deve visitar aos que estão doentes, isto é, aqueles que vivem na prática do pecado! Percebe-se claramente que o amor de Cristo ainda não encontrou espaço no coração de muitos que estão dentro das igrejas. Quantas pessoas você evangelizou este ano? Ou mesmo durante o tempo que se diz evangélico. Aquele que não evangeliza, não deve ser chamado de evangélico. 
Que Deus abençoe a todos os que foram alcançados com o curso bíblico O Caminho da Salvação, e também a todos os evangelizadores. Oremos pelas pessoas evangelizadas para que: a Palavra plantada no coração venha nascer, crescer e dar frutos; o Espírito Santo as convença do pecado, da justiça e do juízo; toda força do inimigo contra elas seja destruída; e Cristo seja o Senhor de suas vidas. Lembre-se de orar, também, por todos os evangelizadores. Amém.

Clésio U. Araújo